Mulheres em luta contra veneno nos alimentos

Carca de 600 mulheres do campo e da cidade amamentaram esqueletos nesta manhã de quarta feira, em frente à multinacional SOLAE, em Esteio, num protesto contra a agricultura que vende veneno e morte para a povo. A ação marca o dia internacional das mulheres.

Segundo carta pública dos movimentos, os agrotóxicos ingeridos pela população, junto com os alimentos, permanecem no corpo humano por até quatro gerações. No caso das mulheres, os venenos passam diretamente para seus filhos por meio do aleitamento materno.

Entidades ruralistas estariam fazendo lobby junto ao Ministério da Agricultura e a bancada ruralista para que a ANVISA libere agrotóxicos que estão proibidos aqui e em outros países. A manifestação questiona também o papel dos Governos Federal e Estadual e das Universidades no avanço do agronegócio e dos trangênicos.

A mobilização segue durante o dia de hoje com marcha que será realizada até a faculdade de educação da UFRGS.

Participam da manifestação: Via Campesina, Movimento dos Trabalhadores Desempregados, Intersindical e Levante da Juventude.

Por Jefferson Pinheiro e Sérgio Valentim

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