Heavy Hour 71 – 25.12.19 – Das profundezas do purple rock!

É chegada a hora de falar da maior banda de Hard Rock de todos os tempos! Pelo menos, em algum ponto de sua extensa carreira, este epíteto – deveras pretensioso – é verdadeiro. Uma banda tão grandiosa que divide suas fases em marcas, desde 1968, com um pequeno intervalo de 8 anos no final da década de 70 e o início dos 80, até os dias de hoje, agregando velocidade, técnica, blues, barroquismos e proguessismos, aliados a uma fúria raras vezes igualada, o Deep Purple marca presença na aclamada lista do Tronco Metaleiro do Heavy Hour com um pequeno apanhado de sua produção musical. Privilegiamos algumas canções daquelas que achamos ser as melhores fases da banda, a aclamada Mark II, sua formação clássica com Ian Paice (bateria), Ian Gillan (vocal), Jon Lord (teclados), Roger Glover (baixo) e Ricthie Blackmore (guitarra), seguida pela absurdamente fantástica Mark III, que contou com as entradas de Glenn Hughes no baixo e voz e David Coverdale, seguida do triunfante retorno da Mark II em 1984. O texto, cheio de adjetivos, é para minimamente tentar dar conta da expressividade musical dos caras, uma banda exibida e sempre na ponta dos dedos com seu virtuosismo pesado. Neste programa temos a presença marcante de Paulinho Betanzos, nosso colega de Coletivo Catarse, que veio dar pitacos, pitos e goles no Estúdio Monstro, enquanto mergulhamos de cabeça na Púrpura Profunda e veloz!

Setlist:
Deep Purple – Smoke On The Water
Deep Purple – Highway Star
Deep Purple – Space Truckin
Deep Purple – Strange Kind Of Woman
Deep Purple – Burn
Deep Purple – You Fool No One
Deep Purple – Mistreated
Deep Purple – Knocking At Your Back Door
Deep Purple – Perfect Strangers
Deep Purple – Child in Time

Coletivo Catarse e Comuna do Arvoredo Apresentam!

Em tempos de ataque incansável à cultura, apresentamos mais um projeto cultural, pois os canalhas odeiam cultura. Neste primeiro vídeo apresentamos Segura Ele, famoso choro de Pixinguinha. A gravação foi realizada no dia 03.12.19 na Comuna do Arvoredo, Porto Alegre-RS, Brasil.

O projeto surgiu a partir de uma parceria com Yvan Etienne, morador da Comuna do Arvoredo – espaço de resistência que além de abrigar a (já não tão) nova sede do Coletivo Catarse, transpira arte e cultura.

A iniciativa, que estreia junto com esse primeiro clipe, visa trazer músicos e lhes colocar de frente para microfones e câmeras, para fazer o que eles fazem de melhor, música,  arte, CULTURA!

Interpretação:
Yvan Etienne – Sax soprano
João Aquino – Violão
Alexandre dos Santos – Violão 7 cordas
Maicon Ouriques – Pandeiro

Ficha técnica:
Produção – Yvan Etienne
Captação de som e mixagem – Yvan Etienne e Marcelo Bullum Captação imagem – Billy Valdez e Marcelo Cougo
Edição video – Billy Valdez
Confecção e instalação de Sombra Portátil – Eliane Bruél

Uma luta sem fim pelo meio ambiente: Projeto Taramandahy

Há batalhas que acontecem em cenários silenciosos, e as pessoas nem se dão conta. Não todas as pessoas, porque quem se impacta diretamente com as ações muda suas vidas. E isso vem ocorrendo de várias formas na bacia do Rio Tramandaí, região mais populosa do Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A ONG ANAMA, sediada no município de Maquiné, vem implementando diversas atividades, em muitas frentes, há muitos anos, através do Projeto Taramandahy – são ações relacionadas à agroecologia, abelhas nativas, conservação da água, valorização dos povos tradicionais, entre tantas outras. Este é um projeto patrocinado pela Petrobrás, que finaliza, agora, sua Fase 3. Aqui, neste vídeo abaixo, é possível perceber que a transformação pela ecologia é real e pode ser praticada no micro para influenciar o macro – mas também há um aviso alarmante, se a sociedade não modificar seus parâmetros de uso dos recursos hídricos, em 4 anos não haverá mais água potável numa bacia que alimenta uma grande densidade populacional.

Que a ANAMA siga suas empreitadas e que venha a Fase 4! O mundo precisa disso…

Conheça o projeto: http://taramandahy.org.br/ e https://pt-br.facebook.com/Taramandahy/

Heavy Hour 70 – 17.12.19 – Judas Priest, a banda paradigma do Metal

Na raiz do Heavy Metal tem uma banda que aponta uma direção diferente, cria um estilo imagético que marca e, definitivamente, grava seu nome como os Deuses do Metal: Judas Priest, o padre herético, criador paradigmático – couro, tachas de metal, cadências rápidas e pesadas e harmonias que fugiam da tradição mais bluseira das outras bandas do Tronco Metaleiro, até aqui (Sabbath e Led).

Curtir um Judas é lembrar dos aqueces antes de sair pra Oswaldo, sábados à noite, é curtir o embalo dos dois bumbos, das guitarras dobradas, das letras contestando o sistema, e do vocal insuperável de Rob Halford, personagem que encarna o típico “macho metal”, mas que, tempos depois, ensinou a toda uma geração que o metal não necessariamente é um estilo para ser apreciado e vivenciado somente por heterossexuais branquelos… Imaginem a importância deste fato: um ícone do rock pesado vir a público na virada dos anos 80/90 e se declarar homossexual?! Pois esse é Rob Halford, esse é o Judas Priest, banda que nos ensinou e ainda dá as cartas sobre o som pesado neste planeta!

Setlist:
Judas Priest – Breaking The Law
Judas Priest – The Ripper
Judas Priest – Metal Gods
Judas Priest – The Green Manalishi
Judas Priest – Screaming for Vengeance
Peter Greens Fleetwood Mac – The Green Manalishi
Slayer – Dissident Aggressor
Joan Baez – Diamonds and Rust
Judas Priest – A Touch of Evil
Judas Priest – Hell Patrol
Judas Priest – Painkiller
Judas Priest – Jugulator
Judas Priest – Judas Rising

Quilombo dos Machado busca apoio para reformar associação

O Quilombo dos Machado lançou ontem a campanha de financiamento coletivo “Grito de Liberdade”. O objetivo da vaquinha é levantar recursos para a reforma da Associação Quilombo dos Machado.

O espaço – que está em condições precárias – é local de convivência e resistência para as 262 famílias que vivem na comunidade. É na associação que se realizam as reuniões, as festas e atividades culturais como Samba, Capoeira Angola, Maculelê e Afoxé. Além disso, depois de reformado, o espaço deve receber ainda o clube de mães e uma escola de contraturno.