Jovens de movimentos constroem a história nova, para um mundo que precisa ser novo

São jovens que constroem sua história a partir da dor que experimentaram na carne, da alegria que carregam no coração. Estudam a realidade do campo e da cidade, sobretudo, da condição humana. Investigam os pensadores, refletem, questionam, pensam, elaboram algo novo, próprio, vivo, justo. Discutem ideias, debatem estratégias, alternativas, soluções. Ouvem os que têm o que falar, falam para os que precisam ouvir. Trabalham em coletivo, organizam a luta pela liberdade. E sempre têm um sorriso. Preservam a memória, plantam sementes, rompem correntes, tocam o tambor. E decidiram, de agora em diante, temer mais a miséria do que a morte.

Uma câmera em seus olhos são as imagens de um outro mundo, novo. Nós os respeitamos, os admiramos. São os jovens dos movimentos sociais. E esta é a música deles:

O vídeo é um pouco do que viveram no Iterra, em Veranópolis, entre 21 e 23 de julho, numa oficina de audiovisual. Outros vídeos virão.

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