EL DERECHO DE SOÑAR
[Eduardo Galeano] Que todos tenham direito a sonhar! Vá com os seus, com os nossos, navegue em paz, Galeano!
[Eduardo Galeano] Que todos tenham direito a sonhar! Vá com os seus, com os nossos, navegue em paz, Galeano!
[DCM] Em tempos estranhos – mas democráticos -, há uma onda insana pedindo a intervenção militar no Brasil. 51 anos se passaram do golpe de 1964 e as feridas ainda não estão curadas. Segue um artigo publicado em 2014 no site Diário do Centro do Mundo.
Hoje, uma parte da população descobriu que também pode caminhar pelas ruas.
[por Marcelo em vadebici.wordpress.com] Ricardo atropelou propositalmente dezenas de pessoas, ferindo pelo menos 20, pois não gostou de ter de esperar alguns minutos atrás de um grupo de ciclistas que protestava por uma cidade mais humana.
[Brasil 247] O maior assassino em atividade no mundo, o líder israelense Benjamin Netanyahu, que ordenou as mortes de 2,2 mil pessoas inocentes na última ofensiva em Gaza, incluindo idosos, mulheres e crianças (513 ao todo), além de vários jornalistas que cobriam o conflito, esteve presente na marcha deste domingo em Paris
O tambor tem raízes, tem ancestrais, tem descendentes. O Sopapo do Mestre Baptista está vivo pelas mãos do seu filho José Baptista. Na oficina de instrumentos, que segue em Pelotas em plena atividade, filho e pai estão juntos.
Nesta terça, 26, a partir das 19h, acontece exibição que encerra a Mostra Sonora Brasil, que teve além de show do grupo Alabê Ôni, apresentações de grupos da Bahia, Amapá e Pará.
Registro fotográfico feito do alto do prédio da Saraí que já foi desapropriado se tornando agora um verdadeiro símbolo de luta pela moradia popular.
A Campanha “PRESERVAR É RESISTIR” – Em Defesa dos Territórios Tradicionais, pretende assegurar o acesso ao nosso território, avançar na regularização de nossas terras, dar visibilidade ao nosso modo de ser e viver e implementar políticas públicas diferenciadas.
Da página do Instituto Humanitas Unisinos. Entrevista especial com Jorge Euzébio Assumpção. “Há uma apropriação do passado dos negros pelos imigrantes não só por causa dos imigrantes, mas devido ao mito de o Rio Grande do Sul ser um estado diferenciado”, pontua o historiador. “Qual é o símbolo de que temos presença negra no Rio Grande do Sul?”, pergunta Jorge Euzébio Assumpção, na entrevista a seguir, concedida pessoalmente à IHU On-Line. A resposta é categórica: “Nenhuma. Não há nenhum símbolo que demonstre a presença negra no estado. O negro passa quase que invisível pela história do Rio Grande do Sul e essa invisibilidade faz parte do racismo sulino, ou seja, ao negar e sonegar o papel dos negros no estado, estamos praticando um ato de racismo, porque se está, inclusive, escondendo as fontes históricas”.