15 anos de Heavy Metal

A banda Mortticia natural da cidade de Alegrete/RS, no último dia 15 de novembro celebrou seus 15 anos de tragetória na 6ª edição do MORTTFEST, festival que a própria banda sustenta anualmente para fortalecer parcerias, fazer novas amizade e dispor de um evento com qualidade estrutural para as bandas da cena underground se apresentarem e está última edição aconteceu no Nosso Tap Room no 4º distrito em Porto Alegre. Além do show da anfitriã que embalou em alto, bom som e posicionamento politico com seu repertório com sons do álbum A Light In The Black e seus últimos singles lançados Mother (2024) e Mistakes (2025), na finaleira do set a música Life Is On (One Flower) contou com a participação de Tom Zinsky vocalista da banda It’s all Red. Mas a noite não foi só da Mortticia ela foi recheada com muito som pesado de diversos subgêneros do Metal, com shows das bandas. The Truck on Fire’s Band, com um autêntico Heavy n’ Roll: peso, swing e ironia, com o timbre de vocal lembrando muito Type O Negative. A banda Código Penal com seus 25 anos misturando rap, hardcore/metal e muita consciência social em suas letras. E fechando a noite quem ferveu o palco foi a banda Exequator, banda de Bagé/RS fortalecendo o intercâmbio entre as cenas underground do estado executando com grande maestria seu metal com variações de rock progressivo direto do extremo sul do estado. Mas o MORTTFES não foi só show de Metal. Teve ainda merch das bandas e mais banca da blackbag666, chaveiros.horror e flash tattoo com a carollunard. O evento foi uma realização da @defendersoftherage com apoios da Back In Black , Chaveiros Horror, Estúdio José Florêncio, Ethnos Rock, O Subsolo , Open Stage e Hell Yea Music Company. Segue aquele álbum com fotos de Billy Valdez do Coletivo Catarse. Esta cobertura foi em parceria com o portal O’Subsolo.

Cheiro de Enchente chega a Santa Maria

Na última quarta-feira (12/11), o Cineclube da Boca – projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) na ativa desde 2016 – abriu as portas para a exibição do documentário “Cheiro de Enchente”. A sessão, capitaneada pelo professor Gilvan Dockhorn, contou com debate sobre a arte como forma de expressão para o que nos desacomoda e como registro de memória/manifesto. O jornalista Homero Pivotto Jr., vocalista da Diokane, participou in loco do bate-papo abordando o processo de criação da peça de “ódiovisual”, da música em si e os desdobramentos desses fazeres. O editor de vídeo Billy Valdez, baixista da banda, também integrou a discussão por meio de um vídeo gravado no qual falou sobre questões técnicas e estéticas do doc/clipe, bem como sobre a força do conteúdo e o trabalho do Coletivo Catarse – cooperativa de produção cultural e audiovisual da qual faz parte e parceira na produção do documentário. Foi uma oportunidade interessante para furar bolha, já que o público não era necessariamente de adeptos dos sons tortos e ruidosos, mas sim de estudantes e professores com interesse em falar sobre a maior tragédia climática do RS e em entender questões práticas da montagem de uma obra documental com tema sensível. Texto: Homero Pivotto Jr.Fotos: Paulo Henrique Teixeira Mais sobre o documentário você pode ler na matéria de lançamento. Assista ao documentário aqui.

“Os Cães que ladram será que vão parar?”

No último sábado, dia 4 de outubro de 2025 o Planet Hemp realizou seu último show em 30 anos de estrada aqui na cidade de Porto Alegre, após anunciar o fim das atividades a banda esta em tour com a “Última Ponta” circulando pelo Brasil.E pensar que ano passado eu vi meu primeiro show do PH (pode acessar a cobertura aqui) e agora em 2025, meu segundo e talvez último? É até difícil acreditar, mas pelo menos tive essa oportunidade de viver dois shows deles, já que eles são uma das bandas responsáveis por me formar e moldar como jovem adolescente “rebelde” e “contra o sistema imperialista” na virada dos anos 90 para os 2000 em Santa Maria, escutava muito eles antes de sair pros rolês de skate.Mas os anos passam o Planet foi e voltou algumas vezes, mas nunca tive a oportunidade de ver eles ao vivo. De adolescente vamos virando jovem “adulto”, adulto “jovem”, o skate não segue mais presente, mas o som e a ideologia ficou encrostada e graças ao caminho que tomei, tive oportunidade de estar nos dois últimos shows e registrar ambos. Mas não vou me alongar. Segue a baixo a cobertura completa realizada em parceria com o portal Scream & Yell e na sequência aquele álbum de fotos completo. “É nosso último show em Porto Alegre e é um dia importante pra caralho. Essa cidade é importante pra gente”, lascou o vocalista Marcelo D2, em algum momento das mais de duas horas de apresentação na capital gaúcha.Para seguir com esta resenha, o escriba parafraseia – e adapta – os sagazes homens-fumaça: acenda um e leia o que eu vou lhe escrever. ‘Dig Dig Dig’ (faixa da qual foi tirada a citação da frase anterior), inclusive, foi a que abriu o show. Clique na imagem para acessar a cobertura com o texto completo de Homero Pivotto Jr, para portal Scream & Yell. Texto introdutório e fotos por Billy Valdez.

Dj Piá “in da house” com a Oficina de Hip hop – discotecagem e história

Nesse setembro, completamos mais uma oficina em parceria com o DJ Piá. Durante 2 meses, recebemos semanalmente na Comuna do Arvoredo as aulas da ” Oficina de Hip hop – Discotecagem e História com Dj Piá”, que integra o projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS. Alem de aprenderem, na prática, as técnicas de discotecagem, os oficinandos tiveram momentos de troca de saberes e informações da história da música negra, voltada ao seguimento do hip-hop, trazendo uma linha do tempo do que estava acontecendo no exterior e, ao mesmo tempo, no Rio Grande do Sul e Brasil. Os alunos também contaram com uma aula sobre acessibilidade, com a nossa parceira Simone Dornelles. E a grande surpresa estava no final. Ao término da oficina, quem se sentiu seguro pôde colocar em prática o aprendizado de discotecagem numa festa de enceramento, que aconteceu em 19 de setembro, uma sexta-feira, durante dia de Maria Maria Espaço Cultural, que transformou a nossa Garajona em uma grande pista de dança. * Projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)” tem ainda na sua proposta a previsão (já em execução) de pelo menos 40 atividades culturais diversas na Comuna do Arvoredo, em coprodução com a Maria Maria Espaço Cultural até maio de 2026. Fiquem ligados nas nossas redes! Seguem alguns registros feitos durante a oficina e da festa de encerramento. Oficina Festa de Encerramento Fotos: Billy Valdez

Banda Neptunn lança videoclipe do single Neptunn Rise

A banda gaúcha de Death Metal Neptunn lançou no dia 10 de agosto um novo single, Neptunn Rise, acompanhado de um videoclipe que contou com a produção dos cooperados Billy Valdez e Bruno Pedrotti, do Coletivo Catarse, em mais uma parceria com o grupo. O resultado traz os músicos tocando em uma espécie de “vazio” habitado por Netuno, que vem buscando por sua ascensão, como se estivesse em uma constante reflexão de sua existência atrás de autoconhecimento e evolução. Confira os registros da maquiagem artística, que, por quatro horas, contou com a dedicação e talento da profissional Kaiane de Almeida, e do processo de filmagem do videoclipe (link ao final). O videoclipe foi filmado em dois dias, tendo contado com duas distintas locações, com gravação das imagens da banda no Estúdio Legato. As gravações do personagem Netuno transformaram a Garajona da Comuna do Arvoredo em um “cubo preto” para a captação das imagens. Além da produção do videoclipe, o Coletivo Catarse foi responsável por uma sessão de fotos promocionais com a banda e com Netuno. Confira! Direção de fotografia e captação das imagens pelo cooperado Billy Valdez. Assista Neptunn Rise. Ficha técnicaMúsica: Neptunn RiseMixagem: Renato OsórioGravação da bateria: Thiago Caurio no Black Stork Studio VideoclipeDireção e edição: Bruno FogaçaDireção de fotografia: Billy ValdezAuxiliar de produção: Bruno PedrottiMaquiagem artística: Kaiane de AlmeidaAtor: Carlos Loureiro Formação atual da NeptunnLarissa Pires: vozNathália Ernst: baixoMatheus Montenegro: bateriaRafael Giovanoli: guitarra Texto: Billy ValdezRevisão: Anahi Fros

“Cheiro de Enchente”, novo single da Diokane, verte a agonia da maior tragédia climática do RS

Por Homero Pivotto Jr. Em meio ao caos que se alastrou com a enchente que atingiu o Rio Grande do Sul em maio de 2024, um forte odor vindo do lodo e dos detritos, carregados de sedimentos variados – como animais mortos e esgoto –, deixou a maior tragédia climática do Estado ainda mais perturbadora. É esse o mote de “Cheiro de Enchente“, novo single da banda porto-alegrense Diokane. A composição é um relato do que se viu e sentiu durante a enxurrada de horror, com base, principalmente, no que foi testemunhado ou mostrado na imprensa em Porto Alegre e arredores. Um documentário/clipe com imagens da catástrofe e depoimentos de quem sofreu diretamente as consequências da inundação acompanha o lançamento. Até mesmo as cenas em que a banda aparece tocando tiveram como cenário um dos inúmeros locais alagados na capital gaúcha. Foto: Leandro Monks No documentário, os personagens que narram como foram impactados pelo dilúvio são familiares e amigos da banda – mostrando que vítimas da catástrofe estão por todas as bolhas. A amostragem, ainda que pequena, ilustra números assustadores sobre a magnitude do evento climático que não poupou gente nem bicho. Foram 478 dos 497 municípios gaúchos atingidos, conforme a Defesa Civil do RS. Houve impactos para cerca de 2,4 milhões de pessoas (entre as que precisaram deixar suas casas e as que tiveram interrupção de serviços), com mais de 180 mortos e 25 desaparecidos. Além disso, o governo do Estado estima cerca de 20 mil animais resgatados. As áreas mais afetadas incluem Vale do Taquari, Porto Alegre e Região Metropolitana. Na capital e cidades vizinhas, boa parte dos atingidos era gente pobre e/ou negra, conforme o Observatório das Metrópoles. Sobre a música, mas não só A composição foi gravada no Black Stork estúdio, com produção de Thiago Caurio (baterista da Atomic Elephant). Já a mixagem e a masterização ficaram sob responsabilidade de Renato Osório, guitarrista da Atomic Elephant e produtor que já trabalhou com Híbria, Distraught, Leviaethan entre outros. O vocalista da banda Pull The Trigger, Tiago “Taz” Freitas Severo, 44 anos, faz participação na faixa. Ele é morador da Vila Farrapos, Zona Norte de Porto Alegre, e perdeu praticamente tudo que tinha na residência em que morava com os pais e a filha, precisando sair resgatado por um barco. Taz canta junto o refrão: “O cheiro da enchente / mal-estar evidente / da náusea à dor / desamparo latente”. Descrever a percepção olfativa do que se sentiu durante e após a enchente é uma tarefa complexa. Para a presidente da Fundação Gaia, a bióloga Lara Lutzenberger (filha do ambientalista José Lutzenberger), houve um agravamento substancial do odor relacionado à catástrofe. A razão é a mistura tóxica e pestilenta com todo o tipo de lixo e materiais perigosos que as águas encontraram no caminho. “Na enchente dos anos 1940, não havia nada disso, e os danos se ‘limitaram’ ao alagamento, sem ampla contaminação associada. Os componentes orgânicos que se misturaram no coquetel do ano passado, que também foram mais abundantes que em outras épocas – incluindo esgoto por falta de redes de saneamento adequadas – proliferaram algas e bactérias em grande quantidade. Isso se revelou no mau cheiro” – elucida Lara. A fetidez cessou conforme as estruturas que resistiram às chuvas foram secando e sendo limpas, mas as marcas do pé-d’água descomunal permanecem. Não apenas nas paredes ainda encardidas com as indicações da altura em que a inundação chegou, como também na memória de quem sofreu com a força da natureza. Essas recordações estão registradas em “Cheiro de Enchente”. Para ilustrar o tamanho da catástrofe que veio do céu, “Cheiro de Enchente” chega acompanhada de um documentário produzido em parceiria com o Coletivo Catarse e ao final o desfecho é em formato de videoclipe. A produção audiovisual é dirigida pelo baixista Billy Valdez, cooperado do Coletivo Catarse, na fotografia, operação de câmera e assistência de direção de Leandro Monks. A obra apresenta depoimentos de vítimas da enxurrada, bem como cenas do cataclismo misturadas com takes da banda tocando.  As imagens do grupo ao vivo foram captadas no Áudio Porco, estúdio no bairro Cidade Baixa, região central de Porto Alegre. No local, o refluxo do esgoto e a água que o sistema de bombeamento não deu conta de escoar, fizeram com que o líquido empesteado chegasse a aproximadamente 1m20cm dentro do estabelecimento – que fica abaixo do nível da rua. O estrago obrigou o empreendimento a interromper os serviços por cerca de 60 dias e demandou investimento não previsto para reformar o mobiliário atingido. Testemunhos da destruição A operadora de OPLS Vanessa Giovagnoli dos Santos, 47 anos, moradora do Mathias Velho – periferia de Canoas e um dos pontos que mais sofreram com a tragédia em todo o RS –, relaciona o bodum ao luto: A casa em que ela ainda vive com a mãe – a pensionista Silvana Giovagnoli, 66 anos – e o filho Lucas Giovagnoli, 12, ficou submersa por cerca de seis metros, com praticamente tudo o que havia dentro inutilizado pelo encharcamento. Agora, a família busca deixar o imóvel em que residiu por boa parte da vida, com medo de passar pelo pesadelo outra vez.  “A gente continua traumatizada. É algo que não vai passar logo. Eu não consigo nem dormir quando tem barulho de chuva. Se for possível iremos para outro lugar, queremos sair daqui”, frisa Silvana. Perdas materiais também acometeram a secretária administrativa e coproprietária do InkPact Tattoo Gallery Carina Nascimento Giehl, 35 anos, e o tatuador Fernando Antônio “Tampa” Giehl, 40. O casal teve a casa em que morava, no bairro Fátima em Canoas, invadida por cerca de dois metros de água. O espaço profissional, no bairro São Geraldo (zona norte de POA) não foi poupado – ainda que com nível de alagamento menos elevado do que na residência. “Ficamos um mês fechado com água dentro e mais um mês de limpeza. Foram cerca de cinco ou seis lavagens para sair o cheiro, que só parou mesmo depois de lixarmos o piso umas três vezes”, recorda o artista, que saiu de Curitiba …

Trapos e Farrapos – Negrinho resgata ancestralidade

O grupo de teatro Trupi di Trapu está em cartaz com o espetáculo Trapos e Farrapos – Negrinho dentro das celebrações de seus 17 anos de trajetória. A peça infantojuvenil conta a lenda de Negrinho do Pastoreiro, bastante popular no folclore da Região Sul do Brasil – um conto clássico da oralidade cuja origem se dá no século XIX e é associada ao fim do período de escravidão no país. Esta é uma história sobre um menino escravizado que, após ser duramente castigado por seu patrão, recebe um milagre e passa a ser um protetor de objetos perdidos. Uma obra construída e contada de forma lúdica, em alguns momentos divertida, mesclando elementos e técnicas de teatro de sombras, bonecos, danças e cantos, com muito dinamismo, cores e figurinos bem trabalhados e detalhados. Ao mesmo tempo em que conta sobre a escravidão e a crueldade dos senhores de engenho, o espetáculo traz falas contemporâneas, trazendo reflexões sobre o racismo, a exploração do trabalho e abusos de poder por quem o detém – assuntos infelizmente muito presentes na sociedade atual. Outro ponto que chama atenção é que o espetáculo traz elementos da cultura afro para um papel de destaque, de grande presença na história, com o Negrinho seguidamente interagindo com Mãe Oxum – e ela atendendo a seus chamados, ou seja, uma quebra com a visão comumente explorada de pedidos de auxílio à Virgem Maria, por exemplo, claramente descolando-se, portanto, o enredo que envolve o menino da religião católica. Trapos e Farrapos – Negrinho prende a atenção de crianças e adultos, uma imersão cultural rica e divertida que segue em cartaz nos dias 9 e 10, 16 e 17 de agosto, aos sábados e domingos, na Sala Álvaro Moreyra, em Porto Alegre. Após, a peça segue para o Teatro Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mario Quintana, com apresentações marcadas para os dias 22, 23 e 24 de agosto. Segue as redes do grupo para mais informações e novidades. Te programa e vai prestigiar! A Trupi di Trapu e a cultura popular agradecem. – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – A cobertura deste evento integra o histórico apoio do Coletivo Catarse / Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre a este tipo de iniciativa cultural. Grande parte dos ensaios da peça ocorreram na Comuna do Arvoredo, na sede do Ponto. Texto e fotos: Billy ValdezEdição: Anahi Fros FICHA TÉCNICA:Autor: Anderson GonçalvesEncenação: Ajeff Ghenes, Alessandra Souza e YanniksonDireção Artística: Anderson GonçalvesDireção de sombras e figuras: Têmis NicolaidisDireção musical e trilha sonora: Alan BarcelosMúsica “Viajante dos Pampas”: letra de Lorena SanchezVoz em “Pastoreio de Oxum”: Marietti FialhoBonecos, cenário e adereços: Anderson Gonçalves, Mari Falcão e Ajeff GhenesMáscaras: Atelier Lu AntunesFigurinos: Mari Falcão e Ajeff GhenesIluminação: Vigo CigoliniProdução: Trupi di Trapu – Teatro de Bonecos

Chuva e forró: a Festa Julina das Marias

Desta vez, nem a chuvarada impediu a diversão! No último sábado (26/07), aconteceu a Festa Julina do Maria Maria Espaço Cultural, uma já clássica festa esperada pelos frequentadores do local e da comunidade. Aliás, foi por causa da chuva que a festa não foi junina, já que a data inicial, no final do mês passado, teve que ser adiada devido à previsão forte de intempéries que circulava na cidade. E o público compareceu mesmo assim. O espaço ficou quente, e o forró tomou conta da garajona na Comuna do Arvoredo, ocupado pelas Marias de quinta a sábado. A festa começou com aula experimental do professor e dançarino Giovanni Vergo do Nós-Dança de Salão, comandando uma playlist contagiante. Após, o embalo do arrasta pé ficou por conta do grupo Forró Fuá. Confira algumas fotos do cooperado Billy Valdez dessa noite divertida. A atividade integra o projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS. Neste projeto estão previstas – e já em execução – pelo menos 40 atividades culturais diversas na Comuna do Arvoredo, em coprodução com a Maria Maria Espaço Cultural, até maio de 2026, entre outras ações. Texto: Billy Valdez Edição: Anahi Fros

Ao vivo no Maria Maria #16 – Nil Tavares

No dia 27 de março Nil tavares se apresentou no Espaço Cultural Maria Maria, embalando o público com um repertório de músicas autorais.A noite foi embalada pelo lançamento do single “Samba aos Quilombos”, já disponivel nas plataformas de streaming. No vídeo abaixo, marcando o Ao vivo nas MArias #16, confira a música Paixão por Mercadoria. AO VIVO no MARIA MARIA é uma produção do Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, em realização junto ao Maria Maria Espaço Cultural, ambos com sede na Comuna do Arvoredo (Porto Alegre, Rua Fernando Machado, 464).Gravado em Porto Alegre, 27/03/2025.Imagem: Bruno PedrottiEdição: Billy Valdez. Esta proposta foi fomentada pelo PROGRAMA RETOMADA CULTURAL RS – BOLSA FUNARTE DE APOIO A AÇÕES ARTÍSTICAS CONTINUADAS 2024.

“Live Fast, Die Old”, álbum de estreia de Jaydson, sai nesta sexta-feira (11)

Realizamos mais uma “empreitada” em parceria com o músico Jaydson, desta vez foram as fotos promocionais para o lançamento do álbum de estreia “Live Fast, Die Old“A pegada das fotos tiveram referencia em classicas fotos classicas de bandas iconicas do Punk rock como Rancid e Minor Thread, ou seja fotos em escadas e poses que remetem uma homenagem a estas bandas.E uma das locações para essas fotos foi o nosso proprio espaço na Comuna do Arvoredo, onde possuimos alguns vizuais de escadas, também realizamos uma percorida na famosa escadaria da “Duque”.Confira as fotos do realizadas pelo cooperado Billy Valdez com produção do parceiro Homero Pivotto. Confira abaixo o serviço do show de lançamento do álbum e informações sobre a produção. “Live Fast, Die Old”, álbum de estreia de Jaydson, entra em todas as plataformas nesta sexta-feira, 11 de abril (pré-save clicando na imagem ao lado).As nove músicas do disco fazem uma crônica das vivências do artista e compilam suas referências musicais acumuladas desde a adolescência. Os três singles já disponibilizados (‘I Don’t Wanna Die Young’, ‘Camisa Amarela’ e ‘Filme do Almodóvar’) dão uma ideia de o que esperar do play completo. Ouça as faixas já lançadas aqui.As nove músicas do disco fazem uma crônica das vivências do artista e compilam suas referências musicais acumuladas desde a adolescência. Os três singles já disponibilizados (‘I Don’t Wanna Die Young’, ‘Camisa Amarela’ e ‘Filme do Almodóvar’) dão uma ideia de o que esperar do play completo. Ouça as faixas já lançadas aqui.Para materializar as composições, Jaydson – que canta e toca guitarra – aliou-se a músicos experientes da cena gaúcha: Marcel Bittencourt (que assumiu o baixo e a produção das faixas), Renato Siqueira (bateria) e Rodrigo Ferreira (guitarra). Instrumentalmente, o quarteto passeia pelo punk rock, hardcore melódico, grunge e rock alternativo. Nirvana, NOFX e Júpiter Maçã estão entre as influências.Mais informações em https://www.jaydson.comTexto: Homero Pivotto. Lembramos que recentemente produzimos junto com Jaydson o o videoclipe de Filme do Almodóvar, faixa integrante do álbum de estréia.