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Este projeto foi contemplado em edital de Patrimônio Cultural Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. É uma realização do Coletivo Catarse para valorizar uma cultura ancestral, de raiz indígena, em fase de extinção, mas que é a base histórica da produção da bebida símbolo do Rio Grande do Sul: o chimarrão.

O Grande Tambor

O Projeto Tambor de Sopapo: Resgate Histórico da Cultura Negra no Extremo Sul do Brasil foi desenvolvido a partir do Edital de Patrimônio Imaterial do IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) de 2009. Fazem parte do projeto um documentário em longa-metragem, seus extras, um livro com degravações das entrevistas com os Mestres Griôs, uma cartilha com o método Mestre Baptista de fazer Sopapos e a trilha sonora original (todos colocados para download aqui no Acervo do Coletivo Catarse).

Famílias de sem teto são expulsas pela polícia em Porto Alegre

Famílias ligadas ao MTST ocuparam um grande vazio urbano, no bairro Morro Santana, em Porto Alegre, na madrugada de 07 de novembro. A área já havia sido ocupada anteriormente por outras famílias, que foram despejadas. Segundo Cláudia Ávila, advogada do Movimento, a área foi de uma cooperativa habitacional que enganou os cooperados e nunca construiu. Hoje, é terreno de reserva para a especulação imobiliária.

Agressão policial na 1ª Feira do Livro Feminista

Denúncia publicada no site da 1ª Feira do Livro Feminista e Autônoma de Porto Alegre e divulgada por suas organizadoras. Em matéria publicada pelo Sul 21, há um link para um vídeo gravado sobre a ação da polícia por uma vizinha à praça onde a Feira acontecia. Aqui o relato de outra vizinha que presenciou as agressões. “AGRESSÃO POLICIAL NA 1a FEIRA DO LIVRO FEMINISTA E AUTÔNOMA DE PORTO ALEGRE Desde o início da FLIFEA sofremos perseguições e agressões machistas e fascistas,

Vivência com o Tambor de Sopapo

Durante os dias 14 e 15 de novembro de 2015 vai acontecer uma vivência tendo como foco o Tambor de Sopapo. Serão 2 dias para conhecer a história deste tambor típico do Rio Grande do Sul, herança cultural dos negros escravizados que trabalharam nas charqueadas durante o século XVIII.

Mostra da Biodiversidade pela Boca

Confira em vídeo a mostra que aconteceu em novembro de 2014! A monotonia alimentar de Porto Alegre foi quebrada no meio da praça. No caso, a redenção. Frutas nativas e plantas alimentícias não convencionais (pancs) foram servidas num banquete de sabores, cheiros e texturas para centenas de pessoas que circularam pela Mostra Biodiversidade pela Boca. por Jefferson Pinheiro Sucos, licores, pastas, geléias, pães, bolos, croquetes, pastéis, sorvetes e picolés de guabiroba, pitanga, araçá, jabuticaba, butiá, ananás, juçara e phisalis. E de jatobá, urtiga, bertalha, ora-pro-nóbis, cará e muito mais. A deliciosa surpresa arrancava exclamações e interrogações: “Nossa! Como eu não sabia disso antes?”. Uma expressão se ouvia repetidamente: “Tem gosto de infância!” Faz mesmo o maior sentido tê-las comido há tempos. Muitos destes frutos e plantas estão aí desde a meninice da Terra. Criaram-se junto com ecossistemas que hoje se encontram ameaçados, como a Mata Atlântica, o Pampa e o Cerrado, de onde vieram as belezas culinárias de um sábado ensolarado, 29 de novembro. Estas plantas também servem como alimento para animais, alguns já em extinção, ou serviam, e ainda são apreciados, da alimentação dos povos indígenas às famílias que vivem no campo. Leia o texto completo