o telhado poema

Um gato preto caminha e arranha a superfície do telhado. O telhado é minha cabeça e meu discurso, quando falo. Minha cabeça fica dentro da alma do gato que passa. O gato muda de cor e dá um salto para o nada. O nada é meu coração na superfície de um planalto. O planalto assim sozinho, reina forte como um gato. A solidão é uma faca e tem dois gumes, isto é fato. O poema que eu recebo assobia e pede os passos do gato. Por Eliana Mara Chiossi Para Rodrigo Vaccotti

Movida Tri Platina

Está rolando em Porto Alegre um encontro de músicos de Uruguai, Argentina e Rio Grande do Sul, consolidando um processo que demonstra, nos últimos tempos, estar cada vez mais clara a integração que vem ocorrendo entre cancionistas do cone sul da América meridional.