A CoPA qUe o MUNdo perDeu em PortO ALegRe
O filme “a Copa que o Mundo perdeu em Porto Alegre” retrata os impactos nas comunidades populares de Porto Alegre que ficaram no caminho das obras da Copa.
O filme “a Copa que o Mundo perdeu em Porto Alegre” retrata os impactos nas comunidades populares de Porto Alegre que ficaram no caminho das obras da Copa.
Em virtude de outras ações relacionadas à Copa do Mundo, não teremos a sessão desta semana com o filme Araucária. Mesmo assim, o filme seguirá sendo exibido ainda na terça, no Jardim Botânico de Porto Alegre e na quarta em Canela.
No dia Nacional da Araucária, 24, às 14h, haverá exibição do documentário Araucária, de Julia Aguiar/Coletivo Catarse, no Jardim Botânico de Porto Alegre e dia 25, às 19h, na Câmara de Vereadores de Canela. Ambas as sessões com debate sobre a conservação e o uso sustentável da floresta com Araucária.
Por problemas de agenda, informamos que não haverá a já clássica sessão de cinema no Comitê Latino-Americano. Mas retornaremos à programação normal no dia 24, apresentando dois filmes de produção do Coletivo Catarse. Aguarde divulgação!
A Campanha “PRESERVAR É RESISTIR” – Em Defesa dos Territórios Tradicionais, pretende assegurar o acesso ao nosso território, avançar na regularização de nossas terras, dar visibilidade ao nosso modo de ser e viver e implementar políticas públicas diferenciadas.
Projeto “Trem Imperial Convida” integra bandas e artistas de diversos gêneros musicais Com 14 atrações diferentes, o “Trem Imperial Convida” promove a integração de bandas, artistas e seus respectivos públicos. Reforçando a cena autoral independente da cidade, o evento acontece em 4 edições no clube Silêncio em Porto Alegre: 05/06, 10/07, 14/08 e 11/09. O projeto que conta com sete convidados especiais e sete bandas acontecerá em quatro dias diferentes, uma quinta de cada mês. Na primeira edição,durante o mês de junho, os convidados são Yanto Laitano e Suco Elétrico, duas bandas de renome na cena do rock gaúcho. Logo após, no mês de julho, quem dividirá o palco do Clube Silêncio com a Trem Imperial são as bandas Quarto Sensorial e Renascentes, que recentemente lançaram discos respeitadíssimos, cada um no seu gênero: instrumental e rock. Agosto acontecerá uma edição especial de aniversário da Trem Imperial e para comemorar estes sete anos de existência, a banda conta com sete músicos que fazem parte dessa longa caminhada imperial. Nomes como Tonho Croco (Ultramen), Marcelo Salgueiro (Diretoria), Nê Kisiolar e Sander Fróis (Chimarruts), Daniel Almaoe (Brilho da Lata), Bruno Coelho e Nicola Spolidoro farão parte desse espetáculo. Para finalizar a temporada, o mês de setembro recebe a banda Chama Violeta, com uma mistura místico-MPB, e o compositor Tiago Rubens, um dos fundadores do ASC (Autoral Social Clube), que está fazendo história na cena da música autoral em Porto Alegre.
Assista aqui a íntegra do evento ocorrido nessa terça, 3 de junho, no Plenário Otávio Rocha da Câmara de Vereadores de Porto Alegre – Seminário “Drogas: A Experiência do Uruguai – Um Caminho fora da Guerra”, que reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir a legislação de drogas do Brasil com base na mudança da lei uruguaia..
Da página do Instituto Humanitas Unisinos. Entrevista especial com Jorge Euzébio Assumpção. “Há uma apropriação do passado dos negros pelos imigrantes não só por causa dos imigrantes, mas devido ao mito de o Rio Grande do Sul ser um estado diferenciado”, pontua o historiador. “Qual é o símbolo de que temos presença negra no Rio Grande do Sul?”, pergunta Jorge Euzébio Assumpção, na entrevista a seguir, concedida pessoalmente à IHU On-Line. A resposta é categórica: “Nenhuma. Não há nenhum símbolo que demonstre a presença negra no estado. O negro passa quase que invisível pela história do Rio Grande do Sul e essa invisibilidade faz parte do racismo sulino, ou seja, ao negar e sonegar o papel dos negros no estado, estamos praticando um ato de racismo, porque se está, inclusive, escondendo as fontes históricas”.
Por Eliana Mara Chiossi. Todo dia, o sol vem iniciar a rotina no aeroporto. Verdade? Não. Aeroportos nunca param. Sempre encontrei neles algum consolo para noites de insônia. Quando nada mais resolvia, descia até a garagem, entrava no meu carro, colocava música alta e saía cantando pelo asfalto. Até chegar, estacionar e parar no primeiro café.
A TVE-RS veicula especial sobre a lei que obriga o ensino da cultura africana e afro brasileira nas escolas.