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Heavy Hour 38 – 06.05.19 – Colonialismo… na Venezuela!

Para falar das patacoadas do império na Venezuela, neste programa, recebemos uma grande atualização do professor venezuelano Pablo Quintero, presença constante quando o assunto é o seu país. Pra comentar, no estúdio, livreiro Bolívar não passa sua dica de livro, mas dá a sua letra, além da antropóloga Clémentine Maréchal, que não necessariamente fala sobre o país em ataque em questão, mas traz um ponto de vista acerca do colonialismo.

Tirem as mãos da Venezuela! Aí, depois, seguros de seu país, resolvam, os venezuelanos, a questão que cai hoje de maduro, né…

*arte feita sob cartum de Latuff

Setlist:
Rage Against the Machine – Gerrilla Radio
Os Paralamas do Sucesso – Pólvora
Death Angel – The Pack
Legião Urbana – Índios
Death – Bite the Pain
Rickman G Crew ft Wayana Boy & Mr Den – Amazonie
Fúria Rockpauleira – Mata-se

Heavy Hour 37 – 29.04.19 – Da vida! Somar mulher e homem, multiplicar, sem dividir nem subtrair…

Não, não estamos falando de procriação, pelo menos não no sentido dogmático dominante, mas, sim, de ideias e ideais de vida. A intersecção, a noção da invasão da noção do gênero em cada um. Neste programa, após dois episódios com representatividades individuais de fêmeas e machos, a gente soma os seres humanos. No estúdio, Guilherme Schröder, filósofo, poeta, vagabundo e pai da Lara, Ana Carolina Pereira, comunicadora, artista intervencionista e militante do movimento feminista, Airton Gregório, artista educador, e Fabi Cre, mulher socióloga e mãe feminista, se reencontram no Estúdio Monstro, num Heavy Hour épico! Power trio do Coletivo Catarse formado por Gustavo Türck, Billy Valdez e… Têmis Nicolaidis!!! Tchau, Marcelão!

Setlist deste programa:
Daniela Mercury – A Rainha do Axé (Rainha Má)
Nirvana – Rape Me
Hole – Violet
Zumbira Silva – Cuidado e Delicadeza
Talking Heads – Once in a Lifetime
Queen – Don´t Stop Me Now
L7 – Pretend We´re Dead
David Bowie – Rebel Rebel
Velvet Underground – Femme Fatale

Resistir é o compromisso

Lançamento do tão aguardado segundo clipe da banda Boca Braba Hardcore, que tivemos prazer de produzir.

Neste novo clipe a banda mostra sua nova formação que vem cada vez mais ganhando destaque e força no cenário underground do RS.
Resistir é o compromisso, mostra uma banda coesa, determinada e focada. Firmando sua ideologia e mostrando que a música vai além de mostrar só rifes pesados e batera marcante.

Produção: Coletivo Catarse e Boca Braba Hardcore.
Imagens, edição e color grading: Billy Valdez

Segue a letra deste petardo sonoro:

Resistir é o compromisso

Quem é o dono do poder? País da falsidade, vampiro da gasolina o diabo na terceira idade
Vidas do avesso, mascarados tem seu preço, aqui na América Latina nos seguimos a rotina
Trabalhar pra sustentar um bando de parasita, a polícia militar, suas máfias e milícias, empreiteiras, estatais, um consórcio de quadrilhas que não passam nos jornais mas atingem as famílias!
Mas atingem as famílias!
Mas atingem as famílias!
Nossos problemas banais! Na terra dos marajás! Ratos roendo estatais! Associações patronais! Nossos problemas banais! Na terra dos marajás! Ratos roendo estatais! Associações patronais!
Querem fazer tu te render, os escravos da vaidade, essa mídia corrompida nos guiando pra insanidade,

Ferve de certezas arrombando a natureza, sociedade é movida a carbono e a frieza.

O caos tá nas favelas, vai madeira nos cortiços, a polícia senta o braço, resistir é o compromisso!

O caos tá nas favelas, vai madeira nos cortiços, a polícia senta o braço, resistir é o compromisso!

Resistir é o compromisso!

Resistir é o compromisso!

Sou Evander Holyfield, tô blindado até a alma, vim pra ver o Rei cair a anos to mantendo a calma, não me treina nem me testa sem plateia e nem palmas, ao sistema explorador não entregarei minha alma!

Não entregarei minha alma!

Não entregarei minha alma!

Não entregarei minha alma!

Heavy Hour 36 – 22.04.19 – Mulheres: universos, labirintos e fortalezas

Neste programa, as mulheres vão falar, simplesmente, sobre quem são, vivendo nestes tempos de luta, por seus lugares de fala e ação no mundo contemporâneo. Que feminino é esse que urge e se transforma, neste ambiente de incertezas, de mudanças e de posicionamentos colocados, embora, ainda de muita hostilidade. Aceitando ao desafio de comandar a edição, estão marcando presença bem do jeito delas! Com apresentação de Têmis Nicolaidis e Cristiane Cubas, do Coletivo Catarse, e com as convidadas Kacau Soares, atriz, licenciada em História pela Política de Cotas na UFRGS, militante da cultura, trabalhadora da assistência social no programa Ação Rua; e Fabi Cre, mulher socióloga e mãe feminista; Ana Carolina Pereira, comunicadora, artista intervencionista e militante do movimento feminista. Na técnica, Gustavo Türck, e com os ouvintes direto no Estúdio Monstro, Marcelo Cougo, Billy Valdez, Guilherme Schröder e Airton Gregório. No apoio etílico, Cerveja Artesanal Macuco e Cachaça Caipora! Arte deste episódio feita sobre ilustração de Ekaterina Tutynina.

Setlist:
Eu Acuso! – Idade Mídia
Rita Lee e Zelia Duncan – Pagu
Elza Soares – Dentro de cada Um
Nina Simone – Four Women
Mayra Andrade – Ilha de Santiago
Mulamba – Mulamba
Gal Costa – Vaca Profana

Heavy Hour 35 – 16.04.19 – Masculinidade tóxica e simplesmente a masculinidade…

O massacre machopata é evidente, mas este programa não se atém apenas a tratar da toxicidade masculina que anda afogando as mulheres e a sociedade – ainda mais agora com uma representatividade institucional de uma presidência de república falocêntrica de bananas. A gente conversou também sobre nós mesmos, homens. Sensibilizamos com Guilherme Schröder, filósofo, poeta, vagabundo e pai da Lara, e com Airton Gregório, artista educador, abrimos um pouco de nossas vidas e tocamos alguns confins, sem deixar nossa acidez esquerdopata analítica de lado.

Muito interessante, também, nossa setlist, saca só (falamos muito sobre isso):

Ekena – TODXS PUTXS
Graforréia Xilarmônica – Eu gostaria de matar os dois
Wander Wildner – Empregada
Não Recomendados – O tempo não para/Não recomendado
Liniker – Zero
Pedro Guerra – Miedo
Pepeu Gomes – Masculino e Feminino