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Heavy Hour 50 – 30.07.19 – 50° HH da nova era! 15 anos de Coletivo Catarse! Quanta lambeção…


Neste programa, atingimos uma baita meta – a de empobrecer comprando ceva e cachaça a cada uma das 50 semanas de novo Heavy Hour! Afora isso, foram muitos temas interessantes expostos desde 10 de agosto de 2018. Muitos convidados passaram pelos nossos estúdios e uma bela rede de veiculação se formou. Dessa forma, decidimos celebrar nesta edição explicando um pouco de quem somos enquanto Coletivo Catarse e apresentando músicas exclusivas de nossas produções! Para além de alguns participantes antigos – tanto de coletivo como de Heavy Hour e da rede – estivemos Gustavo Türck e Marcelo Cougo na presença de Têmis Nicolaidis, Cris Cubas, Bruno Pedrotti e Paulinho Betanzos no Estúdio Monstro (com Zé da Terreira nos curtindo)! Ouves o programa e não sabe direito o que a gente faz? Então escuta este aqui e terás uma noção de uns 15% de nossa trajetória… Vá lambeção, hein?!

Setlist Marcelo Cougo:
Trilha do filme O Grande Tambor – A Princesa é uma Senhora
Trilha do filme Caligrafia – Cuidado e Delicadeza
Trilha do filme Carijo – Bem cedo um mate
Trilha do filme Laceiros Negros estão vivos – Eu e meus camaradinhas
Trilha do filme Crenças a Céu Aberto – Crenças a Céu Aberto
Trilha da websérie Tainhas no Dilúvio – Lições de Água
Trilha do filme O Grande Tambor – Suíte Senzala

Rede de Artistas faz vigília pela vida dos espaços culturais públicos de Porto Alegre

Leia o Manifesto da Rede MOVE:

LUTO PELO TEATRO!

Em DEFESA DA VIDA dos Espaços Culturais!

Porto Alegre, cidade que se orgulha de sua variada produção cultural, tem testemunhado o fechamento de teatros tradicionais e o sucateamento de espaços culturais. O Teatro de Câmara Túlio Piva, o Centro Cenotécnico e a Usina do Gasômetro encontram-se fechados e sem previsão de abertura; a construção da Terreira da Tribo e do Teatro Elis Regina permanecem só na promessa. O Auditório Araújo Vianna foi entregue à iniciativa privada e se tornou um espaço inacessível aos artistas locais.

Arte e cultura são fundamentais para toda a sociedade. Criam diálogos, confrontam ideias, produzem experiências de encontro com o outro. Ajudam a diminuir o índice de violência e colaboram na promoção da SAÚDE e o BEM-ESTAR SOCIAL. A cultura também faz parte da ECONOMIA das cidades, com geração de empregos e receita, incluindo diversos setores como técnicos, restaurantes, serviços de segurança, limpeza, turismo, entre outros.

MOVE – Rede de Artistas de Teatro de Porto Alegre

Se a cultura perde, perdemos todos e todas.
Apoie esta causa, ela também é sua!

Acompanhe a programação dos espetáculos ligados a MOVE pelo site: https://www.redemove.com.br
#redemove #movepoa #moveteatro

MOVE – Rede de Artistas de Teatro de Porto Alegre

A realidade através do olho crítico de quem a vive!

Por Maria da Graça Türck, Doutora em Serviço Social.

Principalmente para as/os assistentes sociais, o autor, José Falero, da periferia de Porto Alegre, nos brinda com o livro “Vila Sapo”. É “uma baixada espremida entre a Vila Viçosa e a Vila São Carlos” é ” um lugar sem história oficial e sem nome oficial”. Fala Falero: (…) “É curioso ter consciência dessa irreversibilidade da evolução tecnológica. Sim, é curioso, porque, em contraste, o desenvolvimento humanitário nem de longe se sustenta com a mesma facilidade e firmeza. Por alguma razão misteriosa, tudo o que é amplamente reconhecido como avanço em favor da condição humana, tanto no âmbito individual como no âmbito coletivo, tem que enfrentar forças contrárias e ameaças de retrocesso. Nada oferece resistência à dádiva dos circuitos integrados, nem oferecerá à produção em massa de processadores quânticos, mas a solidariedade, a benevolência, o amor e tudo o mais que nos eleve acima da barbárie são coisas que estão sempre em apuros, desgastando-se numa luta eterna contra a má-fé e o espírito de porco. A diferença salta aos olhos. A tecnologia é uma atleta jovem e incansável correndo livre e desimpedida, sem parar, (…); a humanidade, coitada, não passa de uma senhora aposentada e enferma da qual ninguém mais quer saber, já com sérias dificuldades para seguir em frente, às vezes levada de volta para trás por qualquer vento mais forte; uma senhora que ninguém em sã consciência apostaria que possa chegar viva até a próxima esquina”.

Nós assistentes sociais, sabemos da barbárie cotidiana…

Heavy Hour 33 – 02.04.19 – Literatura pesada! Expressão da arte para existir, remexer e não ignorar

Esta edição do Heavy Hour vem com duas figuras fantásticas da literatura contemporânea aqui de Porto Alegre – e do mundo! Natália Xavier e José Falero fazem sua prosa no Estúdio Monstro e apresentam ritmo e poesia com suas obras. Vila Sapo, de Falero, é um livro de contos que conta o dia a dia de exclusão dentro de uma zona de exclusão na Lomba do Pinheiro; já Do Inferno ao Inverno é obra de corpo puro – poesia visceral. Tem também participação de Deborah Finocchiaro, dando a letra sobre Caio Fernando Abreu do seu trabalho Caio do Céu, em circulação pela fronteira gaudéria, e Simone Dornelles, educadorartivista da Língua Brasileira de Sinais LIBRAS. No som, tem obra saída de oficina de letras de música no Quilombo do Sopapo, demais!

E o Livreiro Bolivar (51-989.050.672) com “A Colonização explicada a Todos”, de Marc Ferro.

Vamos ler, pra não se ficar falando abobrinhas homéricas por aí e se correr o risco de virar…presidente do Brasil!

Setlist:
Racionais MCs – Da ponte para cá
Doze Doses – Me Deixa Quieto
Iron Maiden – Stranger in a strange land
Wander Wildner – Without You
Hermano Chiapas – Trampo Forte
Elza Soares – A carne