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O Coletivo Catarse comemora 16 anos em 2020. Nossa existência é marcada pela luta por uma comunicação que se some aos esforços de transformar o mundo em que vivemos. Cada vídeo que fizemos, cada texto escrito e cada clique fotográfico carregam as esperanças de justiça social. Levam longe os esforços pela preservação da vida em sua plenitude. Desnudam traços, amplificam vozes, mostram o choro e o riso de quem faz a história em nosso país, nas Américas, no mundo. Essa vivência que preenche as ruas, que se aninha nos campos e nas florestas, que reverbera pela atmosfera da Terra, sempre emocionou e impulsionou nosso trabalho. 16 anos não é muito tempo, mas parece tanto caminhar… E vivemos juntos muitas transformações. Nesse tempo, nós sempre contamos com inúmeras pessoas que nos possibilitaram chegar até aqui. Muitas delas viraram amizades que queremos levar para o resto de nossas vidas. Essa é uma das grandes forças do Coletivo Catarse: conhecer e viver aquilo que é importante comunicar. Nesse momento de alegria com o lançamento de um novo espaço na rede, a gente dá mais um passo. Este site vem para servir de canal aos nossos trabalhos, nossas criações artísticas, os trabalhos e criações de parceiras e parceiros, retratar a cultura que se move e movimenta as gentes. E, nesse momento tão marcante, a gente quer deixar um agradecimento profundo a quem nos apoiou e tem nos apoiado a enfrentar os inúmeros desafios que os novos tempos nos impõem: aqueles que recorrentemente usaram a plataforma apoia.se para nos dar suporte. Cada colaboração nos ajuda a manter a nossa sede, nossos equipamentos, nosso trabalho e agora também nosso novo site. Essa alegria queremos compartilhar também com vocês! Esperamos manter nosso vínculo e que estejamos sempre prontos para entregar nosso melhor. A cada uma, a cada um de vocês, nosso muito obrigado! Aos que já contribuíram e, especialmente, aos que seguem contribuindo.

Para nos apoiar agora, acesse nosso apoia.se clicando aqui. E aguardem que vem novas campanhas por aí!!!

O Coletivo Catarse comemora 16 anos em 2020. Nossa existência é marcada pela luta por uma comunicação que se some aos esforços de transformar o mundo em que vivemos. Cada vídeo que fizemos, cada texto escrito e cada clique fotográfico carregam as esperanças de justiça social. Levam longe os esforços pela preservação da vida em sua plenitude. Desnudam traços, amplificam vozes, mostram o choro e o riso de quem faz a história em nosso país, nas Américas, no mundo. Essa vivência que preenche as ruas, que se aninha nos campos e nas florestas, que reverbera pela atmosfera da Terra, sempre emocionou e impulsionou nosso trabalho. 16 anos não é muito tempo, mas parece tanto caminhar… E vivemos juntos muitas transformações. Nesse tempo, nós sempre contamos com inúmeras pessoas que nos possibilitaram chegar até aqui. Muitas delas viraram amizades que queremos levar para o resto de nossas vidas. Essa é uma das grandes forças do Coletivo Catarse: conhecer e viver aquilo que é importante comunicar. Nesse momento de alegria com o lançamento de um novo espaço na rede, a gente dá mais um passo. Este site vem para servir de canal aos nossos trabalhos, nossas criações artísticas, os trabalhos e criações de parceiras e parceiros, retratar a cultura que se move e movimenta as gentes. E, nesse momento tão marcante, a gente quer deixar um agradecimento profundo a quem nos apoiou e tem nos apoiado a enfrentar os inúmeros desafios que os novos tempos nos impõem: aqueles que recorrentemente usaram a plataforma apoia.se para nos dar suporte. Cada colaboração nos ajuda a manter a nossa sede, nossos equipamentos, nosso trabalho e agora também nosso novo site. Essa alegria queremos compartilhar também com vocês! Esperamos manter nosso vínculo e que estejamos sempre prontos para entregar nosso melhor. A cada uma, a cada um de vocês, nosso muito obrigado! Aos que já contribuíram e, especialmente, aos que seguem contribuindo.

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Carreata

Cartum de Rafael Corrêa (insta: @rafael_correa_cartum)

Heavy Hour da sanidade mental – de novo!

Quarta-feira tem HH… De novo! O vírus que mais afasta as pessoas, mais destrói, mais mata não é o Corona vírus. É o neoliberalismo! Essa é uma reflexão registrada no Heavy Hour da semana, gravado na tarde dessa segunda e que contou com a participação de Fátima Fischer e Rafael Wolski.

Farsa S.A. – a farsa das doações empresariais no combate à Covid-19

A partir de hoje o Coletivo Catarse passa a publicar os conteúdos informativos produzidos pela Amigos da Terra Brasil. Na estreia, o quinto episódio da série de podcasts Ecoando Resistências.

Agenda

Últimas atualizações

3 anos do desaparecimento forçado do anarquista Santiago Maldonado

No dia 1º de agosto de 2017, pelotões da Gendarmeria Nacional argentina invadiram, sem ordem judicial, a comunidade Mapuche Pu Lof em Resistência de Cushamen na província de Chubut, ao sul da Argentina. As forças policiais armadas irromperam na comunidade e reprimiram os integrantes da comunidade com balas de borracha e perdigões de caça além de queimar seus pertences.

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Êg Tár – Força Kaingang. V Encontro dos Kujà (Porto Alegre, 2014)

Assista o documentário Êg Tár – Força Kaingang realizado em 2015. Sinopse No entrelaçamento do fervor da luta pela terra e da vivência das práticas e dos saberes dos kujà, aconteceu na Terra Indígena Kaingang Tupã Pen (Morro do Osso, Porto Alegre) o V Encontro dos Kujà. As lideranças espirituais se encontraram para cuidar dos corpos dos guerreiros e guiá-los nas batalhas que seu povo trava contra uma civilização que “não deixa o mato crescer e existir”.

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No dia 1º de agosto de 2017, pelotões da Gendarmeria Nacional argentina invadiram, sem ordem judicial, a comunidade Mapuche Pu Lof em Resistência de Cushamen na província de Chubut, ao sul da Argentina. As forças policiais armadas irromperam na comunidade e reprimiram os integrantes da comunidade com balas de borracha e perdigões de caça além de queimar seus pertences.

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Êg Tár – Força Kaingang. V Encontro dos Kujà (Porto Alegre, 2014)

Assista o documentário Êg Tár – Força Kaingang realizado em 2015. Sinopse No entrelaçamento do fervor da luta pela terra e da vivência das práticas e dos saberes dos kujà, aconteceu na Terra Indígena Kaingang Tupã Pen (Morro do Osso, Porto Alegre) o V Encontro dos Kujà. As lideranças espirituais se encontraram para cuidar dos corpos dos guerreiros e guiá-los nas batalhas que seu povo trava contra uma civilização que “não deixa o mato crescer e existir”.

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Metalúrgicos denunciam contaminação por Covid na Perto Gravataí

Entre os dias 17 e 24 de julho, foram confirmados 8 casos de Covid na empresa Perto, em Gravataí. Outros 23 trabalhadores foram afastados por suspeita de contaminação. Grupo sindical de oposição denuncia: “as medidas que a empresa tomou tem sido insuficientes para evitar a contaminação por COVID 19 na fábrica”.

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Podcasts
O Heavy Hour é um podcast produzido pelo Coletivo Catarse, um programa descontraído como uma mesa de bar, mas que não tem nada de happy – o negócio é sério! É gravado semanalmente no Estúdio Monstro, na sede do Coletivo, e vai ao ar em uma rede de rádios comunitárias, webrádios, sites parceiros e plataformas de podcasts!

Clique nas setas para conferir nossa rede fodástica...
Todos os programas
Quartas-feiras
20h - @radiocompelotas 104.5 FM Pelotas 21h - @radioarmazemnet Santa Maria

Quintas-feiras
19h - Rádio Educativa BGV Rio Grande 21h - Rádio Ipanema Comunitária 87.9 FM Porto Alegre

Sábados
18h - Rockpedia, a rádio rock da internet!, Caxias do Sul

Domingos
19h - Rádio A Voz do Morro 88.3 FM, Porto Alegre
Ouça também em...
Repórter Popular

E canais de podcast como Mixcloud, Anchor, Spotfy, Google Podcasts, entre outros.
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#102 – Do ódio à revolta, da revolta à organização!

No Heavy Hour dessa semana, o encontro entre a realidade e a ficção. Só que não! Luíza Batista, Presidenta da Federação Nacional das Empregadas Domésticas bate um papo direto com Leandro Assis, autor, junto a Triscila Oliveira, das séries em quadrinhos “Os Santos” e “Confinada”

Produção musical

O Estúdio Monstro é onde fazemos parte de nossa produção musical e radiofônica! Gravamos, editamos, mixamos e masterizamos podcasts, músicas e trilhas sonoras – nossas, de amigos e parceiros e também de terceiros. Acesse ao lado, no nosso canal do Soundcloud, e curta vários sons bem bacanas.

Projetos
Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre
Espaço vinculado ao Coletivo Catarse, que propõe oficinas de produção audiovisual, fortalecimento do Tambor de Sopapo e memória do artista Paulo Montiel. As atividades do Ventre Livre tem como objetivo trabalhar a cultura como um agente fundamental na promoção da saúde.
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Resistência Kaingang
Este projeto vem da necessidade de alguns Kaingang em retraçar sua luta pela terra. As obras audiovisuais que serão elaboradas abordam as retomadas de terras Kaingang. Partindo de uma em particular, a de Mangueirinha (PR) em meados dos anos 80 e liderada pelo pai de Iracema, Alcindo Peni Nascimento, abordaremos as retomadas de terras atuais que estão acontecendo no Alto Uruguai e as dificuldades que os Kaingang têm que enfrentar nessa luta que desafia os grandes interesses do capital.
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Projeto Carijo
Tupã fez da erva-mate uma planta sagrada. O Guarani tratou de transformá-la em essencial a sua espiritualidade e em uma bebida simbólica e costumeira. O gaúcho a assumiu como sua. Este projeto versa sobre a metodologia de fabricação artesanal de erva-mate com o carijo, suas implicações, relações e desdobramentos deste conhecimento ancestral, utilizado atualmente por agricultores familiares no estado do Rio Grande do Sul.
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O Projeto "Tambor de Sopapo: Resgate Histórico da Cultura Negra no Extremo Sul do Brasil" tem o intuito de registrar a trajetória deste instrumento através do documentário "O Grande Tambor", descrevendo a sua importância na história do RS desde a época das charqueadas. Lá, iniciando-se em fins do século XVIII, o Sopapo era tocado depois do trabalho como parte de um ritual de consagração, mas em meados do século XX passa a ser utilizado no carnaval, contribuindo para a criação de um samba característico do Sul do Brasil. Confira esta jornada épica sobre a história rio-grandense sob o ponto-de-vista daqueles que construíram grande parte da riqueza do estado com o seu suor e sangue.
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