Cartum – vote!
A charge de Rafael Corrêa está concorrendo no Júri Popular do 40° Salão de Humor de Piracicaba. Acesse lá e vote!
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Por Maria da Graça Türck*. Nada como uma decisão para que o preconceito de classe se explicite e desmascare os discursos de direitos na boca da classe dominante e de seus representantes – porta-vozes da opressão – instituídos e protegidos pela mídia corporativa e nos tribunais, travestidos de idoneidade moral e compromissada com a “verdade”, palavra que se torna palavrão na boca dos hospedeiros da opressão. Em primeiro lugar, a classe médica – me pergunto, em que mundo vivem estes sujeitos de jaleco branco, cujo preconceito de classe se esconde e se explicita através de seus Conselhos? Em que momento se perderam? Deixaram para trás o Juramento de Hipócrates, para abraçarem a hipocrisia. Perderam o sentido de humanidade e sua conexão com a vida para olharem as pessoas que os procuram através do $ (cifrão).
Todas as segundas e quintas-feiras são publicados cartuns ou tirinhas do Rafael Corrêa.
Ato em memória aos 4 anos do assassinato de Elton Brum da Silva. Porto Alegre, 21 de agosto de 2013.
Todas as segundas e quintas-feiras são publicados cartuns ou tirinhas do Rafael Corrêa.
4 anos depois, longos anos. O que aconteceu em São Gabriel? Neste pequeno vídeo, o Coletivo Catarse resgata uma captação feita poucos dias depois do assassinato do integrante do MST.
Por Gustavo Türck. Há quatro anos morria assassinado o integrante do Movimento dos Sem Terra Elton Brum. O Coletivo Catarse esteve na área que aconteceu o conflito antes e depois da ação do governo do estado que culminou com esta morte. Nossa opinião é de que não houve fatalidade e de que tudo apontava para esta tragédia, assim como posteriormente o sentimento era, pra além do desespero, o de indignação sobre como o tema vinha sendo distorcido – como se coloca no texto a seguir, publicado a 6 de novembro de 2009 no meu blog (link original). Da série “Quem matou Elton Brum?”: como se constrói o imaginário coletivo
Por Adriano Benayon*. 01. Estamos diante de mudança qualitativa na situação mundial, tanto no plano econômico como no político. 02. Depressão, desemprego crescente, concentração e financeirização absurdamente elevadas – incompatíveis sequer com o pouco que restava do estado de direito – têm levado ao Estado totalitário, cujas instituições aplicam meios e armas tecnológicas, nunca dantes vistas, para desinformar, espionar e reprimir as pessoas. 03. Poucos países, como Rússia, China e Irã, não se comportam como capachos do império angloamericano, sofrendo, por isso, pressões militares, políticas e constante campanha denegridora, apesar de com ele colaborarem em muitos terrenos e questões (1). Nem esses se desvencilharam plenamente da oligarquia financeira angloamericana, absoluta em numerosas nações subjugadas, de todos os continentes.
Hoje, 19/08, 19:30, direto da Fundação Escola Superior do Ministério Público: Impactos Ambientais e Alteração da Legislação Urbanística.
11 de agosto, no Black Bull Pub, em Porto Alegre.