Linha de São Jorge

Em Porto Alegre a cultura anda escondida atrás das portas pequenas e abertas de poucas casas noturnas, sem convite e sem porteiro.

“Meu São Jorge desfraldado
Meu São Jorge pendurado
Na parede do meu quarto
Dai-me força pra lutar, proteção ao nosso lar
e o pão fruto do meu suor
Canto para quem quiser ouvir meu canto
Manto para quem quiser vestir seus santo
Todo canto, todo santo, todo manto,
Todo homem navegando quer um porto
Quando à noite o sol se esconde em desencontro
Quando a lua em pedaços e assombros
Todo canto, todo pranto, todo santo, todo homem
Todo homem é divino e profano
Toca fumaça pro céu
Toca sopapo pro Ogum
Pipoca e bala de mel”

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