Bolha Luminosa do Cia Teatro Lumbra no 30º Porto Alegre em CENA.

No dia 19 de setembro de 2023 a Cia Teatro Lumbra apresentou “O marujo e a tempestade” dentro de sua Bolha Luminosa no 30º Porto Alegre em CENA, no Centro Municipal de Cultura Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues, dentro da Sala Álvaro Moreyra.

Projeto na qual eles realizam a apresentação dentro de uma bolha gigante inflada de ar e ao término da apresentação a Cia Teatro Lumbra convidam o público presente a entrar dentro da bolha e conhecer como a “mágica” do espetáculo acontece, gerando uma nova experiência para o público que se diverte ao ter oportunidade de manipular as figuras.

Cia Lumbra atualmente é composta por: Alexandre Fávero, Têmis Nicolaids e Fabiana Bigarella.
Instagram: @clubedasombra
Site oficial: http://clubedasombra.com.br/

Abaixo algumas fotos realizada pelo cooperado Billy Valdez desta apresentação.

Foto de @mig_sa_camila

Curta sobre protagonismo de mulheres indígenas em produção para FLD/COMIN.

Foto destaque por @mig_sa_camila. Três mulheres kaingang de diferentes gerações e que vivem no Paraná são as personagens que conduzem o enredo do minidoc que o Coletivo Catarse está produzindo para o FLD/COMIN.O vídeo é uma parceria também com a rede de comunicação Olhares Indígenas. As filmagens aconteceram em agosto na aldeia Kakané Porã, em Curitiba, e no mês de setembro na III Marcha das Mulheres Indígenas, em Brasília, que teve como tema Mulheres Biomas em Defesa da Biodiversidade e pelas Raízes Ancestrais. O evento reuniu aproximadamente oito mil indígenas de diferentes povos, territórios e biomas, e foi promovido pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA). Nesta etapa de filmagem quem esteve a frente nos registros foi o cooperado Billy Valdez, que alem de produzir as filmagens para o curta, fez alguns registros fotograficos que pode ser conferido na galeria a baixo. O cotidiano nas aldeias e sua conexão com elementos da natureza, em especial, as araucárias, o apoio e o cuidado entre as mulheres indígenas e suas lutas por direitos são os principais temas do documentário. Em fase de edição, o documentário, que terá também legendas em inglês, deve estar pronto em novembro. Galeria de fotos da III Marcha das Mulheres Indígenas.Fotos de @billy.valdez

Baterista dos Ramones em show em Porto Alegre

Marky Ramone um dos bateristas da clássica banda punk Ramones esteve em Porto Alegre no último dia 10 de outubro, com a passagem da tour “Marky Ramone’s Blitzkrieg South America 2023”.Estivemos presente realizando a cobertura em parceria com o portal Scream & Yell.Acesse o texto de Homero Pivotto Jr, para o site da Scream & Yell. Em Porto Alegre, Marky Ramone faz um de seus melhores shows da turnê latina com 1h20 de apresentação e 39 músicas Logo abaixo uma galeria de fotos realizada pelo cooperado Billy Valdez, incluindo fotos do show de abertura que ficou por conta da banda gaúcha Punkzilla que entregou um show enérgico e bem agitado.

Boca Braba Hardcore de Viamão para o lendário palco do Bar Opinião em porto Alegre

Tivemos a honra de estar presente e rigistrar em audio e video o show da banda Boca Braba Hardcore originalmente da cidade de Viamão.Uma banda do underground gaucho, compostas por amigos desde sua formação no ano de 2014, e nós estamos já a algum tempo trabalhando e apoiando a banda em diversas produções.Como dizemos é uma banda aqui da “casa”, nós recomendamos para quem gosta de música pesada e com forte crítica social. Sem mais delongas prepara a TV, o som e aperta o play e curte o show completo deles no Bar Opinião. BOCA BRABA HARDCORE É:Douglas Cereja – Guitarra/BackVinícius Marques – Vocal LuisTiago – BateriaHígor Cavalheiro – Baixo/Back CREW:Renata Budke StaudtAna Paula Goularte CardosoValentina Cunha ROADIES:Cordas e Voz: Marcos RodriguesBateria: Felipe RibeiroGeral: Felipe Santos de farias MERCH:Vitor Matheus Silva BerchonCristofer Diego Santos Maciel COBERTURA:Daniel Teixeira Jerônimo A HORA HARD PRODUÇÃO AUDIOVISUAL:Coletivo Catarse / Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre / AcordeCAPTAÇÃO VÍDEO:Marcelo Niluk Vianna (Billy Valdez)Marcelo Cougo de SaEDIÇÃO:Marcelo Niluk Vianna(Billy Valdez)CAPTAÇÃO ÁUDIO/EDIÇÃO/MIX/MASTER:Philippe Silveira Branco

Black Flag e L7 tocam juntas em Porto Alegre no mês de outubro

ABSTRATTI PRODUTORAAPRESENTA:BLACK FLAG E L7Quarta-feira, 25 de outubro no Bar Opinião – Porto Alegre Influência para todo cenário rocker desde os anos 1980, do metal ao alternativo, o Black Flag estreia em Porto Alegre dia 25 de outubro, no Opinião (José do Patrocínio, 834). E a ocasião é especial, já que a banda liderada pelo guitarrista Greg Ginn (único da formação original) vai executar seu clássico segundo álbum “My War” na íntegra. Também estão previstos no repertório petardos de outros trabalhos em uma apresentação com mais de duas horas. Na mesma noite, outra influente banda também está escalada: a L7, quarteto feminino relacionado ao movimento riot girl, que deslanchou junto ao grunge dos 1990 e conquistou sucesso e respeito com faixas como ‘Pretend We’re Dead’.Esta é a segunda gira do Black Flag no país e a primeira a passar pelo Rio Grande do Sul. Já as meninas do L7 desembarcam no Brasil pela terceira vez, sendo a segunda passagem pela capital gaúcha. Black FlagO Black Flag é nome de referência para o punk e pioneiro no hardcore. Criada pelo guitarrista Greg Ginn em 1976, na Califórnia (EUA), a banda tornou-se extremamente influente dentro do rock, do metal ao indie. Após chamar a atenção no cenário underground com dois EPs — “Nervous Breakdown” (de 1979 — com Keith Morris, que depois formaria o Circle Jerks, nos vocais) e “Jealous Again” (1980) — o grupo lançou o acelerado primeiro álbum “Damaged” (1980), que tinha o hoje lendário Henry Rollins como frontman.Com seu segundo disco “My War” (1984), o Black Flag tornou-se realmente cultuado, a ponto de ser citado como influência por grupos como Nirvana, Mudhoney, Melvins e Queens of the Stone Age. Com “My War”, gravado como trio (Ginn ficou responsável pelas cordas, Rollins pelas vozes e Bill Stevenson, do Descendents, pela bateria), o conjunto apostou em uma sonoridade mais arrastada e pesada, estabelecendo caminhos que deram origem ao sludge e ao grunge. São nove músicas, sendo seis mais “tradicionais” (tal qual “Can’t Decide” e “Beat My Head Against The Wall”) no lado A e três um tanto experimentais no B.O grupo colocou na rua outros álbuns importantes, como “Slip It In” (1984), “Loose Nut” (1985) e “In My Head” (1985). A maioria das artes de capa são assinadas por Raymond Pettibon, artista visual irmão de Ginn, conhecido por ter ainda criado o famoso logo das quatro barras que identifica o Black Flag.Além de tocar Ginn também fundou o selo independente SST, em 1978, por onde lançou todas suas gravações e artistas então emergentes, como Hüsker Dü, Bad Brains, Soundgarden, Sonic Youth e Dinosaur Jr.Atualmente, o Black Flag é composto, além de Ginn, por Harley Duggan (baixo), Charles Wiley (bateria) e o skatista profissional Mike Vallely (voz). L7O pensamento de que para fazer rock era preciso ter culhões ficou no passado. E as meninas do L7 são pioneiras nesse sentido, comprovando isso desde 1985, quando iniciaram as atividades na Califórnia. No Brasil, o quarteto feminino surgido com o levante grunge, que mudou o panorama da cultura pop durante os anos 1990, despontou com o terceiro álbum “Bricks Are Heavy” (1992). É desse disco a consagrada ‘Pretend We’re Dead’, bem como os singles ‘Everglade’ e ‘Monster’. Com a grande exposição mundial, as garotas estrearam ao vivo no Brasil em 1993, como atração do Hollywood Rock. Com show coeso e enérgico, roubaram a cena no evento, sendo apontadas como uma das melhores performances do festival — que tinha na escalação Nirvana e Red Hot Chili Peppers, entre outros.Ainda na última década do século passado, a L7 lançou os discos “Hungry for Stink” (1994), “The Beauty Process: Triple Platinum” (1997) e “Slap-Happy” (1999), sem o mesmo impacto de outrora. Em 2001, a banda anunciou um hiato indefinido, retornando aos palcos em 2014.A última passagem do conjunto pelo Brasil foi em 2018, um ano antes de lançar “Scatter the Rats”, seu primeiro álbum em 20 anos e o mais recente até então. Em 2016, saiu o documentário “L7: Pretend We’re Dead”, dirigido por Sarah Price e mostrando a trajetória de altos e baixos da banda.A formação atual, que vem desde o fim dos anos 1980, tem Donita Sparks (vocais e guitarra), Suzi Gardner (guitarra e vocais), Jennifer Finch (baixo) e Demetra Plakas (bateria). Texto de Homero Pivotto Jr. Serviço:L7 e Black Flag em Porto AlegreLocalOpinião (Rua José do Patrocínio, 834)Classificação etária16 anos (acompanhado de responsável legal)QuandoQuarta-feira, 25 de outubro, às 19hHorários19h — abertura da casa19h30min — L721h30min — BLACK FLAGIngressos3º loteSolidário — R$ 185*Meia — R$ 180**Inteira — R$ 360 Mezanino 2º lote (promocional)Solidário — R$ 235*Meia — R$ 230**Inteira — R$ 460 3º loteSolidário — R$ 245*Meia — R$ 240**Inteira — R$ 480Pontos de vendaOnline (com taxa de conveniência)www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão)PONTOS DE VENDA SEM TAXA:Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência – somente em dinheiro):Loja Planeta Surf Bourbon Wallig (Av. Assis Brasil, 2611 – Loja 249 – Jardim Lindóia, Porto Alegre)Horário funcionamento: das 10h às 22h.Online (com taxa de conveniência)www.sympla.com.br/opiniao (em até 12x no cartão) ResumoO que: L7 & Black FlagQuando: quarta, 25 de outubro – 19hOnde: Opinião — José do Patrocínio, 834Quanto: de R$140 à R$480Informações: www.abstratti.com e (51) 3211-2838

Marcha Segurança para todos

Porto Alegre 07 de Julho de 2015. A Marcha segurança para todos foi convocada pelo UGEIRM-Sindicato e agregou entidades representativas da Brigada Militar, SUSEP e Instituto Geral de Pericia, recebendo a adesão de milhares de servidores públicos do RS.

Cais Mauá: Fechado, por quê?

Desde 2013, o Cais Mauá de Porto Alegre está fechado para a população sob pretexto de obras para “revitalização”. Porém, é fácil constatar que nenhuma obra está acontecendo atrás do muro. Aliás, na verdade, nenhum projeto concreto foi apresentado ainda, nem para a população, e nem sequer para seus representantes políticos e estaduais.