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Heavy Hour 20 – 18.12.18 – o que rolou nos outros 19 programas?! Retrospectiva chinfrim do HH!

Este programa finaliza nossas produções de estúdio para um recesso merecido. Marcelão, Billy e Bruno Pedrotti falam, do Estúdio da Lua, no Coletivo Catarse, o que acharam de bacana nos Heavy Hours realizados neste ano até aqui – beeeeeem meia boca, hein?! 😉

Mas a sonzeira pegou!!! E tem participação da nossa eterna antropóloga Clémentine Maréchal, do projeto Resistência Kaingang, e dica de livro do Livrei….ops! Nada, Bolívar de férias nesta edição, mas a colega Cris Cubas traz a obra Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici, no nosso momento Bibliografia Social.

Quem quiser ouvir todos os nossos programas, curte aqui no Mixcloud mesmo a lista! Hasta!

Bloco 1
Eu Acuso! – Idade Mídia
Anthrax – Madhouse
Belchior – Como o diabo gosta
Judas Priest – Diamonds and rust

Bloco 2
Planet Hemp – Testdrive de freio de camburão
Joan Baez – Here`s to you, Nicola and Bart
Distraught – Loked forever
Led Zeppelin – The rain song
Megadeth – Dystopia

Bloco 3
Truckfighters – Majestic
ButiaDub – Confusão da Nação
Raul Seixas – Meu amigo Pedro

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Heavy Hour 19 – 11.12.18 – Cultura Hip Hop: sempre da resistência!

Negra Jaque e DJ Zonattão, as grandes presenças deste programa, que fala um pouco – o que deu! – da história do hip hop. Os blocos de som estão montados na cronologia de uma evolução do rap vindo dos states e chegando no protagonismo feminino em petardos da própria Jaque, Stefanie e TRIZ, entre outros. Zonattão, o DJ de Bento, também deixa sua contribuição com uma das faixas de seu trabalho entre scratches, mixes e samplers. No bloco Bibliografia Social, o Livreiro Bolívar (51-989.050.672) indica uma obra do Professor Adílson Moreira, “O que é racismo recreativo”. Tá forte a coisa, não é mesmo?

Apresentação de Gustavo Türck (@GustavoTurck), Billy Valdez e Marcelo Cougo.

Bloco 1
Eu Acuso! – Idade Mídia
Run DMC e Aerosmith – Walk this Way
Public Enemy e Anthrax – Bring the Noise
Dr. DRE e Snoop Dogg – The Next Episode
Body Count – Black Hoodie

Bloco 2
Negra Jaque – Deus que Dança
DJ Zonattão e Tabordex – As 3 Siamesas
Stefanie – Mulher MC
DNA – As belas rosas estão presentes

Bloco 3
Cássia Eller – Nós
38milmanos – Cotidiano Difícil
Elza Soares – O que se cala
TRIZ – Elevação Mental

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Heavy Hour 18 – 04.12.18 – O que está acontecendo na Nicarágua?!

Daniel Ortega, uma liderança da Revolução Sandinista na Nicarágua, que tirou o país do buraco na década de 1980, hoje é tratado como tirano. Mas por quê?! Virou o fio? O que está rolando nesta república centro-americana que os estadunidenses há décadas metem a mão? Neste programa, a nicaraguense Ana Marcela Sárria, socióloga e pesquisadora, traz uma perspectiva beeeem interessante – controversa, diriam os velhos comunistas daqui. Temos também, direto de lá, a participação com um depoimento de Madeleine Carácas, coordenadora universitária pela democracia e justiça, e o nosso grande e velho comunista, o Livreiro Bolívar, com mais uma dica no nosso bloco Bibliografia Social – pra falar com ele, manda recado pelo 51-989.050.672. O livro da semana é “Bibliotecas no Mundo Antigo”, de Lionel Casson.

Apresentação de Gustavo Türck (@GustavoTurck), Marcelo Cougo e Billy Valdez.

Bloco 1
Julio Reny e Expresso Oriente – Sandina
Rest in Chaos – Ego Riser
Rage Against the Machine – Testify
Dupla Penetração – Gato Preto

Bloco 2
Gladiator – Red
R.E.M. – It´s the end of the world
Jinjer – Pisces

Bloco 3
Furia Rockpauleira – Vida de Verme
Black Sabbath – War Pigs

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Filmografia Social – Mr Robot

Mais uma história de futuro distópico, como The Handmaid’s Tale – mas, no caso, poderia-se relativizar e dizer que é mesmo utópico… Mas por quê? Porque Elliot faz a revolução.

Um rapaz solitário, de realidade esquizofrênica, um gênio dos computadores, está no meio de um emaranhado que segura todo o sistema financeiro e político mundial. Elliot é um programador que passa a batalhar contra um império por dentro – mas por dentro mesmo, nas sequências de código que contrói e desconstrói, demonstrando que a liga da vida cotidiana do mundo real é muito mais virtual do que se imagina.

Mas as coisas acontecem mesmo é ali fora da tela e do sistema binário de zeros e uns, ali no escritório ele é acossado pelo chefe, em casa, tem dificuldades de se relacionar com a “família”… Aos poucos, vai-se desvendando um passado de violência que é a raiz de seus delírios atuais.

Mr. Robot é um seriado que está em sua terceira temporada, pasas no canal USA, mas é fácil de ser encontrado em aplicativos de torrent como Popcorn Time entre outros – com legendas em português, inclusive. Indispensável para entender, sim, as relações de poder atuais com o uso da tecnologia e como isso acaba por influenciar diretamente as vidas de todos.

NOSSA AVALIAÇÃO
Gênero: ficção científica/drama existencial
Temática Social: solidão, assédio, opressão social
Público-alvo: pessoas que curtem filmes como V de Vingança e Clube da Luta, que entendem de programação, de sistemas integrados, ou que se interessem por grandes conspirações e a derrubada de grandes corporações que dominam governos
Roteiro: 
(a história é confusa, porque Eliot é confuso, e o roteiro conseguiu expor isso majestralmente, só não leva os cinco sois catárticos em razão de que a complexidade atingida dificulta por vezes entender a linha temporal dos acontecimentos – e isso pode ser aborrecedor)
Dramaturgia: 
(fantástica! A estética é das melhores já realizadas, com enquadramentos que poderiam ser considerados ridículos em qualquer oficina de produção audiovisual, mas que funcionam e dizem muito sobre o ambiente que se quer retratar. As atuações do personagem principal, Elliot – Sam Esmail, o Fred Mercury do recém lançado Bohemian Rapsody -, e seu “pai” – Christian Slater, sim! – são absurdas, mas todos estão muito bem, inclusive personagens secundários que normalmente seriam insonsos)
Aprofundamento da Questão Social: 
(esta avaliação é interessante, pois considero não dar os cincos sois pela mesma razão que não daria os 3, há um aprofundamento das questões relacionadas a assédio e solidão no seriado, mas é sutil, é preciso um olhar muito atento e, ao mesmo tempo que isso pode passar despercebido exatamente por não ser mais superficial na trama, tem ação no subconsciente de quem assiste e faz tocar mais fundo)

Por Gustavo Türck

– Filmografia Social é um conteúdo apoiado pela Graturck – perícia social, consultoria e cursos (www.graturck.com.br) e é publicado simultaneamente no site/redes do Coletivo Catarse e no site/redes da Graturck todas as quartas-feiras

Heavy Hour 17 – 27.11.18 – Questão Indígena de novo em pauta, porque Bonoro odeia índios!

Programa com Roberto, do Conselho Indigenista Missionário, Clémentine Marechal, antropóloga e parceira do Coletivo Catarse no Projeto Resistência Kaingang, Iracema Gá Teh Nascimento, xamã Kaingang, e Jósimo, membro da etnia Puyanaua, do Acre. Em pauta o patrulhamento absurdo que vem sendo realizado ilegalmente por seguidores de Bolsonaro em áreas indígenas e a situação geral de desespero que toma conta dessas populações de sul a norte – mas também com espaço para valorização dessas culturas!

Apresentação de Gustavo Türck (@GustavoTurck), Marcelo Cougo e Billy Valdez.

Nosso Livreiro Bolívar (51-989.050.672) também da a sua dica de mais uma importante leitura!

Quem toca neste programa:
Bloco 1
Anthrax – Indians
Hell Bound – Black Storm
Machete Bomb – Temporada de Caça

Bloco 2
Black Moon Riders – She Dies
Primus – Lacquer Head
Heart Attack – Fight to Overcome

Bloco 3
Amitraz – Concepção
Bayside Kings – Tired of this Earth
Motörhead – In the Name of Tragedy
Legião Urbana – Índios

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