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Ensaio Fotográfico: Luta e Resistência Kaingang

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Este ensaio fotográfico expressa a relação que os Kaingang que moram em Acampamentos de Retomadas* no Alto Uruguai (Rio Grande do Sul, Brasil) desenvolvem com um território cada vez mais devastado pelos avanços do agronegócio e uma perseguição cada vez mais aguda tanto por parte de alguns setores do Estado brasileiro quanto por parte dos fazendeiros locais.

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A resistência das mulheres e homens Kaingang nesses Acampamentos de Retomadas se manifesta com a força da relação que eles mantêm com os poucos vënh-kagta, “remédios do mato”, que sobrevivem nos desertos criados pela agricultura intensiva.

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Tendo como pano de fundo a ditadura militar e a expansão das fronteiras agrícolas no país, é desde uma perspectiva Kaingang do território que esse ensaio fotográfico relata a história do sul do Brasil. Essa história se manifesta por um lado na memória ancestral de cada erva, casca, folha colhida e por outro na destruição, expressada pela hegemonia de uma paisagem monotemática. A luta nas retomadas dos territórios Kaingang é entendida como uma luta na procura de (re)criação de relações com os seres da natureza, relações que rompem com os modelos de relação com a terra, baseados na produtividade e na concepção da terra enquanto objeto, historicamente impostos nos Postos e nas Terras Indígenas. As araucárias nascendo expressam a relação entre a ancestralidade Kaingang, os processos históricos e coloniais sofridos por eles e um futuro de esperança baseado na procura de uma autonomia política, espiritual e territorial.

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https://memoriaterritorioeperseguicao.wordpress.com/

– fotos por Billy Valdez
*Os Acampamentos de Retomadas são territórios recuperados de forma autônoma pelos Kaingang nas últimas décadas. São chamados de Acampamentos porque, apesar dos laudos antropológicos terem sido realizados e aprovados pela FUNAI, o Estado brasileiro ainda não concluiu a demarcação e homologação da terra e assim a retirada dos fazendeiros ou pequenos agricultores que atualmente moram nessas terras. De esta maneira, nos Acampamentos de Retomadas, os Kaingang são recluídos em espaços de 2 a 4 hectares no máximo.

Coletiva de imprensa comercial GM

Reportagem – 2018 – 06′ 36”

Passado quatro meses em que o Coletivo de Advogados e advogadas Ambientalistas e o Amigos da Terra Brasil interpelaram a GM por comercial de TV que exalta o agronegócio – “É hora de valorizar quem carrega o Brasil nas costas”, neste dia 04 de outubro, as organizações entraram com uma representação junto ao Ministério Publico.
Em coletiva de imprensa realizada no Clube de Cultura de Porto Alegre, as organizações também questionaram o papel da CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária neste processo.

🍃📣 *_Boletim Cepagro Agroecologia #4_*

🌱🍎 *AGRICULTURA URBANA e EDUCAÇÃO AGROECOLÓGICA*
✅  *Turma do NEI Armação visita Horta Comunitária do PACUCA*
Na tarde do dia 28 de agosto, os alunos do Núcleo de Ensino Infantil Armação conheceram a Horta Comunitária do Pacuca, Parque Cultural de Campeche. As crianças se divertiram ao ver numa escala maior o que já estão praticando na escola, como a compostagem e o plantio de hortaliças. https://bit.ly/2wvWuVf

🥗🌽 *AGROECOLOGIA E SEGURANÇA ALIMENTAR*
✅ *Política de Redução de Agrotóxicos é debatida na UFSC*
A Política Nacional de Redução de Agrotóxicos (PNARA) e o Programa Alimento Sem Risco foram discutidos na Universidade. https://bit.ly/2wyXLtP
✅ *Projeto Misereor em Rede segue articulando consumidorxs e agricultorxs*
Em agosto, o projeto articulou visitas de consumidorxs a propriedades agroecológicas em Florianópolis e Águas Mornas (SC). Veja https://bit.ly/2PqEgeZ
✅ *Cepagro participa de Feira de Sementes Crioulas no Paraná*
Mais de 4 mil pessoas e 120 expositores/as participaram da 16ª Feira Regional de Sementes Crioulas e Agrobiodiversidade, realizada em São João do Triunfo (PR). O Cepagro marcou presença com apoio da Misereor. Confira: https://bit.ly/2NcUJFP

🌿🍽 *ENGENHOS DE FARINHA*
✅ *#EngenhoÉPatrimônio*
Série de vídeos com histórias e memórias dos Engenhos de farinha de Santa Catarina. Nesta edição, Marlene Borges, agricultora-agrônoma da Associação Comunitária Rural de Imbituba, a ACORDI, fala sobre a importância do Engenho para a manutenção da biodiversidade e de um modo de vida. https://bit.ly/2PV7O5u

👩‍🌾🌎 *AGROECOLOGIA NA AMÉRICA LATINA*
✅ *Saberes Agroecológicos em Rede #3*
Série de entrevistas com quem faz a Agroecologia acontecer na América Latina. Nesta edição, a nutricionista Cintia Gris, do Centro de Tecnologias Alternativas Populares (RS), fala sobre a importância dos centros de comercialização direta, para os consumidores e agricultores. Assista: https://bit.ly/2wBbrWe

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Cobertura: Seminário Financeirização da Natureza

Cobertura Colaborativa do Seminário Financeirização da Natureza: Violações de direitos contra Povos e Territórios
27, 28 e 29 de agosto de 2018

Seminário Financeirização da Natureza: violações de direitos contra Povos e Territórios

Reportagem – 2018 – 13′ 30”
“A gente acha que apenas nós estamos vivenciando esse tipo de problema, ai você vai em um evento desta natureza e você vê que é uma coisa, praticamente, generalizada. Muda de região, muda de estratégia, mas a situação do povo é a mesma, situação de opressão, de criminalização, de exclusão social”. Realização: Cobertura Colaborativa do Seminário Financeirização da Natureza: violações de direitos contra Povos e Territórios

“A financeirização da natureza privativa os bens comuns”

Reportagem – 2018 – 04′ 00” André Dallagnol, advogado popular e animador do Grupo Carta de Belém, explicou o que envolve o conceito de financeirização da natureza e como esta política que atende interesses corporativos repercute no cotidiano de comunidades e povos tradicionais. Realização: Cobertura colaborativa do seminário Financeirização da Natureza

Grupos de Trabalho – Seminário Financeirização da Natureza

Reportagem – 2018 – 05′ 50”
Construções coletivas com base nos contextos e realidades vividas pelas pessoas participantes do seminário.
Realização: Cobertura Colaborativa do Seminário Financeirização da Natureza: violações de direitos contra Povos e Territórios

Quilombolas e indígenas de todo o país têm mesmas lutas contra financeirização da natureza

Reportagem – 2018 – 05′ 20”
Yabace, quilombola da Morada da Paz no Rio Grande do Sul e Ana Patrícia, do COMIN Acre / Sul do Amazonas, relatam um pouco de suas lutas contra a financeirização da natureza.