É preciso aprofundar a democracia – ato em Porto Alegre

Porto Alegre, 31 de março de 2016. Milhares de pessoas saíram à rua para manifestar sua insatisfação contra o que chamam de golpe contra a presidente do Brasil. Muitas estavam lá para defender o governo, mas a maioria dos manifestantes com quem falamos tem críticas ou é contrária ao governo de Dilma e não aceita a tomada de poder na forma que se desenha no Congresso nacional. É preciso uma saída à esquerda – reivindicam os movimentos sociais; os direitos civis constitucionais são negados diariamente aos negros – denuncia a jovem psicóloga Gieri Toledo. Todos, porém, defendem que é preciso aprofundar a democracia e não golpeá-la.

Famílias de sem teto são expulsas pela polícia em Porto Alegre

Famílias ligadas ao MTST ocuparam um grande vazio urbano, no bairro Morro Santana, em Porto Alegre, na madrugada de 07 de novembro. A área já havia sido ocupada anteriormente por outras famílias, que foram despejadas. Segundo Cláudia Ávila, advogada do Movimento, a área foi de uma cooperativa habitacional que enganou os cooperados e nunca construiu. Hoje, é terreno de reserva para a especulação imobiliária.

Agressão policial na 1ª Feira do Livro Feminista

Denúncia publicada no site da 1ª Feira do Livro Feminista e Autônoma de Porto Alegre e divulgada por suas organizadoras. Em matéria publicada pelo Sul 21, há um link para um vídeo gravado sobre a ação da polícia por uma vizinha à praça onde a Feira acontecia. Aqui o relato de outra vizinha que presenciou as agressões. “AGRESSÃO POLICIAL NA 1a FEIRA DO LIVRO FEMINISTA E AUTÔNOMA DE PORTO ALEGRE Desde o início da FLIFEA sofremos perseguições e agressões machistas e fascistas,

Marcha Segurança para todos

Porto Alegre 07 de Julho de 2015. A Marcha segurança para todos foi convocada pelo UGEIRM-Sindicato e agregou entidades representativas da Brigada Militar, SUSEP e Instituto Geral de Pericia, recebendo a adesão de milhares de servidores públicos do RS.

Cais Mauá: Fechado, por quê?

Desde 2013, o Cais Mauá de Porto Alegre está fechado para a população sob pretexto de obras para “revitalização”. Porém, é fácil constatar que nenhuma obra está acontecendo atrás do muro. Aliás, na verdade, nenhum projeto concreto foi apresentado ainda, nem para a população, e nem sequer para seus representantes políticos e estaduais.