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Tainhas no Dilúvio

O Coletivo Catarse e o Cinehibisco estão em plena produção do curta-metragem Tainhas no Dilúvio, um curta-metragem com o apoio do Fundo Socioambiental CASA.
É um filme que reflete as atitudes e situações que tornam a vida na cidade uma piada de mal gosto. Coisas inacreditáveis acontecem e que se a gente coloca num filme muita gente não acreditaria. Pois vamos tentar fazer isso, retratar algumas situações as quais nos deparamos todos os dias, e que nos fazem pensar que estamos indo na contramão da construção de um ambiente sustentável. Mas, nem tudo está perdido e tem – sim! – muitas pessoas realizando pequenas mas poderosas iniciativas para transformar sua vida numa bolha de oxigênio no meio deste ambiente hostil que é uma cidade grande. Quiça esta bolha exploda e contamine tudo ao redor.

No site do projeto, além do acompanhamento das filmagens, vocês podem conferir mais detalhadamente a motivação do filme e, ainda, acessar links que selecionamos da rede, algumas iniciativas sustentáveis para serem empreendidas em ambientes urbanos.

Acesse o site Uma Tainha no Dilúvio.

Produção
Cinehibisco e Coletivo Catarse

Apoio
Fundo Socioambiental CASA

Direção
Gustavo Türck

Produção
Têmis Nicolaidis
Jefferson Pinheiro

Roteiro
Cinehibisco

Elenco
Ana Rodrigues
Gustavo Cardoso
Camila Galarza
Nena Ainhoren
Zé do Tambor
Mário Pirata
Têmis Nicolaidis
Bira dos Santos
Marcelo Pistoja

Trilha Sonora Original
Marcelo Cougo

Arte das sombras
Cia Teatro Lumbra

Rede SAFAS – Trazendo a Floresta para dentro da Roça

(Documentário – 2017 – 25’36”)

Sinopse
Plantar, manejar, consorciar, integrar. Praticar uma agricultura sustentável com a floresta. Combinar produção de alimentos com conservação ambiental. Recuperar áreas degradadas através da agroecologia. Essas são algumas das práticas e princípios dos Sistemas AgroFlorestais Agroecológicos (SAFAs). Neste audiovisual, conheceremos algumas experiências em SAFAs da Região Sul do Brasil e seus atores: agricultoras e agricultores que os cultivam, pesquisadores e pesquisadoras que buscam melhorá-los, técnicos e técnicas que os assessoram. A articulação dessas iniciativas e seus protagonistas forma esta Rede que busca conectar e dar visibilidade a essas diversas experiências, promovendo o diálogo entre pesquisa, técnica e prática para superar os desafios e inspirar o desenvolvimento das agroflorestas, trazendo cada vez mais a floresta pra dentro das roças.

Saiba mais sobre a Rede SAFAS em leap.ufsc.br/projetos/safas/ ou pelo email redesafas@gmail.com.

Ficha técnica
Este vídeo integra o projeto “Núcleos de Sistemas AgroFlorestais Agroecológicos do Sul (SAFAS)”, resultado da chamada pública MDA/CNPq nº 39/2014 (Processo 472529/2014-15). Coordenação: Prof. Dr. Ilyas Siddique (UFSC)

Roteiro e direção
Ana Carolina Dionísio e Gustavo Türck

Produção
Karoline Fendel e Camila Argenta

Caligrafia

João e Luciana estão em crise, ela decide largá-lo, João, então, vai tentar reconquistar sua namorada lhe enviando cartas escritas a mão.

Uma produção do grupo Cinehibisco, com roteiro de Gustavo Cardoso, direção de Ana Rodrigues, operação de câmera de Billy Valdez, direção de fotografia de Gustavo Türck, operação de áudio de Marcelo Cougo e elenco com Gustavo Cardoso, Têmis Nicolaidis e Eliana Mara Chiossi.

Fotos
Billy Valdez, Têmis Nicolaidis e Eliana Mara Chiossi

Hoy, de Sabástian Jantos

Em novembro, esteve por Porto Alegre o músico e cancionista uruguaio Sebastián Jantos, tocando no Auditório Barbosa Lessa, do Centro Cultural CEEE. Na percussão, Lucas Kinoshita e seu set com o Tambor de Sopapo fazendo as vezes de “bumbo”. O show fez parte do lançamento do Álbum Hoy e teve como convidados os músicos porto-alegrenses Mário Falcão, Richard Serraria e Mimmo Ferreira, além da também uruguaia Eloísa Mendez.

Fotos: Gustavo Türck

Hoy é o título do segundo CD do cantor e compositor uruguaio Sebastián Jantos. Sebastián Jantos explica que o seu novo disco “explora a fusão da canção pop eletroacústica de caráter urbano e contemporâneo com a música de raiz afro-americana a partir de uma ótica regionalista, às vezes, partindo da própria composição, utilizando-se de ritmos como o candombe e a milonga como principal elemento, e, outras vezes, tendo como parâmetro a pesquisa de timbres do mundo dos arranjos, incorporando instrumentos de nossa macrorregião, tal como o bombo leguero, tamboriles uruguaios, atabaques rio-grandenses, tambor de sopapo e viola caipira, que sustentam, junto a uma forte sessão de sopros, melodias funk, reggaes acústicos, milongones psicodélicos, ritmos de candomblé baiano e de música afro-caribenha. Um disco situado entre o presente da música global e o passado dos ritmos ancestrais e sons tribalistas. Entre o rural e a cidade portuária, entre o rio e o Atlântico.” Para registrar esse rico mosaico de ritmos, melodias e poemas em forma de letras de música, Jantos reuniu 25 músicos do Brasil e do Uruguai.

http://sebastianjantos.blogspot.com.br/2012/04/hoy.html

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Carijada em Panambi

Panambi/RS – 12, 13 e 14 de outubro de 2012
Fotos:  Jefferson Pinheiro
Texto: Gustavo Türck

Como parte integrante do Projeto Carijo – Herança do Conhecimento Ancestral na Fabricação de Artesanal de Erva-Mate, o Coletivo Catarse realizou uma Carijada em Panambi para demonstrar a produção de um chimarrão que remonta às origens do Rio Grande do Sul. Foram 3 dias de acampamento na zona rural do Município de Panambi, na propriedade do Seu Luis Pires, conhecido como Amigo, onde se constituiram todos os passos para produzir cerca de 100 quilos de erva-mate. Para isso, foram podadas completamente 8 árvores da espécie Ilex paraguaiensis, que estarão prontas para nova poda em 4 anos. Todo o processo foi tocado em ritimo de mutirão e durou todos os 3 dias (e duas noites) de evento, quando foi possível vivenciar exatamente o que se conta que seriam as carijadas de 200 a 300 anos, com direito à chamada ronda do carijo e tudo – muita prosa e música!

Tudo isso somente se tornou possível pela parceria do Coletivo Catarse com algumas pessoas e entidades, como a Prefeitura de Panambi, que auxiliou na estrutura de eletricidade do acampamento, o coletivo Casatierra, nas pessoas do Cacá e da Raquel, que ergueram banheiros ecológicos pra sustentar as necessidades de mais de 60 pessoas, e da prestatividade do Seu Luis Pires e da Dona Conceição, sua irmã, que gentilmente cederam sua área e suas acomodações para a realização da Carijada, além de participarem ativamente com todo o seu conhecimento do processo de produção (o carijo de suas terras tem mais de 70 anos!). Vale também agradecer a todo o pessoal que se fez presente, tanto de Porto Alegre quanto da região, artistas da gaita ou não, que movimentaram os dias e as noites, sem jamais deixar se perder aquela sensação que, enfim, demonstrava que tudo estava no caminho certo!

Confira uma sequência de fotos da Carijada, com algumas explicações das etapas da produção, e fique ligado que pra janeiro de 2013 se planeja fazer mais uma para fechar o projeto!