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Celebração de 14 anos do Coletivo Catarse

O Coletivo Catarse comemora nesse mês de setembro 14 anos de existência e resistência! São anos de luta e celebração. Para comemorar essa data nós estaremos no VIVE Petrópolis 7ª Ed. – Arte na praça Mafalda Veríssimo com uma programação de filmes realizados pela Catarse e que serão exibidos na caixa d’água, símbolo do bairro e da Praça.

Durante a tarde, a partir das 14h serão projetados dentro da Caixa os filmes Nêga Lú, produção em parceria com o Nuances, a websérie Tainhas no Dilúvio e o filme de ficção Paralelo, realizado em parceria com o Cinehibisco.

O encontro conta com outras atrações culturais tais como “El Circo” dos internacionais Jade &Filipe, diretamente de Milano e o Ritual da Primavera com alunos Escolas Waldorff, além de comidinhas, bebidinhas, artesanato e muita alegria. A festa encerra com show da Barão e Os Vermelhos, tocando o melhor do rock nacional!

Convidamos vocês para curtirem essa data conosco e com a vizinhança do Bairro Petrópolis, dia 6 de outubro, a partir das 13h. Entrada e circulação gratuitas!

Coletivo Catarse e Comunicação Kuery em aula na UFRGS

Nessa quarta-feira, 12, os estudantes da disciplina Comunicação e Cidadania da Fabico – UFRGS, ministrada pela coordenadora do NUCC, professora Ilza Maria Tourinho Girardi, receberam os comunicadores Gustavo Türck, do Coletivo Catarse, e Gerson Gomes e Daniel, da Comunicação Kuery, coletivo de produção audiovisual Mbyá-Guarani, que falaram sobre suas experiências de trabalho.

Gustavo defendeu a iniciativa do Catarse não como mídia alternativa, mas sim como alternativa de mídia, e comentou a atuação do coletivo em coberturas como as manifestações de rua de 2013 e em documentários como Carijo, sobre a produção artesanal da erva mate, e O Ser Juçara, sobre a Pameira Juçara, espécie nativa que produz o açaí da Mata Atlântica e é manejada de forma sustentável pelos povos da região.

Segundo Gerson, a prioridade da Comunicação Kuery é dar visibilidade ao povo guarani e fortalecer a comunicação dentro das aldeias. O comunicador comentou a cobertura sobre as retomadas de territórios Mbyá-Guarani no Rio Grande do Sul, e afirmou a necessidade de amenizar a linguagem de guerra normalmente associada às retomadas, pois se trata apenas da ocupação de espaços por seu povo.