Uma data e muitos fatos: causas do fracasso das leis sobre reforma agrária

[por Jacques Távora Alfonsin] Em mais de três décadas que dedicamos à defesa jurídica do povo pobre sem-terra e sem-teto, nós só conseguimos convencer juízes/as a se deslocarem ao lugar onde o conflito indicado no processo judicial estava se verificando, por três vezes. Em nenhuma delas, houve decisão favorável a quem pretendia expulsar as multidões identificadas como rés nesses processos.

Kátia Abreu, a ministra que desmata a razão

[Carta Capital] De 2011 a 2014, a presidenta Dilma Rousseff incorporou 2,9 milhões de hectares à área de assentamentos e beneficiou 107,4 mil famílias sem-terra, segundo o mais recente balanço do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, divulgado na quarta-feira 7. É a menor média anual de assentamentos desde o governo Fernando Henrique Cardoso.

México explode em violência

[por Daniel Cassol] “(…)O governador de Guerrero renunciou ao cargo. O prefeito e a primeira-dama foram presos. Há cerca de duas semanas, a Procuradoria Geral da República anunciou que as investigações apontavam para a pior das conclusões: os 43 estudantes teriam sido mortos por integrantes do cartel Guerreros Unidos, a quem os jovens foram entregues pela polícia local.

Ruralistas dominarão a Câmara de Deputados na próxima legislatura

Do Portal do Instituto Humanitas Unisinos. Ruralistas viram maioria absoluta na Câmara Maior bancada suprapartidária do Congresso Nacional, os ruralistas aumentarão em 33% na próxima legislatura, segundo estimativa da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O grupo, que conta hoje com 205 deputados e senadores, deve chegar a 273 e já definiu sua prioridade: aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215/2000, que transfere para o Legislativo a decisão sobre a demarcação de terras indígenas.

Hoje protestos contra o genocídio do povo negro

Em Porto Alegre será no Largo dos Enforcados, Praça Brigadeiro Sampaio, às 16h, próximo ao Gasômetro. Por Douglas Belchior Em todo Brasil, em grande parte das capitais brasileiras e incontáveis outras cidades do país, negras e negros, autônomos e independentes realizarão nesta sexta-feira, dia 22 de Agosto, a II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro.