Artur
Todas as segundas e quintas-feiras são publicados tirinhas ou cartuns do Rafael Corrêa.
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A ong ANAMA (www.onganama.org.br) promoveu semana passada uma atividade de despolpa em Maquiné. Os participantes aprenderam como aproveitar melhor frutas nativas do Rio Grande do Sul como a goiaba, o butiá, o maracujá e a juçara.
Colunista do site do Coletivo Catarse, participante do 6º FestiPoa literária, a escritora Eliana Mara Chiossi bateu um papo com Kátia Suman.
Todas as segundas e quintas-feiras são publicados tirinhas ou cartuns do Rafael Corrêa.
Ao longo da produção do documentário O Grande Tambor, o Coletivo Catarse teve a oportunidade de desvendar um pouco do que foi a história do Rio Grande do Sul, contada não pelos invasores ou escravizadores, mas pelos descendentes daqueles que foram escravizados. Descobrimos, ou melhor, afirmamos a desconfiança de que algo estava errado com o que aprendemos na escola e com o imaginário cultural que tanto estamos acostumados. Foi uma experiência incrível que nos fez entender mais da nossa identidade gaúcha. O tambor nos abriu portas espirituais e mostrou que não era apenas um instrumento de percussão, mas um guia para um mundo desconhecido e muito poderoso e inevitável para quem entra em contato com o Sopapo.
Ensaio fotográfico realizado em novembro de 2011 em Belo Horizonte nas esquina das ruas Paraná e Tupinambá. Fotos: Rafael Corrêa
Vídeo produzido no primeiro ano de Coletivo Catarse. Um filme documentário de ocasião, realizado na ânsia de retratar uma realidade das ruas de Porto Alegre. Filmado antes de o auditório Araújo Viana virar propriedade privada por concessão, sem as grades que o separam do público frequentador e (por que não?) morador da Redenção.
Por problemas de agenda, não estamos conseguindo gravar o Alma do Rock. Mas já está marcado o retorno na semana que vem, quarta-feira, pra falarmos sobre mais personagens do rock and roll. Aguarde!
Por Eliana Mara Chiossi. Já vivi em quatro cidades diferentes: São Paulo, onde nasci, Aracaju, Porto Alegre e Bahia. Quando rememoro os fatos passados em cada uma, também vejo quem eu era, no momento. E como fui me modificando a cada mudança. Quando saí de São Paulo, tudo era novo: o casamento, o amor por um homem, a possibilidade de parar de trabalhar e realizar o sonho de fazer Letras. Seis anos depois, saindo de Aracaju, no caminho do aeroporto, um filme passava na minha cabeça. Amigos, histórias compartilhadas, aventuras, risos, erros, raríssimos inimigos, aprendizagens.