Empoderamento e bem comum, a experiência de uma outra economia possível

Ao longo deste ano, o Coletivo Catarse está envolvido no projeto Mulheres Negras no RS: Empoderamento e Bem Comum, desenvolvido pelo CAMP em parceria com o Ministério da Trabalho e Emprego/Secretaria Nacional de Economia Popular Solidária, fruto de emenda parlamentar das Deputadas Federais Reginete Bispo, Maria do Rosário e Alexandre Lindenmeyer (TF 959059/2024). A iniciativa tem o objetivo capacitar para geração de trabalho, renda, cidadania e fomento ao associativismo e de coletivos em municípios da RMPA (região metropolitana de Porto Alegre) e do interior do Rio Grande do Sul. Dentre várias iniciativas, o Coletivo Catarse vem a somar com a produção de uma série de audiovisuais sobre experiências em economia solidária. No primeiro episódio da série ‘Empoderamento e bem comum’, tratamos da ‘Autogestão’, acompanhando o Programa de Formação continuada promovido pelo CAMP, no Instituto Josué de Castro, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em Viamão – Assentamento Filhos de Sepé, nos dias 26, 27 e 28 de maio de 2026. Também visitamos a Loja Produção da Gente em Viamão, e pudemos conhecer o espaço da loja, além de entender um pouco mais sobre a gestão da iniciativa. Confira o vídeo sobre a Loja Produção da Gente (Viamão)https://www.instagram.com/p/DZ-BDeUz2JF/ Nos próximos meses, espera-se a produção de mais de 10 vídeos curtos como estes. O projeto prevê, também, a produção de um documentário de até 15 minutos, que terá como protagonista a Zara, uma boneca que sai numa jornada para entender o seu valor dentro da economia popular e solidária. A Zara foi feita e batizada pela Lisbet dos Santos Pinheiro, artesã da FESPOPE (Fórum de Mulheres Negras na Economia Popular e Solidaria). Como empreendimento de economia solidária, temos a capacidade de articular essas pontes de trabalho, assim como o CAMP, potencializando projetos e tornando coerente o fazer dentro das nossas áreas de atuação. Confira nas redes sociais os próximos vídeos frutos desta parceria: @coletivocatarse e @campbemviver.

Talk Exu #05 – Retomada Territorial

Neste último sábado, contando com transmissão ao vivo simultânea nos canais no YouTube do Coletivo Catarse (@coletivocatarse) e da A Voz do Morro (@avozdomorro88.3), o Talk Exu retomou suas atividades no ano e chegou ao seu 5° episódio com o tema “Retomada Territorial”, abordando as ações de resgate de territórios pertencentes aos povos originários por direito ancestral, mas que foram usurpados por não indígenas. Esta edição aconteceu na Retomada Gãh Ré, Morro Santana, em Porto Alegre. Os convidados para o bate-papo foram Gãh Té, liderança Kaingang, kujá e cacica da própria Retomada; Laércio Guarani, representante da Retomada Nhe’engatu, em Viamão; Tânia Silva, ativista e moradora do Morro Santana; e Kapri, também liderança Kaingang. A atração artística ficou por conta de Marina Mar, cantautora, performer e poeta, que tem como eixo o corpo-voz e o canto-dança na matriz de suas performances. A direção geral do Talk Exu #05 foi de Têmis Nicolaidis, com direção técnica de Gustavo Türck, apresentação e produção de Marcelo Cougo, assistência de produção de Lorena Sánchez e operação de câmeras de Billy Valdez e Bruno Pedrotti. Assista aqui abaixo ao episódio! Fotos: Lorena Sánchez, Billy Valdez e Marcelo Cougo O Talk Exu é uma atividade autônoma do Coletivo Catarse, e este episódio faz parte do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva. Confira outras edições do talk show, clique aqui.

Reexistência Rutz

O Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre e o Coletivo Catarse tem uma longa trajetória de parceria com a Kuja Gãh Té, liderança espiritual e política do povo Kaingang e da Retomada Gãh Ré, no Morro Santana. Legitimados por essa trajetória Gãh Té e o Ventre Livre foram contemplados na Chamada Pública Agentes Culturais da Ancestralidade, promovida pelo Pontão de Cultura Axêmiré.Desse modo as atividades que são realizadas de forma rotineira pela Mestra passam a ser reconhecidas com uma bolsa que ajudará a manter e ampliar essa atividades.Dentro dessa lógica, de troca de conhecimentos e integração com a comunidade, a Retomada Gãh Ré e a Mestra Gãh Té, junto com o coletivo Preserve Morro Santana, receberam a atividade sobre a importância socioambiental e histórica do Morro Santana, incluindo as dimensões geomorfológicas do morro e sua ocupação pelo povo Kaingang. Realizada nos dias 16 e 17 de maio, a atividade teve a participação da comunidade, de estudantes e professores da UFRGS, e serviu de formação para condutores nas ecotrilhas realizadas no Morro Santana.A saída de campo – Mestrado de desenvolvimento rural na retomada indígena Kaingang Gãh Ré, no Morro Santana, foi uma experiência importante de aprendizado e reflexão. Através das falas da Mestra Iracema Gãh te Nascimento, foi possível compreender a relação do povo Kaingang com o território, a ancestralidade e a resistência cultural. A atividade aproximou os conteúdos estudados na universidade da realidade vivida pelas comunidades indígenas, mostrando a importância do respeito aos saberes tradicionais, da memória coletiva e dos direitos dos povos originários.Nesse dia também foi realizada uma cerimônia de plantio de uma muda de araucária, árvore sagrada para o povo indígena, simbolizando a permanência no território do querido Tio Rutz, ativista e morador da comunidade e que nos deixou recentemente. Gãh Té e Julinho, filho de Tio Rutz, celebraram a vida, a alegria e o cuidado que sempre guiou o nosso amigo, que agora está eternizado nas raízes, tronco e frutos da árvore símbolo da resistência Kaingang. Texto: Marcelo CougoFotos: Luis Gustavo Ruwer

Lançamento do livro “Fé e Política: ensaios de uma vida peregrina”, de Selvino Heck

Na quinta-feira, 21 de maio, a Maria Maria Espaço Cultural, em atividade com o Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre (Comuna do Arvoredo, Rua Cel. Fernando Machado, 464 – Centro Histórico de Porto Alegre), recebeu o lançamento desta publicação que reúne reflexões, artigos e escritos produzidos ao longo de mais de cinco décadas da vida de Selvino – com temas que abordam fé, política, justiça social e compromisso com o bem comum. Em tempos em que a religião muitas vezes é usada para justificar preconceitos, violências e exclusões, o livro propõe uma reflexão necessária sobre uma espiritualidade comprometida com a transformação social, a dignidade humana e a construção de uma sociedade mais justa e solidária. “A minha origem familiar tem muito a ver com o trabalho de comunidade, da ponta, na base. Desde sempre, na Linha Santa Emília, em Venâncio Aires, de onde eu sou natural, da minha família. Depois, eu fui para o seminário, fui Frei Franciscano grande parte da minha vida, e, na militância estudantil, especialmente na pastoral juventude, eu comecei a relacionar a fé com a política, a política com a fé. Não como instrumentalização, mas exatamente no sentido de fazer com que a fé esteja revestida de uma política e de uma causa comum, a solidariedade. E que a política esteja sempre junto com a ética. Não se faz política sem ética, muito menos se faz política sem mística. E como dizia o Papa Francisco, também a política tem que estar acompanhada de ternura. Portanto, esse meu livro tem tudo a ver com a minha vida, com a minha militância, com os meus sonhos, com o sonho de uma sociedade livre, justa, igualitária, uma sociedade do bem viver. Isso se faz tendo os valores da fé na linha de frente e a política com o sentido de comunidade, de abraço, de companheirismo, de estar junto, de lutar por um mundo melhor, um mundo justo, um mundo digno, de dignidade para todas e todos, especialmente nesses tempos em que estamos vivendo. E é o meu primeiro livro solo também, com meus textos desde os anos 1970. E fazer esse lançamento no Maria Maria foi importante. Eu já estive muitas vezes, é um lugar especial para mim, gosto muito de lá, muita afetividade, muito companheirismo, dá para ficar na rua, dá para conversar, dá para dançar, dá para cantar, dá para declamar poesias, é muito bom isso. Ainda mais com o Ponto de Cultura Ventre Livre, porque a fé e a política têm que ser animadas culturalmente, têm que estar vinculadas à mística, a uma forma de fazer política culturalmente, de abraço, de ninguém soltar a mão de ninguém. Por isso, o ponto de cultura, de liberdade, de justiça, de dignidade da pessoa humana, é algo fundamental.“ Natural de Venâncio Aires (RS), Selvino Heck tem uma trajetória marcada pela militância social, pela educação popular inspirada em Paulo Freire e pela atuação junto aos movimentos sociais. Foi deputado estadual constituinte no Rio Grande do Sul, participou da fundação do CAMP, da CUT e do MST, além de atuar como assessor da Presidência da República nos governos Lula e Dilma. Para mais imagens do dia do lançamento, clique aqui. O livro ainda está em circuito de lançamentos, mas, para adquirir, entre em contato com Loiva (+55 51 99810.1034). Fotos: Daniela Tolfo (Maria Maria) * O lançamento é parte da programação do eixo Maria Maria Espaço Cultural, sendo ação do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva.

Encontro nacional de educadores Freireanos em Porto Alegre

O movimento Café com Paulo Freire, formado em anos obscuros para a democracia brasileira, como uma frente de apoio contra os ataques que este ideólogo da educação brasileira sofria indiscriminadamente, reuniu em Porto Alegre cerca de 85 pessoas de todas as regiões do Brasil para um momento presencial de construção de rede. Apoiado em emendas parlamentares das deputadas Maria do Rosário e Reginete Bispo, foi possível realizar este encontro em 3 dias (24, 25 e 26 de abril) no CEPERS Sindicato. Ali, cada café teve o seu espaço para se apresentar aos outros, reflexões foram construídas a partir das exposições e um caminho de futuro foi traçado para a continuidade do movimento – considerado, inclusive, de abrangência internacional. O Coletivo Catarse esteve presente fazendo a transmissão ao vivo e gravando alguns momentos da integração dos participantes. A seguir, através do Canal Café com Paulo Freire no Youtube, é possível conferir como foram esses 3 dias:

Três anos de “Marias”

O sábado, 7 de março, que antecedeu o importantíssimo e necessário 8M, marcou o aniversário de três anos de existência da Maria Maria Espaço Cultural, que reside de quinta a sábado na Garajona da Comuna do Arvoredo, na Rua Fernando Machado, Centro Histórico de Porto Alegre. A agenda é conduzida pelas irmãs “Tolfo”, Marcia e Daniela, e conta com uma rede de apoio de diversas amigas, incluindo Tiane, irmã das gurias. A Maria Maria é pensada para todes, visando a apoiar e fomentar a cultura, diversidades sonoras e artisticas, desde jantares temáticos, passando por reuniões, grupos de conversa, lançamentos de livros, filmes, trasmissões ao vivo e diversas formas de trabalhos ligados à cultura e aos movimentos sociais. E, na festa de aniversário, não foi diferente. A celebração contou com os brechós O Cata Roupas e Victória brecho e floricultura, junto aos artesanatos da FESPOPE. Entre as atrações artísticas, esteve o rap e a poesia falada de Kainã, além do grupo Versão Brasileira. Na cozinha, além das clássicas pizzas das Marias, foi preparado um saboroso cuscuz pelas mãos da cozinheira Kyzzzy Rodrigues, que sempre se faz presente no já conhecido Jantar Afro. O terceiro ano das Marias também marca um ano de muita programação cultural sendo realizada no espaço, dentro do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva. Foi uma noite de celebração e fortalecimento da luta e da cultura de rua. Maria Maria, sempre de portas abertas! Fotos e texto: Billy ValdezEdição: Anahi Fros

Do Morro à Cordilheira: Documentário sobre o XV ELAOPA está disponível no YouTube

Antes tarde do que mais tarde! Após alguns meses de espera, está disponível para o público, na plataforma YouTube, o documentário Do Morro à Cordilheira, uma produção realizada em colaboração entre a rádio comunitária A Voz do Morro e o Coletivo Catarse. O filme registra a trajetória de uma delegação de moradores do Morro Santana, de Porto Alegre, que viajou até Santiago, no Chile, para participar do XV Encontro Latino-Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA) em janeiro de 2025. Além do documentário principal, é possível assistir o vídeo “Muralismo em Santiago”, que aborda a conexão histórica e estética entre o muralismo chileno e o muralismo brasileiro, revelando as pontes simbólicas e políticas que atravessam as Américas. Este projeto integra a rede Coletivos Reunidos da América Latina (CORAL), da qual fazem parte a Rádio A Voz do Morro (Porto Alegre – BR) e a Rádio JGM (Santiago – CL). Durante o encontro, também foi gravada uma entrevista bilíngue entre ambas as rádios, fortalecendo os laços de solidariedade e comunicação popular na América Latina. Assista agora: Do Morro à Cordilheira Documentário – 2025 – 18′ 19” Sinopse: O documentário acompanha a jornada de uma delegação de moradores do Morro Santana até o XV Encontro Latino-Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA), realizado em janeiro de 2025, em Santiago, Chile. A delegação partiu de Porto Alegre para se articular com movimentos sociais da Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador e Chile, fortalecendo as redes de apoio mútuo no Sul Global. Ficha técnica: Vitor Ramon (A Voz do Morro) O lançamento do filme ocorreu no dia 16 de agosto de 2024, na Maria Maria Espaço Cultural, que ocupa a garagem da Comuna do Arvoredo, integrando a programação do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)” contemplado no Edital Sedac nº 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS.

Filme, Cooperar é Resistir – Pedal Express

Vamos chegando na linha de chegada de 2025 e antes de encerrarmos esse ciclo conseguimos depois de percorrer um longo percurso disponibilizar de forma pública o filme Cooperar é Resistir – Pedal Express, que conta um pouco sobre a atual equipe que compões o coletivo Pedal Express e os desafios da autogestão em busca de um trabalho digno. Um pouco sobre o filme:Há 15 anos a Pedal vem oferecendo uma alternativa ecologicamente sustentável e socialmente justa para serviços de entrega em Porto Alegre. E nossa parceria é de longa data, tendo na nossa história a formação sobre cooperativismo que fortaleceu este coletivo de ciclo-entregadores no sentido da autogestão como modelo de organização.A campanha “Cooperar é Resistir!” foi construída através do apoio do Labora – Fundo de Apoio ao Trabalho Digno do Fundo Brasil, por meio do edital de apoio a trabalhadores informais na luta por direitos de 2024.A iniciativa busca promover o debate sobre trabalho digno e o cooperativismo de plataforma.Além de registrar a história da Pedal, o documentário aborda questões como a precarização do trabalho de entregas por plataformas digitais e apresentando o cooperativismo de plataforma como uma alternativa viável, justa e sustentável. Pedal Express no ano de 2025 é:Natã Moraes LinkGabriel Vanin EthurMiguel Hexel HerreraSaymon Machado AraújoLucas Escher Speroto Equipe de produção audiovisual: Coletivo Catarse Imagens adicionais: Trilha Sonora: Realização: Pedal ExpressProdução: Coletivo CatarseApoio: Labora – Fundo Brasil

Cine Kafuné Itinerante na Retomada Gah Ré

O Projeto Cine Kafuné Itinerante ganhou mais uma sessão, reunindo dezenas de pessoas da comunidade kaingang e dos dois Pontos de Cultura (Cine Kafuné e Coletivo Catarse). O cinema comunitário ocorreu no dia 13 de novembro, na Retomada Gah Ré. Entre tantas possibilidades de filmes a serem exibidos, foi escolhido justamente o documentário que conta a história da comunidade: Nóg kirìg ãg tì / Nós, Guardiões da Mata. Dirigido pela Cacica Iracema Gah Té em parceria com Luis Gustavo Ruwer, do Catarse, a obra acompanhou a trajetória de três anos de luta pelo território aos pés do Morro Santana, zona leste de Porto Alegre. Kapri e Karindé, lideranças comunitárias presentes, reforçaram a importância de assistir novamente o filme para lembrar, principalmente aos mais novos, de toda a mobilização que tem garantido a permanência no local. E, de fato, a juventude da comunidade esteve presente, desde as adolescentes até as crianças, que estão começando a dar seus primeiros passos pela aldeia. Além de atualizar a memória coletiva, recordando daquilo que a comunidade tem vivido ao longo do processo de luta pelo direito ao território, o encontro também foi importante para fortalecer novas parcerias. Da aproximação entre a comunidade indígena e o grupo de realizadores periféricos, infinitas possibilidades deram o indicativo de que podem vir a brotar, tanto no campo da cultura quanto politicamente. Afinal de contas, como dizia Antônio Bispo, liderança quilombola, o encontro entre aldeias, quilombos e favelas tem o poder de “derreter o asfalto”. O projeto é uma realização do Cine Kafuné, cineclube e ponto de cultura de Porto Alegre voltado para temáticas e realizadores periféricos, e que há mais de 20 anos promove a representatividade negra e a comunicação comunitária. Esta edição teve ainda o apoio do Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre e da Retomada Gah Ré. Texto: Bruno PedrottiEdição: Anahi Fros

Micro Forum e Giro Cultural no Quilombo do Sopapo

O Coletivo Catarse esteve no Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, sábado, 22/11, participando de atividade do Projeto Pontão Ponto a Ponto: Tecendo as Culturas Gaúchas – uma realização do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural ASSOBECATY, de Guaíba. Parte de uma gira que perpassou 10 regiões do estado, representando o Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, expusemos nossa descoberta da Política Cultura Viva, a transformação que isso acarretou em nossos fazeres profissionais em mais de 20 anos e nossa relação intrínseca com o Quilombo do Sopapo. A seguir, algumas fotos de momentos do encontro, que teve ainda a potente manifestação de Ag (@agnescomgmudo) e os toques dos tambores do Quilombo – que nunca deixem de tocar! Importante ver, rever e contar juntes a história deste Ponto, tão ligado à nossa própria história. Fotos: Alexandre Garcia A programação foi assim: Vem aí o Micro-Fórum e Giro Cultural! 🎉 📅 22/11 — sábado⏰ Das 9h às 17h📍 Quilombo do Sopapo Um encontro para dialogar, aprender e fortalecer a cultura de base!Vamos discutir temas essenciais como:✨ O que é um Ponto de Cultura✨ O que é a Lei Cultura Viva✨ A importância dos Pontos de Cultura nas comunidades✨ A força da cultura de base✨ O papel do Conselho Gestor Programação: Início 9h🔸 Abertura com poeta, artista cênico e ativista do Hip Hop movimento negro Ag🔸 ⁠Café da manhã🔸 ⁠Conversa com Gustavo Türck (Ponto de Cultura Ventre Livre) Histórico Cultura Viva – Ponto de Cultura Ventre Livre e sua relação com o Quilombo do Sopapo🔸 ⁠Momento para bate papo e troca de experiências🔸 ⁠Fechamento da manhã com intervenção de Ag Pausa 12h🔸 Almoço no Quilombo do Sopapo Retorno 13:30🔸 Intervenção cultural com tambores do Quilombo do Sopapo (Leonardo Sangenito)🔸 Conversa com Gustavo Türck – As Relações de cultura comunitárias🔸 ⁠Bate papo🔸 ⁠Café da Tarde e fechamento com intervenção dos tambores Venha fortalecer nossa rede e celebrar a potência da Cultura Viva! 🌱✨ Associação Ponto de Cultura Quilombo do SopapoProjeto Pontão Ponto a Ponto: Tecendo as Culturas Gaúchas