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Lançamento do documentário Ka’aguy Rupa

O coletivo audiovisual Mbyá-Guarani Comunicação Kuery, o Coletivo Catarse e a Fundação Luterana de Diaconia – FLD convidam para a estreia do documentário Ka’aguy Rupa.

Quando: 15 de novembro, quarta-feira (feriado)
Horário: a partir das 16h 30min.
Onde: Tekoá Pindó Mirim – Aldeia Mbyá-Guarani de Itapuã, em Viamão/RS
Entrada franca e gratuita

Programação:
16h 30min: caminhada orientada pela aldeia
17h 30min: roda de mate e degustação de comidas tradicionais (kaguijy, jety mbixy, mandi’o, mbojapé)
18h: apresentação do grupo de canto e dança Nhamandu Nhemopuã (Nascer do Sol)
19h: lançamento do documentário Ka’aguy Rupa (28 min, 2017, legendado em português)
Após a exibição acontecerá uma roda de conversa sobre o filme.

Como chegar:
Ônibus sai do terminal Leonardo Truda. Descer passando o Parque Estadual de Itapuã, pedir ao cobrador que avise a parada da aldeia. Subir a ladeira, Estrada Gravata 529. Ponto de referência: Posto da Corsan.

ATENÇÃO!!!
O projeto disponibilizará transporte gratuito até a aldeia. Vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo fone 51 998943098 (com Tiago) até segunda-feira, dia 13.11, às 12h (Nome completo, telefone e RG).

Sinopse:
A mata (ka’aguy) é condição para a existência dos Mbyá-guarani. Por isso, o coletivo audiovisual de jovens mbyá Comunicação Kuery decidiu fazer um documentário sobre a ka’aguy ouvindo a sabedoria dos mais velhos e registrando as aldeias onde vivem no Rio Grande do Sul. Falar sobre sua importância para a alimentação, a medicina e para a espiritualidade de seu povo:

“Nhanderu (Deus) nos criou para vivermos na mata. Tudo que tem nela nos beneficia. É de onde tiramos nosso remédio tradicional. Vivemos num lugar onde tem mata, mas já não é como antigamente porque desde que os jurua (brancos) tomaram nossas terras, eles só querem lucrar com as matas, ganhar dinheiro. Nós Mbyá-guarani somos parte da natureza, vivemos e morremos com ela. Isso os jurua não compreendem. Olhando assim parece que ela não tem muito valor, mas para Nhanderu e para nossos sábios é o que temos de maior valor no mundo”.

Tainhas no Dilúvio

O Coletivo Catarse e o Cinehibisco estão em plena produção do curta-metragem Tainhas no Dilúvio, um curta-metragem com o apoio do Fundo Socioambiental CASA.
É um filme que reflete as atitudes e situações que tornam a vida na cidade uma piada de mal gosto. Coisas inacreditáveis acontecem e que se a gente coloca num filme muita gente não acreditaria. Pois vamos tentar fazer isso, retratar algumas situações as quais nos deparamos todos os dias, e que nos fazem pensar que estamos indo na contramão da construção de um ambiente sustentável. Mas, nem tudo está perdido e tem – sim! – muitas pessoas realizando pequenas mas poderosas iniciativas para transformar sua vida numa bolha de oxigênio no meio deste ambiente hostil que é uma cidade grande. Quiça esta bolha exploda e contamine tudo ao redor.

No site do projeto, além do acompanhamento das filmagens, vocês podem conferir mais detalhadamente a motivação do filme e, ainda, acessar links que selecionamos da rede, algumas iniciativas sustentáveis para serem empreendidas em ambientes urbanos.

Acesse o site Uma Tainha no Dilúvio.

Produção
Cinehibisco e Coletivo Catarse

Apoio
Fundo Socioambiental CASA

Direção
Gustavo Türck

Produção
Têmis Nicolaidis
Jefferson Pinheiro

Roteiro
Cinehibisco

Elenco
Ana Rodrigues
Gustavo Cardoso
Camila Galarza
Nena Ainhoren
Zé do Tambor
Mário Pirata
Têmis Nicolaidis
Bira dos Santos
Marcelo Pistoja

Trilha Sonora Original
Marcelo Cougo

Arte das sombras
Cia Teatro Lumbra

Estudante afastada da UFRGS denuncia perseguição política

(Entrevista – 2017 – 09′ 55”)

Sinopse
A estudante Lorena de Castilhos, afastada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul denuncia perseguição política e diz que continuará cursando geografia.

Nota que a UFRGS nos enviou sobre o caso.

Quanto aos procedimentos de análise socieconômica, a UFRGS esclarece:

É realizada a análise socieconômica de candidatos ao ingresso por reserva de vagas nas modalidades L1 (candidatos egressos do sistema público de ensino médio com renda familiar BRUTA mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo nacional per capita) ou L2 (candidatos egressos do sistema público de ensino médio com renda familiar BRUTA mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo nacional per capita autodeclarado preto, parto ou indígena); tendo como referência o salário mínimo nacional vigente quando da inscrição no processo seletivo.

Em 2016, passaram pela análise socieconômica nas modalidades L1 e L2 cerca de 1.500 candidatos. Destes, em torno de 180, considerando os diversos chamamentos, fizeram a matrícula em caráter precário, para que não houvesse prejuízo no acompanhamento do semestre letivo, enquanto a equipe Multidisciplinar de Análise da Condição Socioeconômica realizava uma criteriosa análise de toda a documentação apresentada pelos candidatos, a fim de que fosse verificado o atendimento aos requisitos legais. Essa equipe é constituída por técnicos de várias formações, incluindo contadores e assistentes sociais.

Durante a análise, se necessário, são feitas entrevistas que possibilitam, inclusive, que os candidatos apresentem documentos complementares solicitados pela Comissão. Conforme o edital do Concurso Vestibular, o candidato deverá enviar os documentos no prazo determinado sob pena de perda vaga.

Uma vez cumprida a entrega de documentos nas sucessivas oportunidades que a Universidade concede até a conclusão da análise, o parecer de não homologação somente é aplicado se constatado que a renda bruta mensal familiar per capita ultrapassa o limite de 1,5 salário mínimo nacional. Ainda assim, é previsto o direito de recurso por via administrativa dentro dos prazos regulamentares.

A UFRGS não expõe publicamente documentos ou se pronuncia sobre o teor dos processos interpostos por candidatos a fim de garantir o sigilo das informações pessoais do interessado.

Entrevista e edição
Tiago Rodrigues e Jefferson Pinheiro