Die For You e Esteban Tavares em Lajeado

A banda Die For You esteve no último dia 19 de abril em uma das celebrações do aniversário de 15 anos do Galera’s Rock Bar que fica na cidade de Lajeado/RS.A atração principal da noite era a apresentação em voz e violão do ex Fresno Esteban Tavares e que também foi integrante da antiga banda aBRIL que fez muito sucesso no surgimento da cena EMO aqui no Rio Grande do Sul no ícicio dos anos 2000. Mas o maior presente nessa festa foi para o público que ficou até o final e pode presenciar Esteban cantando a música “Muggy” de sua banda aBRIL junto com a Die For You.Quem segue o artista esse foi um momento bem especial, porque fazia em torno de 15 anos que Esteban não fazia uma participação especial em show de outra banda. Um pouco dessa noite você pode conferir nas fotos do cooperado Billy Valdez que estão disponiveis no site do Galera’s Rock Bar, clicando na imagem a baixo. Videos desse momento você pode conferir nas redes sociais da Die For You.https://www.instagram.com/dieforyouoficial/

Nova temporada da série O Ben para todo mal, nesta quarta-feira (24), no Music Box Brazil

O programa “O Ben para todo mal” conversa com pessoas ligadas à música para falar sobre parentalidade e som. Com vídeos inéditos sendo disponibilizados a partir de agora, o projeto segue destacando como criar um ser humano impacta a rotina dos convidados. Além de Jean Dolabella (Pitty / ex-Sepultura), estão entre os participantes: Vânia Cavalera (mãe de Iggor e Max, criadores do Sepultura), Marcello Pompeu (Korzus), Henrike Baliú (Blind Pigs / Armada) e a rapper Negra Jaque. Confira trailer da nova temporada de O Bem para todo mal aqui! São 13 produções prestes a entrar na programação do Music Box Brazil, sendo 11 filmadas em São Paulo e duas em Porto Alegre. O roteiro e a apresentação são feitos pelo jornalista Homero Pivotto Jr. (que idealizou o projeto em homenagem ao filho Benjamin), e a edição e direção são de Sérgio Caldas. Além da dupla, que está envolvida com a produção desde o começo, os novos vídeos têm ainda suporte de Luiz Argimon e Vinícius Lima na captação de som e de imagens. “O Ben para todo mal” é um trabalho iniciado em 2016. A primeira temporada, exibida no Music Box Brazil e disponível no Youtube (https://www.youtube.com/c/OBenparatodomal), conta com 17 episódios. Os entrevistados incluem nomes como João Gordo e Jão (Ratos de Porão), Julia Barth (Os Replicantes), Andreas Kisser (Sepultura), Fernanda Takai (Pato Fu), Iggor Cavalera (ex-Sepultura), CJ Ramone e Afro-X. A série de entrevistas O Ben para todo mal estreia nova temporada nesta quarta-feira (24), às 20h15min, no canal Music Box Brazil (canal 123 da NET, 145 da Oi TV ou 637 da Vivo TV). Quem protagoniza o primeiro episódio da fase inédita é o baterista Jean Dolabella (Pitty / ex-Sepultura e Ego Kill Talent). No papo, o músico — pai da Amanda, do João e do Theo — fala sobre a batida frenética para equilibrar trabalho e paternidade, recorda as dificuldades de ter filhos cedo e revela momentos marcantes envolvendo música e a prole. As reprises são exibidas nas quintas (8h15min) e sábados (15h).  Texto de Homero Pivotto Jr.

Show completo da banda Boca Braba hardcore no Bar Opinião

Último show do ano de 2023 para a banda Boca Braba hardcore foi a segunda passada da banda no palco do lendário Bar Opinião no festival promovido pelo Coletivo Preto no Metal, um pouco sobre esse evento você pode conferir aqui (https://coletivocatarse.com.br/2024/03/27/preto-no-metal-festival/) Nós realizamos a produção audiovisual dessa apresentação e a banda nos entregou um show, forte e potente, mostrando que ja “dominam” aquele apalco e certatemente irão retornar muitas vezes. Confira. Ficha Técnica:BOCA BRABA HARDCORE É:Douglas Cereja – Guitarra/BackVinícius Marques – VocalLuis Tiago – BateriaHígor Cavalheiro – Baixo/Back PRODUÇÃO AUDIOVISUAL:Coletivo CatarseCAPTAÇÃO VÍDEO:Billy ValdezMarcelo Cougo de SaBruno PedrottiEDIÇÃO/FINALIZAÇÃO:Billy Valdez Foto do destaque por Zé Luiz Dias.

Ao vivo no Maria Maria #02 – Jéssica e Vicente

O deslumbre é o mistério de olhar para as águas de um rio, é a alegria de ver a fluidez da água indo pro mar. As melodias suaves nos induzem a um sentimento de água e terra, juntas e alimentando o espírito de pessoas que fluem suas artes nas artérias da cidade e na amplidão dos espaços que circundam um rio. Tudo isso foi pensado enquanto Jéssica e Vicente nos faziam viajar com sua música, com seus timbres suaves e precisos, naquela noite da última quinta de março. Claro que o ambiente acolhedor do Espaço Cultural Maria Maria favoreceu à expansão dos sentidos; à fluidez de águas e emoções. Em resumo: foi uma noite muito boa de se estar ali, e saí com a alma leve e encantada. Recomendo fortemente seguir o trabalho da dupla e o espaço das Marias. Siga:@jessicanucci_ @vicentiguindani_@espaçoculturalmariamaria Texto de Marcelo Cougo. Projeto: AO VIVO no MARIA MARIA #02 com Jéssica e Vicente.Gravado em Porto Alegre, 29/03/2024.Ficha técnica:Imagens e edição – Billy Valdez

Neptunn, nova formação e lançamento do EP (Re)Existence

A banda de death metal Neptunn apresentou sua nova formação neste ano de 2024 com a entrada da baixista Nathália Ernst @nath.ernst, e nós do Coletivo Catarse em mais uma parceria com a banda realizamos a sessão de fotos promos da nova formação.Nath é natural de Cachoeira do Sul (RS), ela mora em Porto Alegre há uma década. Hoje com 27 anos, a Nath bebeu na fonte do rock desde a infância por influência do irmão. Na adolescência, mergulhou fundo no som pesado ao conhecer a banda Kittie e identificar-se com as mulheres da cena metal, como Makhashanah (Asagraum) e June Millington (Fanny). Netpunn 2024. Fotos promocionais da banda pelo cooperado Billy Valdez. Formação atual:@rafaelgiovanoli – Guitarra@laripires – Voz@bfogace – [email protected]– Baixo@mattmontenegro_ – Bateria Alêm da apresentação da nova formação a banda recentemente lançou seu EP de estreia intitulado (Re) Existence que conta com 6 faixas de puro death metal brutal, e você pode escutar ele sem moderação nas princiapais redes de streaming de sua preferencia. Ficha técnica. Neptunn – (Re)Existence EP (2024)01. The Path to Existence02. Transmutate03. Resignify04. Onward to Nothingness05. The Hidden Self (feat. Vini Castellari)06. Waves of Neptune Solo de “The Hidden Self” por Vini Castellari / Project46.Mixagem de Felipe “Boss” Pujol.Gravação das baterias no RR44 Artistic Complex por Rafael Siqueira. Aqui deixamos os links do Youtube e Spotify da banda.

Estreia! “Ao vivo no Maria Maria #01 – Musical Talismã”

Estreiamos o projeto Ao vivo no Maria Maria, uma iniciativa em parceria com o Espaço Cultural Maria Maria, na Comuna do Arvoredo, que visa a entregar e divulgar quem se apresenta neste espaço, que fomenta uma diversidade artística plural e constante no Centro de Porto Alegre. Toda semana – ou com uma periodicidade que se consiga realizar -, um tipo de clipe de um novo artista será postado aqui. Esta é uma proposta de se disponibilizar, para além do lugar, uma estrutura existente do Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, com boa qualidade, para músicos e outras apresentações que nem sempre conseguem acessar recursos que sejam à altura da sua arte exatamente por não fazerem parte do main stream. Como piloto – ou melhor, nosso primeiro episódio -, utilizamos a apresentação do Musical Talismã, uma das bandas da casa aqui do nosso coletivo. Uma apresentação que rolou no último dia 28/03. Conheceça um pouco do Músical Talimã (texto de Marcelo Cougo)Sob as luzes da minuciosa pesquisa feita pelo jornalista Paulo Sérgio de Araújo, autor do livro “Eu não sou cachorro não”, que trata da música brasileira durante o período de vigência do A.I.5, e as memórias afetivas dos músicos que o compõem, o Musical Talismã trafega pelos grandes sucessos populares da música chamada pejorativamente de cafona. Trazendo junto à reflexão crítica ao elitismo cultural uma enorme vontade se divertir, a banda fez do ensaio aberto no Espaço Cultural Maria Maria, uma ponte para sua estreia oficial, dia 9 de maio, no Ocidente Bar. Recebendo amigas e amigos dispostos a fazer uma noite de celebração, juntos, cantamos sem vergonha de ser feliz! Até a estreia a sede do Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre seguirá sendo a casa do Musical Talismã, em sua trajetória de montar um espetáculo que dê conta de tanta história, tanto afeto!

Preto no Metal Festival

Numa tarde de calor dômico, em um domingo dezembrino, no Bar Opinião, rolou o primeiro Festival Preto no Metal, organizado pelo coletivo de mesmo nome. Uma vitória das bandas e da galera que agiliza esse coletivo que tem por objetivo o combate à discriminação no universo da música pesada no Brasil. A festa contou com as presenças da R.E.D. (com participação muito especial de Rodrigo Ruínas), Inexistence, Código Penal, Boca Braba e Neptunn, numa diversidade de estilos que bem cabe na proposta do Preto, de contemplar a miscigenação, seja nas pessoas em cima do palco, seja no som que sai dos P.A.s, tudo embalado, no entre shows, pelo DJ Wander Porcher. Tudo muito bem organizado, com as trocas de bandas ocorrendo de maneira ágil e trazendo dinâmica ao Festival. A dimensão da importância foi dada pelo Éder Santos, vocalista da R.E.D. quando comemorou o fato das bandas de origens periféricas em relação à Capital estarem chegando pela primeira vez ao mítico palco do Bar Opinião. Só por esse fato o evento se justificou totalmente. Quando além disso o encontro carrega junto de si a bandeira antirracista e antifascista, todo esforço se traduz em agradecimento a quem faz dessa luta seu modo de estar no mundo. Vida longa ao Coletivo Preto no Metal, vida longa ao underground, vida longa à luta antirracista e antifascista!Texto: Marcelo Cougo. Confira o teaser que produzimos em apoio ao evento e na sequencia mais algumas fotos de Zé Luiz Dias.

Sepultura em Porto Alegre

Estivemos em mais uma cobertura em parceria com o portal Scream & Yell, desta vez cobrindo a “Celebrating Life Through Death” a tourne de despedida da banda Sepultura.Confira trecho do texto de Homero Pivotto Jr. Para acessar texto completo no portal da Scream & Yell clique na imagem. É um tanto irônico pensar em um túmulo como descanso final no momento em que a banda de metal brasileira de maior expressividade, o Sepultura (alcunha que remete, justamente, a um jazigo) está prestes a desencarnar como corpo artístico. Após 40 anos bem vividos no circuito do som pesado mundial, o quarteto afirmou, quando comunicou oficialmente sobre a parada nas atividades, em dezembro de 2023, que quer aproveitar o bom momento para sair de cena. Para isso, estruturou a turnê “Celebrating Life Through Death”, que está rodando o país e passou por Porto Alegre na última quinta-feira (21). Em um auditório Araújo Vianna lotado (cerca de 3,2 mil pessoas e ingressos esgotados), o grupo batizado em homenagem à música ‘Dancing on Your Grave’ (do álbum “Another Perfect Day”), do Motörhead, mostrou que, apesar dos dias contados, ainda se mantém em ótima forma. Mais fotos deste show pelas lentes do cooperado Billy Valdez.

“Enquanto eles fascistas, nós resistência”

A frase que D2 largou e que ficou ecoando o show inteiro na minha cabeça.“Enquanto eles fascistas, nós resistência”. Que show!Estivemos em mais uma cobertura em parceria com o portal SCREAM & YELL. O Planet Hemp até hoje colhe os frutos do pioneirismo de falar sobre maconha e outras questões sociais com seu raprocknrollpsicodeliahardcoreragga que se espalhou como fumaça Brasil afora. Uma semente plantada desde o surgimento da banda, na primeira metade dos anos 1990, e até hoje regada à criatividade, erva e algumas polêmicas. Desde então, o conjunto que tem os vocalistas Marcelo D2 e BNegão — além do baixista Formigão —, da formação clássica, viu sua popularidade germinar. Clique na imagem para acessar a cobertura com o texto completo de Homero Pivotto Jr, para portal Scream & Yell. Confirma álbum completo de fotos e vídeos realizado por Billy Valdez.

foto de Ville_Juurikkala

Banda finlandesa Apocalyptica apresenta seu metal sinfônico em Porto Alegre nesta terça-feira (16)

Informações de acessoria de imprensa por Homero Pivotto Jr. Aclamada como referência do metal sinfônico mundial, o Apocalyptica retorna a Porto Alegre nesta terça-feira (16). O grupo finlandes conhecido pelo uso de violoncelos se apresenta no Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80), em evento que começa às 19h30min. O show faz parte da turnê de divulgação do mais recente álbum “Cell-O”, lançado em 2020, e deve contar também com temas de todas as fases da carreira de 30 anos.  Ingressos aqui: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/apocalyptica-12193 Em entrevista exclusiva para a Abstratti Produtora quando da estreia da banda no sul do Brasil, em 2017, Paavo Lötjönen (um dos integrantes originais) explicou como percebe a fusão de estilos musicais feita pelo Apocalyptica: “Eu diria que não tem muito a ver com a parte musical. É mais uma questão de comportamento. Música clássica, algumas vezes, é pensada para ser bombástica e intensa. O metal é parecido: um pouco bombástico, massivo e forte. Mas não é tão simples”.  Conhecidos por fazerem som instrumental, o conjunto europeu ganha a participação de um vocal de apoio desta vez. Quem assume o microfone é o cantor mexicano Erik Canales (que já foi agraciado com prêmios da MTV Latina e recebeu indicação ao Grammy Latino de melhor canção rock com ‘16’, faixa que escreveu para banda Allison, da qual faz parte).  A abertura do evento este ano é do trio porto-alegrense Atomic Elephant, que faz um som instrumental com peso, groove e técnica.  APOCALYPTICA EM PORTO ALEGRE Local Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80)  Classificação etária 16 anos (acompanhado de responsável legal) Quando Terça-feira, 16 de janeiro  Horários 19h30min — portas 20h — Atomic Elephant 21h — APOCALYPTICA Ingressos PLATEIA BAIXA Solidário — R$ 265* Meia — R$ 260** Inteira — R$ 520 PLATEIA ALTA Solidário — R$ 225* Meia — R$ 220** Inteira —R$ 440 CAMAROTE Solidário — R$ 325* Meia — R$ 320** Inteira —R$ 640 MEZANINO E GALERIA MEZANINO Solidário — R$ 185* Meia — R$ 180** Inteira — R$ 360 Pontos de venda  Online (com taxa de conveniência) www.uhuu.com.br (em até 12x no cartão)  PONTO DE VENDA SEM TAXA: Bilheteria do Teatro do Bourbon Country  2º andar do Shopping Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, nº. 80) Horário de funcionamento: segunda a sábado das 13h às 21h e, aos domingos e feriados, das 14h às 20h Formas de Pagamento: Internet : Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American. Bilheteria: Dinheiro, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American e Banricompras. Parcelamento no cartão de crédito: até 4x sem juros, de 5x até 12x com juros * A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados ** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais. Mais informações neste link.  Apocalyptica O Apocalyptica provou que som pesado e música clássica podem se unir de maneira primorosa. A banda finlandesa de metal sinfônico foi formada em Helsinque, em 1993, e tem em sua formação violoncelos e percussão. No início, o projeto era um tributo ao Metallica, mas adotou um estilo de metal neoclássico sem o uso de guitarras e baixos convencionais. Com nove álbuns de estúdio, o conjunto vendeu mais de quatro milhões de álbuns. Atualmente, a formação é Eicca Toppinen, Perttu Kivilaakso e Paavo Lötjönen (todos violoncelos) e Mikko Sirén (bateria) O trabalho mais recente é “Cell-0” (2020) que, conforme Eicca Toppinen (violoncelista e membro fundador) “representa o núcleo de tudo”. Como bons exploradores, sempre em busca de novas formas para se expressar, o Apocalyptica viajou fundo no universo da música instrumental para o material de estúdio mais recente. O amor e a paixão que alimentaram o conjunto no começo agora carregam camadas mais ricas de conhecimento e experiência, que por sua vez conduzem à realização por meio de um caminho criativo ousado. “Queríamos nos desafiar a encontrar mais sabores no próprio violoncelo”, diz o violoncelista Perttu. “Nós criamos “Cell-0” como uma obra de arte completa e não pensamos em singles ou ‘no momento’ de singles ou algo assim”, complementa Eicca. A gênese da criação do “Cell-0” surgiu quando o Apocalyptica estava ocupado na turnê de 20º aniversário, em 2018. Quando a banda começou a gravação no Sonic Pump Studios em Helsinque, ficou claro que as descobertas não viriam facilmente. No entanto, os músicos se apoiaram na liberdade de explorar e criar sem restrições de formato ou cronograma, fazendo com que o Apocalyptica fosse revigorado pelo processo. “Em “Cell-0” você pode ouvir claramente que não seguimos o caminho mais fácil. Quando poderíamos ter pensado que algo era bom, então diríamos que não era ótimo, e trabalharíamos nisso de novo. E essa tem sido a ferramenta para desenvolvermos a composição, o arranjo, a produção e todos os aspectos da produção deste álbum. É um processo difícil estar no estúdio por meses e seguir nos desafiando todos os dias durante doze horas, mas essa resistência é algo que você aprende”, afirma Eicca. Ao se esforçar para encontrar novas nuances em sua própria musicalidade, o Apocalyptica se abriu para alguns métodos e emoções aparentemente pouco ortodoxos para viajar pelo processo de criação. O resultado é um álbum que envolve o ouvinte em uma miríade de sentimentos e emoções que vão desde do thrash furioso de ‘En Route To Mayhem’ até a etérea de ‘Ashes Of The Modern World, passando pelo escopo cinematográfico de ‘Call My Name’. “Milhões de notas se combinam para criar música, assim como milhões de células combinam-se para criar vida. Quando você visualiza a coisa toda, padrões semelhantes aparecem. Quando você olha para partituras sinfônicas, parece um céu estrelado, e quando eu olho para o céu e vejo as estrelas, também as vejo como notas potenciais”, compara Perttu, acrescentando sobre inspirações: “Há pessoas sofrendo e outras que não tratam nosso planeta adequadamente, por isso há ansiedade relativamente ao estado do mundo. Muitas das músicas referem-se à cegueira e à ganância da humanidade e ao que deveríamos estar fazendo. Discutimos durante a …