Só faltava a Nêga Lû virar filme
Se a Nêga Lû, ao invés de morrer virou purpurina, um filme sobre ela era o brilho que faltava. Um acerto de contas com a memória de uma personagem marginal que impactou o universo gay de Porto Alegre.
Se a Nêga Lû, ao invés de morrer virou purpurina, um filme sobre ela era o brilho que faltava. Um acerto de contas com a memória de uma personagem marginal que impactou o universo gay de Porto Alegre.
Do Brasil de Fato. Uma das principais pensadoras sobre as cidades brasileiras, Ermínia Maricato foi secretária executiva do Ministério das Cidades, formulou propostas para a área urbana para o governo Lula e recentemente foi conselheira das Nações Unidas para assentamentos humanos, além de dar aulas na USP e na Unicamp. Convidada para o Ciclo de Debates do Brasil de Fato MG, Ermínia fala nesta entrevista sobre a crise nas cidades e as perspectivas abertas com as manifestações de junho 2013.
Do Jornal O Tempo (Belo Horizonte). Dívida da cadeia produtiva chega atualmente a R$ 42,4 bilhões ANA PAULA PEDROSA De 2005 a 2010, o setor sucroenergético estava otimista com a economia brasileira: investiu R$ 40 bilhões, dobrando a capacidade de produção do país. Veio a crise de 2008/2009, a política de preços da gasolina mudou, o consumo de etanol caiu e a euforia passou.
Do site da CUT. Na noite de sábado, mais de 600 pessoas, vindas de 14 estados do País, defendem proposta Escrito por: Isaías Dalle Sem uma reforma ampla do sistema político, elaborada por uma constituinte exclusivamente eleita para essa tarefa, não haverá as demais mudanças desejadas e necessárias para o Brasil.
Demarcações de terras indígenas e reconhecimento dos direitos dos agricultores, já! O conflito agrário estabelecido na região Norte do Rio Grande do Sul, que redundou na morte de dois agricultores no dia 26 de abril, em Faxinalzinho, faz parte de uma tragédia anunciada, num contexto previsível de barril de pólvora ocasionado pela omissão dos governos.
Da Revista Fórum. Para ativistas, o debate no âmbito político quase não avançou, porém, há cada vez mais grupos organizados lutando pela democratização das mídias Por Marcelo Hailer O debate a respeito da democratização da comunicação se arrasta, com força, desde os anos 1990. Ganhou intensidade no segundo mandato do ex-presidente Lula (2002-2010), quando o ex-ministro das Comunicações Franklin Martins elaborou um projeto de Regulamentação dos Meios de Comunicação. A proposta pretende alterar a atual legislação sobre o setor de radiodifusão, criada na época de ditadura militar, em 1967, o que não condiz com a realidade do Brasil, visto que favorece a concentração de poder, produção e difusão de informações. Além disso, diversos artigos da Constituição Federal carecem de regulamentação, como os que preveem a proibição de oligopólios e monopólios e que políticos não podem ter concessões de rádio e TV.
Terça-feira, 13 de maio, 19h30, no Comitê Latino-Americano (Viera de Castro, 133), o documentário This Is What Democracy Looks Like (É Assim que se Parece a Democracia).
Entre outras coisas, em entrevista ao periódico inglês, ela mencionou que o movimento ambientalista é o atraso ao progresso brasileiro, demanda a construção de mais estradas cruzando áreas florestais – Amazônia – e afirma, mesmo admitindo não ter provas, que os movimentos indígenas, sem terra e ambientalista seguem interesses estrangeiros em suas ações.
O Quilombo Correa foi reconhecido em 2010. Fica no interior do município de Giruá, no Norte do Rio Grande do Sul, e é praticamente uma ilha dentro de um mar de soja.
O documentário O Clube terá exibição nesta próxima terça-feira, dia 29, às 19h30 no Comitê Latino-Americano (Vieira de Castro, 133 – entrada franca!). O filme é resultado de cinco anos de pesquisa com foco nas relações sociais de músicos e frequentadores do Clube do Choro de Porto Alegre.