#117 – Chapa de centro em eleição é bomba semiótica

Em plena guerra híbrida da geopolítica nossa de cada dia, a equipe do Heavy Hour recebe mais uma vez o Professor Wilson Ferreira, que, tal um cabo armeiro, nos ajuda a desmontar as bombas semióticas que dominam o espectro político desde a sede do Império até as eleições municipais em nosso país. Salles chama Maia de Nhonho, Bozoquina toma guaraná Jesus e teme desmunhecar, Biden é eleito e promete salvar a civilização ocidental das garras do extremismo de direita, enquanto se abraça nos bilhões da indústria armamentista, a vacina chinesa vai pro beleléu do Butantã, e a frente democrática de centro é lançada no Fantástico, com Moro e Huck sinalizando o fim dos extremismos em nosso país, enquanto uma parte da esquerda discute a neutralidade de gênero e sonha, embaixo das cobertas, com as praças chilenas e a redenção boliviana. Embalados pelo rock que contesta e desnuda os mecanismos, um pedido especial de nosso especial convidade, o HH segue anunciando a campanha do Apoia.se do Coletivo Catarse e faz também um jabá esperto pro livro Bombas Semióticas na Guerra Híbrida Brasileira (2013 a 2016) – Por que aquilo deu nisso?, um apanhado de artigos do Blog Cinegnose, do Professor Wilson. Bora desarmar mais essa bomba e escutar o Heavy Hour da semana!

Wilson Roberto Vieira Ferreira, Bombas Semióticas na Guerra Híbrida Brasileira (2013 a 2016) – Por que aquilo deu nisso?, São Paulo: Publicações Cinegnose, 2020
http://cinegnose.blogspot.com/2017/07/bombas-semioticas-brasileiras-2013-2016.html

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