Pesquisa sobre o cercamento da Redenção

[Assis Aymone – sociólogo] A opinião dos frequentadores do Parque Farroupilha sobre a proposta de cercamento. 

Objetivo Geral:

Conhecer a posição dos habitantes de Porto Alegre sobre a polêmica do cercamento do parque Farroupilha, que se fará por plebiscito, segundo proposta, em 2016.

Retirado da coluna do Juremir Machado. Para ler toda a pesquisa clique AQUI.

Síntese Final

– O estudo dos dados empíricos e das questões subjetivas nos demonstra que a grande preocupação dos entrevistados é não perder a sua liberdade de ir e vir (acessibilidades) e a descaracterização identitária do parque.

– Entre os 26,25 % favoráveis ao cercamento, a grande preocupação é relativa à segurança, porém, quando apresentamos os itens de segurança alternativos ao cercamento, esse índice cai para 14,26% da amostra geral.

– O moradores dos bairros próximos ao parque, e Zona Sul e Leste são, em média, 77% contrários, já os moradores de bairros de maior poder aquisitivo e da Zona Norte, embora a maioria seja contra, apresentam entre os favoráveis os maiores índices, cerca de 45%.

– Pelo grau de frequência, ficou evidente que os entrevistados que menos usam o parque, duas, uma ou menos por mês, são os que mais peso tiveram entre os favoráveis, representando 62%. Desta forma, os 38% restantes que frequentam mais vezes o parque representam somente 10% da amostra total.

– Outros dados significativos: os jovens, os de maior escolaridade e os de renda média e baixa apresentam os maiores graus de rejeição à proposta de cercamento. Os entrevistados de maior renda, de baixa escolaridade e de faixa etária mais elevada são os que apresentam maior grau de aceitação da proposta, ressaltando que não são a maioria entre os estratos, mas, sim, apresentam maior índice.

Sociólogo Responsável: Assis Aymone

DRT 007490/2008-63

Especialista em Planejamento Estratégico Multidisciplinar Aplicado ao Manejo do Meio Ambiente no Município, pela OEA.

A OP-Opinião Pública, empresa de planejamento estratégico e pesquisa com mais de 27 anos de atuação, até o ano 2000 denominada CEPS – Centro de Estudos e Pesquisas Políticas e Sociais, realizou mais de 400 pesquisas.

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