A alforria de um cooperado

Jefferson é um cidadão comum.
Na sua vida batalhou por diversas coisas.
Uma delas foi a sua própria educação.
Como muitos, embarcou na aventura do crédito educativo – a única alternativa que teve para manter seus estudos em jornalismo.
Formou-se, fundou a Catarse.
Jefferson continuou pagando, pagando e pagando…
Já não pagava mais o justo, mas, sim, o juro – como muita gente neste Brasil.
Mas, como honesto que é, continuou pagando, pagando e pagando…
Mas Jefferson trabalha – e muito!
Jefferson é, também, um sonhador com objetivos bem claros.
A Catarse é sua, é sua cara, imagem e semelhança.
Pelas suas forças e pelas forças de seus colegas, Jefferson quitou sua dívida com os escravistas modernos das financeiras que pipocam por aí.
Ficou a dívida com a cooperativa, sua segunda casa, que não cobrou um centavo sequer de juro – até porque Jefferson não poderia cobrar juro de Jefferson.
Ontem, no dia 1º de abril de 2010, Jefferson se sentiu mais livre, mais leve.
Conseguiu pagar a última parte daquilo que devia para quitar 15 anos de prestações do seu diploma.
Jefferson é muito mais jornalista, profissional, do que o curso que ele fez o pretendia fazer.
Jefferson pagou muito mais do que deveria pagar.
Mas cumpriu o seu compromisso, por justo que é.
Não fosse a Catarse, onde estaria Jefferson hoje?
Oras, Jefferson É a Catarse.
Todos nós somos Jefferson!!!

Esta é uma homenagem de seus colegas, meu amigo!
Parabéns!!!


obs: este foi o brinde com umas cervejas artesanais sensacionais que tomamos na Toca do Vice (VInho e CErveja), clique aqui para conhecer, vale muito a pena!


Um comentário em “A alforria de um cooperado”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *