Agressão policial na 1ª Feira do Livro Feminista

Denúncia publicada no site da 1ª Feira do Livro Feminista e Autônoma de Porto Alegre e divulgada por suas organizadoras. Em matéria publicada pelo Sul 21, há um link para um vídeo gravado sobre a ação da polícia por uma vizinha à praça onde a Feira acontecia. Aqui o relato de outra vizinha que presenciou as agressões. “AGRESSÃO POLICIAL NA 1a FEIRA DO LIVRO FEMINISTA E AUTÔNOMA DE PORTO ALEGRE Desde o início da FLIFEA sofremos perseguições e agressões machistas e fascistas,

Vivência com o Tambor de Sopapo

Durante os dias 14 e 15 de novembro de 2015 vai acontecer uma vivência tendo como foco o Tambor de Sopapo. Serão 2 dias para conhecer a história deste tambor típico do Rio Grande do Sul, herança cultural dos negros escravizados que trabalharam nas charqueadas durante o século XVIII.

Mostra da Biodiversidade pela Boca

Confira em vídeo a mostra que aconteceu em novembro de 2014! A monotonia alimentar de Porto Alegre foi quebrada no meio da praça. No caso, a redenção. Frutas nativas e plantas alimentícias não convencionais (pancs) foram servidas num banquete de sabores, cheiros e texturas para centenas de pessoas que circularam pela Mostra Biodiversidade pela Boca. por Jefferson Pinheiro Sucos, licores, pastas, geléias, pães, bolos, croquetes, pastéis, sorvetes e picolés de guabiroba, pitanga, araçá, jabuticaba, butiá, ananás, juçara e phisalis. E de jatobá, urtiga, bertalha, ora-pro-nóbis, cará e muito mais. A deliciosa surpresa arrancava exclamações e interrogações: “Nossa! Como eu não sabia disso antes?”. Uma expressão se ouvia repetidamente: “Tem gosto de infância!” Faz mesmo o maior sentido tê-las comido há tempos. Muitos destes frutos e plantas estão aí desde a meninice da Terra. Criaram-se junto com ecossistemas que hoje se encontram ameaçados, como a Mata Atlântica, o Pampa e o Cerrado, de onde vieram as belezas culinárias de um sábado ensolarado, 29 de novembro. Estas plantas também servem como alimento para animais, alguns já em extinção, ou serviam, e ainda são apreciados, da alimentação dos povos indígenas às famílias que vivem no campo. Leia o texto completo