INFORMAR É VACINAR! – LIVE de lançamento

Nesta segunda-feira, 10 de abril, será realizada a live de lançamento do documentário “Informar é Vacinar!”, no canal do YouTube do Coletivo Catarse (youtube.com/@coletivocatarse). Um trabalho fruto de uma parceria com o Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre, o projeto foi contemplado na Chamada Pública Fiocruz/OPAS para projetos de comunicação popular e comunitária em saúde. SINOPSE: Ambientado no contexto caótico de infodemia, o filme acompanha a dúvida de Machado de Assis, que pede ajuda a seu amigo Oswaldo Cruz para entender se deve ou não se vacinar. A partir da cultura popular do teatro de bonecos, a obra busca refletir sobre os efeitos das fake news na vacinação e no sistema de saúde. A live conta com a participação dos dois personagens principais – confeccionados e interpretados pela Trupi di Trapo – e Fernanda Marques, Assessora de Gestão da chamada pública na Fiocruz. ACOMPANHE NO CANAL DO YOUTUBE DO COLETIVO CATARSE! (youtube.com/@coletivocatarse) FICHA TÉCNICAEste filme faz parte do projeto “Informar é Vacinar – uma história de fake news contra as vacinas e o sistema público de saúde”. Contemplado na “Chamada Pública para Projetos da Sociedade Civil de Comunicação Popular e Comunitária em Saúde da Fiocruz/OPAS”. Uma produçãoPonto de Cultura e Saúde Ventre Livre/Coletivo Catarse Com apoioConselho Municipal de Saúde de Porto Alegre Produção ExecutivaGustavo TürckBruno Pedrotti DireçãoGustavo Türck Assistência de DireçãoBruno Pedrotti Direção de ProduçãoMarcelo Cougo RoteiroGustavo TürckBruno PedrottiTêmis NicolaidisMarcelo Cougo Operação de câmerasBilly Valdez Operação de somMarcelo CougoGustavo Türck EdiçãoTêmis Nicolaidis Finalização de vídeoBilly Valdez Finalização de áudioGustavo Türck Arte de bonecosTrupi di Trapo Direção de Trilha SonoraMarcelo Cougo EntrevistadesBenjamin RoitmanBruno MussaFernando D’AndreaIsabella BallalaiKaren CarvalhoLuana RodriguesMarcia Thereza CoutoMellanie DutraPaola Falceta Machado de AssisAnderson Gonçalves Oswaldo CruzViviane Marmitt Unidade de Saúde Nossa Senhora AparecidaSônia José de Souza ElyseuJosé Antônio Souza da SilvaGeorges Peres de OliveiraJéssica Machado Trilha SonoraNeonazi GratiluzRatos de Porão Tema de baixo e caixa (gravação demo)Marcelo Cougo (baixo)Paulinho Bettanzos (caixa) Tema de Prata PretaMúsica de Marcelo CougoMarcelo Cougo (violões, escaleta, assovio e sopapinho)Marcelo Lalo (guitarras)Bruno Africanamente Capoeira Angola (berimbau viola)Gravação e mixagem – Gustavo Türck CosmonautaTrilha originalmente composta para o curta-metragem CosmonautaMúsica de Marcelo CougoMarcelo Cougo (Baixo)Stefano (Piano e Guitarra)Yvan Etienne (Sax)Paulinho Bettanzos (Sintetizador) Aires de TangoMúsica de Marcelo LaloMarcelo Lalo (guitarras e violões)Gravação e mixagem – Gustavo Türck Pesquisa e coleta de materiaisBruno Pedrotti Assessoria de Comunicação e Jornalistas Responsáveis Bruno Pedrotti (MTB 0019855-RS)Gustavo Türck Arte GráficaTêmis NicolaidisBilly Valdez Agradecimentos Fiocruz FiocruzGrupo Hospitalar Conceição (GHC)Simone Faoro BertoniHelena Beatriz Silveira CunhaAdiel Coelho da CunhaUnidade de Saúde Nossa Senhora Aparecida (Georges Peres de Oliveira, Sônia José de Souza Elyseu)Ana Lúcia Valdez PolettoClaunara Schilling MendonçaCarla DominguezNúcleo de Coordenação do Conselho Municipal de Saúde de Porto AlegreKatia CamargoTiago VeitLeandro Carbonato e Power Line Music ProdutoraRatos de Porão e João GordoMercado 453Maria Maria Espaço Cultural

Primeira ação de lançamento do filme “Informar é Vacinar!”

No sábado, 25 de março, foi realizada a primeira ação de lançamento do filme “Informar é Vacinar” na 9 ª Conferência Municipal de Saúde de Porto Alegre. Além da exibição do trailer do documentário, que terá a versão completa lançada ao vivo no Youtube do Coletivo Catarse no dia 10/04, também foi realizada uma intervenção artística com os bonequeiros da Trupi di Trapo. Assim, os próprios personagens do filme – Machado de Assis e Oswaldo Cruz – estiveram presentes interagindo com o público e divulgando a obra ao lado do diretor Gustavo Türck. Dando seqüência a uma homenagem às vítimas do Covid-19, a ação foi um alívio cômico de uma temática séria. Ao final da intervenção,o público de cerca de 300 pessoas acompanhou o trailer e foi informado também de 8 sessões de lançamentos que ocorrerão de forma presencial na cidade de Porto Alegre durante os meses de abril e maio. O filme é uma produção do Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, com apoio do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegr, contemplada na Chamada Pública para Projetos da Sociedade Civil de Comunicação Popular e Comunitária em Saúde da Fiocruz.

Curtas do Dilúvio no Quilombo do Areal

No fim de tarde da última terça, dia 29, a equipe do Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre realizou um cinedebate na comunidade do Quilombo do Areal com apoio do Sindbancários. Além da exibição dos curtas “Dilúvio – riacho que a cidade esqueceu” e “Tainhas no Dilúvio” o evento teve também a apresentação musical do Serestas da Ilhota. Embalado por músicas autorais e serestas, entre as quais algumas de Lupicínio Rodriguês, o evento rememorou os tempos da antiga Ilhota, nos quais as comunidades e a cidade como um todo se relacionavam de outras maneiras com o Arroio Dilúvio. Aliás, as imagens antigas do arroio e o registro histórico, presentes no documentário “Dilúvio – riacho que a cidade esqueceu” instigaram os mais velhos a compartilhar suas vivências e lembranças. “Estive na grande enchente de 1941, lembro que a água chegou no telhado das casas e tivemos que ser resgatados pela Brigada Militar” relatou uma senhora que assitia o filme da varanda da sua casa junto com a família. Por fim, última atração da noite, o curta de ficção Tainhas no Dilúvio trouxe um clima de leveza com sua ironia e momentos satíricos. Os deboches às relações das empreiteiras com os veículos de mídia corporativa – e o constante lobby contra a natureza – levaram o público às gargalhadas.

Encontro Coral Território Audiovisual

De 14 a 20 de novembro, comunicadores que usam o audiovisual para defesa de território estiveram reunidos em Paraty/RJ. Convocado pela Witness – ONG que defende o direito de filmar – o encontro foi o primeiro a reunir os participantes brasileiros da rede Coral – Coletivos Reunidos da América Latina. Em paralelo e traçando conexões, companheiras e companheiros de outros territórios latinoamericanos se reuniram na Cidade do México. A semana de trabalho foi intensa, com diversas atividades de formação, aprofundamento de capacidades, compartilhamento de saberes e vídeos produzidos nos diferentes territórios. E, de fato, o evento conseguiu reunir representar um pouco da diversidade territórial Brasileira, com participação de grupos do norte do Amazonas, fronteira com a Venezuela, até grupos do Rio Grande do Sul, vizinhos do Uruguai e Argentina. Além das atividades teóricas e práticas, realizadas no Silo Cultural (Ponto de Cultura local de Paraty) foram realizadas saídas em grupo para as praias do Sono e da Trindade, nas quais os grupos acompanharam as atividades de pesca artesanal dos grupos Caiçaras que vivem na região. Ponto culminante de um processo híbrido de formação de formadores em gestação desde 2021, o encontro conseguiu juntar diversos coletivos do país na missão de tecer uma rede independente. Diversas sementes foram plantadas, reforçando a necessidade entre os coletivos de mais encontros e espaços de fortalecimentos dos diversos territórios participantes da articulação. Porém, seguiu o desafio de integrar o grupo de coletivos brasileiros aos companheiros do restante de Abya Yala – tarefa complexa dadas as barreiras linguísticas e culturais, mas imprencisdível para se alcançar uma solidariedade continental que conecte os territórios em luta. Texto: Bruno Pedrotti.Fotos: Paulinho Bettanzos.

Confira a entrevista com o médico Benjamin Roitman sobre Medidas Protetivas

A pandemia já é uma realidade no dia-a-dia das pessoas. Muitos novos costumes passaram a fazer parte do protocolo social, outros foram fortalecidos – uso de máscaras, profilaxia das mãos com álcool gel e lavações seguidas com água e sabão, trocas de calçados para uso caseiro e externo, etc.. Todos esses cuidados se evidenciaram para a prevenção de apenas uma doença: a COVID-19. Mas o que talvez as pessoas não tenham se dado conta ainda é que essas medidas protetivas servem também à prevenção de uma grande gama de outras doenças infecciosas e transmissíveis. Assista a esta entrevista com Benjamin Roitman, Médico da Equipe de Vigilância em Doenças Transmissíveis da Secretaria Municial de Saúde de Porto Alegre, realizada em 12 de dezembro de 2020, em Oficina de Produção Audiovisual do Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, com a oficinanda Kátia Camargo e o oficineiro Gustavo Türck, quando são tratados aspectos para além da pandemia de COVID-19. Não foram poucos os impactos – sim, também benéficos – que uma nova cultura de proteção vem gerando na sociedade.

Detalhes sobre os bastidores do filme O Cosmonauta

Este filme pode-se dizer que foi feito quase solitariamente, é claro, perto do que pode vir a ser uma equipe de produção de um filme como este. Assim, com essa equipe muito enxuta surgiu a história do Cosmonauta, que fica em cima de um muro onde de um lado está a ficção e do outro a realidade. Fala sobre esperança, esquecimento, entrega, degradação, transformação. Fala sobre todos nós que enfrentamos a mais de um ano a presença marcante da Pandemia em nossas vidas. Diferentemente do filme A Dominação, feito remotamente, esta produção pode ser feita presencialmente. De maio a junho realizou-se o argumento, roteiro de texto e imagem, gravação das locuções e registros fotográficos, já que o filme utilizou apenas fotos para compor a narrativa. Em julho o filme foi editado e a trilha sonora produzida. Para, enfim, ser lançado em novembro juntente com os dois outros filmes produzidos neste ciclo de oficinas A Dominação V19 e Ocitocina. Confira algumas imagens deste processo e abaixo, assista ao filme:

Detalhes sobre a produção do filme Ocitocina

O processo de trabalho do filme Ocitocina se deu de maio a novembro de 2020, em pleno contexto de pandemia do Covid-19. Os encontros se deram de maneira remota, iniciando com conversas sobre ideias para se realizar um filme autoral, desenvolvido individualmente e também com a proposta de abordagem de saúde no roteiro e com formato de produção online, de uso das tecnologias de contato que estavam sendo tão propagadas no período. A oficinanda Kátia Camargo, então, optou por explorar o universo feminino num contexto de isolamento em virtude da pandemia – como estas mulheres estaria lidando com isso tudo? Como as amigas estariam se conectando para passar os seus dias e desenvolver ainda mais os seus laços? Toda a produção passou a ser realizada também remotamente. O roteiro foi estabelecido em mais alguns encontros no primeiro terço do tempo, passando-se a captar as imagens remotamente e discutir como aquelas histórias poderiam ser colocadas no contexto proposto. A trilha sonora também passou a ser desenvolvida originalmente e remotamente, em encontros online com o grupo oficineiro de música, quando foram estabelecidas as sensações que se queria passar com a música neste filme que estava sendo montado. Ao final, com um trabalho de edição que também aconteceu online, com conexão direta entre quem editava e a oficinanda, chegou-se ao resultado que se pode conferir aqui:

Festival Ventre Digital – Edição Pré-Pandêmica

Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre convida toda gente para o festival de lançamento de curtas-metragens! O Ventre livre tem um projeto de oficinas de audiovisual. Com essas oficinas já produzimos e apoiamos a realização de muitos vídeos sempre com temáticas voltadas para a saúde, mas usando a criatividade e o universo de cada oficinando. Durante o segundo e terceiro ciclos de oficinas de produção audiovisual e de trilha sonora, num período anterior ao isolamento social imposto pelo Covid-19, produzimos na sede do Ponto de Cultura 4 filmes curtas-metragens que iremos apresentar nesta edição do festival: Ciclo de oficinas 2 – A Fantástica Fábrica de Saúde (5’25”)O tempo das Coisas (3’51”)O tempo das comidas (7′) Ciclo de oficinas 3Capoeira: A saúde está na Ginga (11′) Convidado: Guto Obafemi (Africanamente)

Cosmonauta

Apresentado na forma de uma fotonovela, Cosmonauta é um filme insólito e comovente sobre o universo pessoal de um homem cuja a existência cotidiana passa a colapsar diante das incertezas da pandemia global de Covid-19. Confinado em seu pequeno apartamento, o Cosmonauta mergulha em suas fantasias como uma forma de evadir-se da dura realidade que o assola, bem como a toda humanidade!