Na escola em que as artes são línguas

“Se você acha que vai entrar numa escola cinza, deprê, se enganou, porque é leve, colorida. Tu vê que a escola é mais viva. A gurizada não tem cara de doente, tem um brilho no olho”, conta o arte-educador e professor Ernani Chaves, sobre a Escola Especial Elyseu Paglioli, em Porto Alegre.

Em 2013, a Eleonora Spinato, uma importante ativista cultural montou um projeto e buscou recursos para fazer uma publicação em homenagem aos 25 anos da escola. Chamou a Janaina Bechler, o Rafael Corrêa e a mim (Jefferson). Foi um mergulho apaixonante que resultou no livro Há Escolas que são Asas.

A história da escola que tem a arte como metodologia e é uma cor, um movimento, uma imagem, uma palavra, um som despertou o interesse da Uníntese, que mantém cursos de formação à distância em arte-educação. Nos propuseram este vídeo (a Têmis Cardoso editou), que agora está também na internet. Porque as artes são línguas e é preciso registrá-las, vivê-las, celebrá-las.

 

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