Onir de Araújo: “Não nos intimidarão”

Onir de Araújo foi preso pela Brigada Militar em Porto Alegre, no dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, por um motivo aparentemente fútil. Mas talvez não seja. Onir é militante do movimento negro há mais de 20 anos, atuou em defesa do jovem Elder dos Santos, que teve que deixar o Estado depois de denunciar a violência e o racismo policial. Ele próprio recebeu ameaças de morte. É também advogado de comunidades quilombolas mobilizadas por seus direitos e integra a Frente Nacional dos Territórios Quilombolas do RS, além de ser solidário aos movimentos que ocuparam às ruas em protestos por todo o país.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2013

Video Helder Santos: http://www.youtube.com/watch?v=uDydgDsQr3A

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Foto: Jefferson Pinheiro

 

 

4 thoughts on “Onir de Araújo: “Não nos intimidarão””

  1. Para mim, aos 2minutos e 42 segundos há uma provável explicação para o incidente: o policial pediu a identificação e, em lugar de apresentar, houve “ponderação”.

    É o tipo de coisa que a mim irrita muito… O tempo que se gasta batendo boca com a administração é uma coisa espantosa. Isso não justifica a agressão alegada, que me pareceu desproporcional. No entanto, a falta de um protocolo claro tanto para policiais quanto para cidadãos nesses casos eu considero uma coisa muito imbecil e que gera esse tipo de problemas. Como diriam os futebolistas… a regra não é clara.

    O resto do que ele diz para mim não tem clara relação com o incidente.

  2. Caro Lucas, fiquei , se esse é seu nome de fato, no aguardo do contraponto. Minha atuação é pública assim como as posições que defendo, quanto a vc ??????????????????

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