O genocídio em Gaza: 1.822 mortos, 9.370 feridos e 450 mil desabrigados

Do Brasil de Fato.

No dia 3 de agosto, depois de quase um mês de guerra, o balanço da operação “Protective Edge” é dramático. Dos 1.822 civis assassinados pelos pilotos dos F-16 e dos F-15, pelos artilheiros dos tanques, dos canhões de longo alcance e dos lança-foguetes, 398 eram crianças.

A última vítima dessa evidente limpeza étnica é uma menininha de oito anos, Aseel Muhammad al-Bakri, que morreu quando um piloto de F-16 alvejou com um foguete a sua casa no campo de refugiados al-Shaiti, nos arredores da Cidade de Gaza.

Certamente esse piloto já brindou com seus oficiais a “grande façanha guerreira” que realizou no dia 3 de agosto contra aquele campo de refugiados palestinos. Seus familiares e amigos sionistas devem estar ansiosos por confraternizar a coragem desse heroi da Força Aérea Israelense.

Afinal, como disse a famosa primeira-ministra sionista, Golda Meier, na década de 1960: “Os palestinos são como baratas, que devem ser, apenas, esmagadas”.

Passados 50 anos, parece que esse mote virou palavra de ordem em Israel, não só pelos extremistas da direita sionista, mas por 86% dos israelenses que manifestaram seu apoio ao governo de Benjamin Netanyahu, por ter atacado Gaza com uma verdadeira operação de guerra (Operation Protective Edge) para o definitivo aniquilamento do Hamas.

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