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Heavy Hour 53 – 19.08.19 – Geopolítica na América do Sul

Neste programa, recebemos o Professor e antropólogo, amigo, venezuelano, Pablo Quintero, que, com a colaboração do deputado frenteamplista do Partido pela Vitoria del Pueblo do Uruguai, Luis Puig, ajudam ao blablablá do nosso âncora no desenho da geopolítica atual na América do Sul. Bozo está atirando para todos os lados e agora mira a Argentina, que parece estar retomando, com o peronismo kirschnerista, o caminho da consolidação de uma frente de – possível – esquerda no continente. Que implicações esses embates ideológicos estão gerando em países como a Venezuela, o Uruguai ou o próprio Bras(z)il? Entendemos que é um plano global do império – certo! Mas, ao final, o falante Billy Valdez espera os úlitimos segundos para a sua análise bombástica…

No setlist, homenagem a Woodstock, sonzeira latinoamerica, Beastie Boys e um rock paulista oitentista:
Crosby, Stills, Nash and Young – Almost Cut My Hair
Beastie Boys – Sabotage
Luanko – Minuto Soler
Patife Band – Corredor Polonês
Daniel Viglieti – Milonga de andar lejos
Joe Cocker – With a little help from my friend

Heavy Hour 52 – 13.08.19 – Justiça para os povos da floresta? Pre$$ão de mineração e especulação imobiliária dobra qualquer lei…

Neste programa que temos mais apresentadores que convidados, que marca a volta de Billy Valdez depois de um mês na Nova Zelândia – e que ele não conta nada -, trouxemos pessoas pra conversar sobre as pressões que comunidades indígenas estão sofrendo com empreendimentos que apenas visam ao lucro. Guilherme Dal Sasso, cientista social e integrante da AEPIM (Associação de Estudos e Projetos com Povos Indígenas e Minoritários) e do Comitê contra Mineração, Julio Alt, advogado e representante do Conselho Estadual de Direitos Humanos, e simplesmente Juliano (sim, estamos num momento que é necessário esconder o nome de algumas pessoas em razão de perseguições), apoiador e ativista pela causa indígena, se complementam na reflexão de que empreendimentos e poder público não medem com qualquer juízo de valor as vidas indígenas. Simplesmente, aqui no Sul, Kaingangs e Guaranis não são sequer consultados quando se está falando em licenciamento para uma obra como a Mina Guaíba, que vai impactar diretamente em suas áreas. Mas resistir é necessário, em instituições falidas como a Justiça, que ainda persistem, e até mesmo fisicamente como em mobilizações da Ponta do Arado na zona sul de Porto Alegre. Contribui, ainda, com sua contextualização, Roberto Liebegott, do Conselho Indigenista Missionário, um lutador histórico pelos direitos dos povos originários no Brasil.

Setlist:
Katumirim – Aguyjevete
Atahualpa Yupanqui – Camino del Indio
Wolftrucker – Rock till you die
Tennessee Ernie Ford – Sixteen Tons
Inti-Illimani – En Libertad
Black Pumas – Colors
Sister Rosetta Tharpe – That’s All
Angelus Apatrida – You are next

Resistência Kaingang: O fim do Ore xá (o fim do barro preto)

Em setembro de 2018, o território Kaingang Ore Xá (Barro Preto), da comunidade de Kandóia, em Faxinalzinho-RS, já se encontrava em plena devastação pelo agronegócio. Mas ainda era possível encontrar resquícios de mata no local – e barro… Junho de 2019, mesmo local. Os ruralistas avançaram na destruição do território Kaingang sem que nenhum tipo de fiscalização fosse realizado, derrubando a pouca mata que ainda restava. Porém, o Ore Xá ainda resiste. Na terra estuprada pelo rodado do trator, a juventude Kaingang homenageia seus ancestrais com cantos e danças. Ainda que, só por hoje, o Barro Preto retorne aos Kaingang.

Este é mais um teaser do Projeto Resistência Kaingang. Apoie esta luta! Acesse e contribua com a Vakinha! Clique aqui.

Heavy Hour 47 – 09.07.19 – LGBTudo!

Recebemos no Estúdio Monstro, na sede do Coletivo Catarse, o ativista do Nuances – Grupo Pela Livre Expressão Sexual, Célio Golin, para um bate-papo sobre questões de homofobia e muito mais! Teve Grêmio, Renato Gaúcho e Coligay na conversa também. Destaque para a sonolenta contribuição de Billy Valdez, correspondente do Heavy Hour direto na Nova Zelândia, o lugar onde os patetas malucos dirigem seus carros, mas que são gentis nas calçadas… Power trio do coletivo nesta edição completado com Clémentine, a antropóloga.

E teve música boa! Confere nossa setlist:
Megadeth – Dystopia
Cake – I Will Survive
Chico Buarque – Construção
Ney Matogrosso e Pedro Luís e a Parede – Noite Severina
The Datsuns – Gods are bored
Judas Priest – Electric Eye

Heavy Hour 46 – 02.07.19 – Polícia para quem precisa!

Não, não fomos alvo de uma operação do DENARC, mas oferecemos nosso espaço para conversarmos sobre um assunto até certo ponto tabu nas frentes esquerdopatas. Recebemos no Estúdio Monstro, na sede do Coletivo Catarse, 3 representantes das forças do Poder Coercitivo do Estado – que serve à propriedade privada: Luciana Rocha, da Guarda Municipal em Canoas, mestranda em Segurança Cidadã na UFRGS; Airton Garcez, policial militar da reserva, um dos fundadores dos Policiais Antifacismo; e Leonel Radde, policial civil e vocalista da banda Calibre. O papo foi intenso e uma das ideias foi bem convergente: a esquerda precisa discutir segurança pública também pelo campo dos policiais, porque, se seguir não fazendo, a direita vai seguir hegemônica – e o cassete vai comer, não é mesmo?! Ouça para saber como o power trio do Heavy Hour nervosamente interagiu e conversou junto “das poliça” temas como Direitos Humanos, bandidagem e um pouco de aerococa…

E saca essa setlist com umas obviedades clichês…
Titãs – Polícia
Johnny Cash – Folsom Prison Blues
Calibre – O Jogo
Dead Fish – Pobres Cachorros
Criolo – Subirusdoistiozin
Willie Nelson – Seven Year Itch
Damned Things – Cells
The Police – Message in a bottle