Oficinas de Inclusão Digital com ênfase em Produção Audiovisual já tiveram 3 ciclos em Mostardas

Ao longo de 2025 – e ainda neste 2026 que se inicia -, o Ponto de Cultura STR Mostardas vem desenvolvendo o projeto Festejos e Encontros da Cultura da Tradição Popular das Comunidades Quilombolas da Península do Litoral Norte (Edital SEDAC nº25/2024 PNAB RS – Cultural Viva). São diversas oficinas oferecidas: de música (capacitação de linguagem artística), capoeira, brincadeiras populares, inclusão digital e ações de salvaguarda da cultura tradicional mostardense expressa pelos festejos de Pagamento de Promessas, Terno de Reis, além de outros conhecimentos tradicionais. O Coletivo Catarse, parceiro neste projeto, vem desde outubro ministrando oficinas de inclusão digital, com ênfase na produção audiovisual, nas escolas de ensino fundamental Marcílio Dias e Nossa Senhora Aparecida. Foram encontros de leitura audiovisual, reflexão sobre ferramentas digitais e seus usos além de exercícios práticos de produção que geraram por enquanto 3 curtas-metragens de ficção e 2 curtas-documentários. A região de Mostardas é geograficamente muito interessante, pois fica entre o Oceano Atlântico e a Lagoa dos Patos, e, apesar de ser muito desgastada pelo agronegócio, é riquíssima em recursos naturais com uma fauna abundante, parte preservada por conta do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, localizado há 20 km do centro de Mostardas. Além disso, é uma região muito antiga, e os resquícios do período da escravidão são notados a olhos vistos (pelo menos pelos olhos mais sensíveis), atribuindo-se uma atmosfera mística, por conter histórias de um passado ainda recente em suas ruas, construções e práticas culturais. São três as principais comunidades quilombolas no município: Comunidades Quilombolas dos Teixeiras, Beco dos Colodianos e Casca, sendo esta última a única titulada, embora as outras duas também já estejam organizadas a partir de associações e tenham este objetivo de formalização. O Terno de Reis, o Ensaio de Pagamento de Promessa, o arroz quilombola, o feijão sopinha, o cobertor mostardense, entre tantas outras referências, fazem da região de Mostardas – com São Simão, Solidão e Bacopari – e Tavares lugares de uma potência cultural incrível, mas, muitas vezes, ignorada por grande parte da própria população que ali vive. Nota-se muito rapidamente que os mais jovens já estão um tanto desconectados dessas raízes, demonstrando-se, às vezes, até mesmo uma autoestima fragilizada. Por isso a importância de projetos culturais como este promovido pelo Ponto de Cultura STR Mostardas, que coloca luz e fomenta essas manifestações para que não sejam esquecidas. É como pondera Luiza Lemos, funcionária da Casa da Cultura do município: “Conhecer a cultura, né? É como eu sempre digo, a cultura tá ficando pra trás. Um povo sem história é um povo sem cultura. E a história… não podemos deixar morrer. A história de onde veio? De onde veio o povo? De onde veio o negro? A gente tem que saber isso aí. Como é que o negro chegou até aqui. Ele veio como escravo, trabalhar para o seu senhor. Muitos não conseguiram, muitos morreram pelo caminho. Mas a gente tem que saber de onde veio. Mostardas, afroaçoriana. Não é a cor, quem manda é a pessoa, o caráter”. Até abril do ano que vem, o Coletivo Catarse voltará a Mostardas com o objetico de produzir outros audiovisuais através de oficinas, uma delas a ser desenvolvida em uma das comunidades totalmente focada no registro de memória e patrimônio das expressões culturais tradicionais locais. Enquanto isso, assista alguns filmes produzidos nas oficinas:

Filme, Cooperar é Resistir – Pedal Express

Vamos chegando na linha de chegada de 2025 e antes de encerrarmos esse ciclo conseguimos depois de percorrer um longo percurso disponibilizar de forma pública o filme Cooperar é Resistir – Pedal Express, que conta um pouco sobre a atual equipe que compões o coletivo Pedal Express e os desafios da autogestão em busca de um trabalho digno. Um pouco sobre o filme:Há 15 anos a Pedal vem oferecendo uma alternativa ecologicamente sustentável e socialmente justa para serviços de entrega em Porto Alegre. E nossa parceria é de longa data, tendo na nossa história a formação sobre cooperativismo que fortaleceu este coletivo de ciclo-entregadores no sentido da autogestão como modelo de organização.A campanha “Cooperar é Resistir!” foi construída através do apoio do Labora – Fundo de Apoio ao Trabalho Digno do Fundo Brasil, por meio do edital de apoio a trabalhadores informais na luta por direitos de 2024.A iniciativa busca promover o debate sobre trabalho digno e o cooperativismo de plataforma.Além de registrar a história da Pedal, o documentário aborda questões como a precarização do trabalho de entregas por plataformas digitais e apresentando o cooperativismo de plataforma como uma alternativa viável, justa e sustentável. Pedal Express no ano de 2025 é:Natã Moraes LinkGabriel Vanin EthurMiguel Hexel HerreraSaymon Machado AraújoLucas Escher Speroto Equipe de produção audiovisual: Coletivo Catarse Imagens adicionais: Trilha Sonora: Realização: Pedal ExpressProdução: Coletivo CatarseApoio: Labora – Fundo Brasil

2025 foi ano de Talk Exu!

Este ano foi de consolidação de uma proposta de talk show do Coletivo Catarse. Ainda com bastante espaçamento entre os episódios, estudos estéticos e da técnica a ser utilizada – além de investimentos no espaço onde se grava e transmite ao vivo -, se possibilitou a produção de conteúdos interessantes com os envolvimentos de parceiros e o apoio organizacional de um projeto contemplado nos editais PNAB/SEDAC-RS, na linha Cultura Viva. Foram 3 edições que movimentaram a Comuna do Arvoredo, em dias de Maria Maria Espaço Cultural, sob realização do Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, versando sobre cinema de ativismo e produções audiovisuais com diálogo entre as artes; sobre teatro, economia solidária e autonomia; e destacando a cultura do povo negro no Rio Grande do Sul. Todos entremeados com apresentações musicais diversas, que divertiram os presentes e o público online, e finalizando sempre com um filme produzido pelo próprio Coletivo Catarse. A seguir, assista à última edição e às outras duas de 2025: Talk Exu #04 – Cultura Negra em DestaqueTambor de Sopapo, poesias e carnaval. Com Lilian Rocha, Edu do Nascimento e Paulinho do Areal. Atração musical “Meu Black É Rock”, de Matheu Corrêa. Ao final, uma versão reduzida do documentário “O Grande Tambor”. Talk Exu #03 – nós na economia solidária e NÓS em cia de teatroEconomia solidária e autonomia, com Gil Neves e Lisbet dos Santos, e os 18 anos da NÓS CIA DE TEATRO, com Everson Silva e Letícia Virtuoso, intercalado por intervenções musicais do artista Luís Valério e exibição ao final do curta-metragem P A R A L E L O. Talk Exu #02 – os filmes que lançamos no outono passadoAs três últimas produções audiovisuais do Coletivo, todas lançadas na segunda quinzena de junho: os documentários “Nóg kirĩg ãg tĩ / Nós, Guardiões da Mata”, sobre a retomada Kaingang no Morro Santana, e “Cooperar é Resistir”, contando a história da PedalExpress, um coletivo de entregas que se utiliza de bicicletas em Porto Alegre; finalizando com o curta-metragem de ficção “Enquanto a Luz Não Chega”, com bate-papo sobre os desafios de uma produção que mescla o audiovisual e o teatro de sombras, com exibição completa do filme ao final – também como parte do circuito de lançamento do mesmo. As entrevistas sobre as produções foram intercaladas por intervenções musicais da banda “Expresso Livre”, com Jéssica Nucci no vocal, acompanhada dos violões de Vicente Guindani e Nil Tavares. O Talk Exu, uma iniciativa autônoma do Coletivo Catarse, é parte do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva.

Uma experiência chamada Octopoulpe

Eis que no último dia 08 de dezembro, sim numa segunda – feira, um artista muito “louco” no bom sentido, desembarcou em Porto Alegre e realizou sua segunda passagem na cidade, presenteando quem compareceu no CAOS bar com um espetáculo indescritível. Imagine “um polvo”, agora imagine, uma bateria, um telão, projetor, luzes e músicas extremas com uma banda com umas 6 a 8 pessoas que vão do Jazz ao metal, do rock ao hardcore-punk e tudo isso sendo controlado e tocado por apenas UMA pessoa, isso mesmo um único indivíduo, o Octopoulpe um artista francês, que reside na Coreia e circula pelos “mares” agraciando os undergrounds locais com sua arte visual e sonora. Octopoulpe apresenta uma fusão da música com elementos visuais com uma maestria hipnótica, luzes sincronizada com as batidas e movimentos, edições de vídeo divertidas e muito criativas e algumas vezes imagens do próprio público sendo manipulada ao vivo por ele, tudo isso ao som de muita música pesada autoral e na maioria das vezes extrema, e ao mesmo tempo que ele controla tudo isso, vídeo, luz, projeção ele ainda toca bateria incansavelmente com uma máscara de polvo e uma sunga. Segundo seu site ele se intitula “Geek-Core / Hardcore-Punk with interactive videos” e formou este projeto que já percorreu o mundo em 2015, ao total, Octopoulpe já soma mais de 12 turnês internacionais acumulando mais de 1200 apresentações, incluindo grandes festivais e palcos singelos do undergrounds como o CAOS bar. Você pode conhecer mais sobre o artista no seu site no link abaixo. Site: https://iamoctopoulpe.com/ Instagram: https://www.instagram.com/p/DR2VT2gDueT/ Mas a noite de segunda não contou só com Octopoulpe quem esquentou e preparou o palco foram as bandas, No Gracias, Lençol de Mosca e Diokane e a organização e acolhida do multi artista Octopoulpe é do Juliano Bikeage. Segue a cobertura fotográfica feita por Billy Valdez, fotos da banda Diokane por Mariana Della Giustina.

Decola Hip Hop RS – LANÇAMENTO do videocast “No Ritmo e Poesia das Vozes Indígenas do Brasil”

O Videocast do Coletivo Catarse inaugura com 2 episódios sobre o entrelaçamento das culturas indígenas e o Movimento Hip Hop. Com representantes de etnias em constante luta, esses artistas se utilizam da música e de outros elementos para também agregarem uma expressão e expandirem seus fazeres e saberes em algo que é considerado contemporâneo, mas transversal à humanidade. Curta atentamente aos 2 episódios! Com o título de “No Ritmo e Poesia das Vozes Indígenas do Brasil“, o projeto tem dois episódios e vai ao ar no início de dezembro, fazendo parte do Programa Decola Hip Hop – uma iniciativa histórica da Secretaria de Cultura Hip Hop do RS e da Ong Suve (confere aqui). Ficha técnica:Apresentação – Gustavo Türck e Marcelo CougoProdução – Marcelo CougoGravação e edição de som – Gustavo TürckDireção de equipe de filmagem, corte ao vivo e edição final – Billy ValdezOperação de câmera – Vherá Xunú

2° episódio do Videocast do Coletivo Catarse – sobre o Ritmo e Poesia das Vozes Indígenas do Brasil

Na segunda edição, gravado em 26/11, no Estúdio Monstro, estavam presentes Kapri Kaingang, liderança da Retomada Gãh Ré, de Porto Alegre, Vera Kaninhka, também Kaingang, artista gráfica (grafiteira!), também da capital dos gaúchos, e o rapper Owerá, Guarani Mbyá, participando online direto do litoral de São Paulo. São mais vozes somadas, contando suas experiências e visões sobre como o Movimento Hip Hop se envolve e contrubui na realidade de vida e de lutas de todas as etnias indígenas. A reflexão da música como ferramenta de comunicação e da existência permanente do RAP como expressão que interlaça os tipos linguísticos e que estimulou historicamente as conquistas, inclusive, em meio urbano, se complementou com o trabalho de quem enxerga o próprio corpo como um muro a ser grafitado – de formas figurativa e concreta. Os 2 episódios devem ser lançados já na semana que vem, início de dezembro. Não perca! A seguir, os clipes apresentados no videocast. Acesse o clipe de Owerá clicando aqui! Com o título de “No Ritmo e Poesia das Vozes Indígenas do Brasil”, o projeto tem dois episódios e vai ao ar no início de dezembro, fazendo parte do Programa Decola Hip Hop – uma iniciativa histórica da Secretaria de Cultura Hip Hop do RS e da Ong Suve (confere aqui). Na equipe, apresentando estavam Gustavo Türck e Marcelo Cougo, com filmagem de Billy Valdez e Vherá Xunú, da etnia Guarani, parceiro de longa data do Coletivo Catarse.

Micro Forum e Giro Cultural no Quilombo do Sopapo

O Coletivo Catarse esteve no Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, sábado, 22/11, participando de atividade do Projeto Pontão Ponto a Ponto: Tecendo as Culturas Gaúchas – uma realização do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural ASSOBECATY, de Guaíba. Parte de uma gira que perpassou 10 regiões do estado, representando o Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, expusemos nossa descoberta da Política Cultura Viva, a transformação que isso acarretou em nossos fazeres profissionais em mais de 20 anos e nossa relação intrínseca com o Quilombo do Sopapo. A seguir, algumas fotos de momentos do encontro, que teve ainda a potente manifestação de Ag (@agnescomgmudo) e os toques dos tambores do Quilombo – que nunca deixem de tocar! Importante ver, rever e contar juntes a história deste Ponto, tão ligado à nossa própria história. Fotos: Alexandre Garcia A programação foi assim: Vem aí o Micro-Fórum e Giro Cultural! 🎉 📅 22/11 — sábado⏰ Das 9h às 17h📍 Quilombo do Sopapo Um encontro para dialogar, aprender e fortalecer a cultura de base!Vamos discutir temas essenciais como:✨ O que é um Ponto de Cultura✨ O que é a Lei Cultura Viva✨ A importância dos Pontos de Cultura nas comunidades✨ A força da cultura de base✨ O papel do Conselho Gestor Programação: Início 9h🔸 Abertura com poeta, artista cênico e ativista do Hip Hop movimento negro Ag🔸 ⁠Café da manhã🔸 ⁠Conversa com Gustavo Türck (Ponto de Cultura Ventre Livre) Histórico Cultura Viva – Ponto de Cultura Ventre Livre e sua relação com o Quilombo do Sopapo🔸 ⁠Momento para bate papo e troca de experiências🔸 ⁠Fechamento da manhã com intervenção de Ag Pausa 12h🔸 Almoço no Quilombo do Sopapo Retorno 13:30🔸 Intervenção cultural com tambores do Quilombo do Sopapo (Leonardo Sangenito)🔸 Conversa com Gustavo Türck – As Relações de cultura comunitárias🔸 ⁠Bate papo🔸 ⁠Café da Tarde e fechamento com intervenção dos tambores Venha fortalecer nossa rede e celebrar a potência da Cultura Viva! 🌱✨ Associação Ponto de Cultura Quilombo do SopapoProjeto Pontão Ponto a Ponto: Tecendo as Culturas Gaúchas

15 anos de Heavy Metal

A banda Mortticia natural da cidade de Alegrete/RS, no último dia 15 de novembro celebrou seus 15 anos de tragetória na 6ª edição do MORTTFEST, festival que a própria banda sustenta anualmente para fortalecer parcerias, fazer novas amizade e dispor de um evento com qualidade estrutural para as bandas da cena underground se apresentarem e está última edição aconteceu no Nosso Tap Room no 4º distrito em Porto Alegre. Além do show da anfitriã que embalou em alto, bom som e posicionamento politico com seu repertório com sons do álbum A Light In The Black e seus últimos singles lançados Mother (2024) e Mistakes (2025), na finaleira do set a música Life Is On (One Flower) contou com a participação de Tom Zinsky vocalista da banda It’s all Red. Mas a noite não foi só da Mortticia ela foi recheada com muito som pesado de diversos subgêneros do Metal, com shows das bandas. The Truck on Fire’s Band, com um autêntico Heavy n’ Roll: peso, swing e ironia, com o timbre de vocal lembrando muito Type O Negative. A banda Código Penal com seus 25 anos misturando rap, hardcore/metal e muita consciência social em suas letras. E fechando a noite quem ferveu o palco foi a banda Exequator, banda de Bagé/RS fortalecendo o intercâmbio entre as cenas underground do estado executando com grande maestria seu metal com variações de rock progressivo direto do extremo sul do estado. Mas o MORTTFES não foi só show de Metal. Teve ainda merch das bandas e mais banca da blackbag666, chaveiros.horror e flash tattoo com a carollunard. O evento foi uma realização da @defendersoftherage com apoios da Back In Black , Chaveiros Horror, Estúdio José Florêncio, Ethnos Rock, O Subsolo , Open Stage e Hell Yea Music Company. Segue aquele álbum com fotos de Billy Valdez do Coletivo Catarse. Esta cobertura foi em parceria com o portal O’Subsolo.

Videocast do Coletivo Catarse estreia tratando da participação indígena no movimento Hip Hop

Acostumados a gravar podcasts, a equipe se apertou no Estúdio Monstro, na sede do Coletivo, para colocar os elementos “câmera”, para além dos microfones, e gravar o primeiro videocast de uma série de 2 sobre a relação da cultura indígena brasileira e o movimento Hip Hop. Contando com os convidados Nativo Xondaro, de etnia M’Bya Guarani de São Paulo, e a MC Anarandá, Guarani Kaiowá de Campo Grande-MS, online, e Fernando Xokleng, indígena Xokleng de Santa Catarina, presente no estúdio, o bate-papo correu pelas razões as quais todos, sendo indígenas e com raízes fortes em suas culturas, faziam as suas expressões se utilizando do RAP e como isso somaria a suas lutas. Com o título de “No Ritmo e Poesia das Vozes Indígenas do Brasil”, o projeto tem dois episódios e vai ao ar no início de dezembro, fazendo parte do Programa Decola Hip Hop – uma iniciativa histórica da Secretaria de Cultura Hip Hop do RS e da Ong Suve (confere aqui). Na equipe, apresentando estavam Gustavo Türck e Marcelo Cougo, com filmagem de Billy Valdez e Vherá Xunú, da etnia Guarani, parceiro de longa data do Coletivo Catarse. A seguir, os clipes apresentados no videocast, com um trabalho de cada convidado.

Encontro de Culturas Periféricas reúne cerca de 300 pessoas para debater arte e democracia na Feira do Livro de Porto Alegre

No dia 8 de novembro, o Coletivo Catarse esteve fazendo a transmissão ao vivo do evento. Centenas de pessoas se reuniram para conferir uma programação diversificada, mesclando debates com poesia, literatura e música, em evento organizado pelo Comitê de Cultura no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Ao longo de todo o sábado (8), estiveram presentes no Espaço Jovem Banrisul, na 71ª Feira do Livro de Porto Alegre, nomes como Manuela d’Ávila, do Instituto “E Se Fosse Você?”, Winnie Bueno, pesquisadora e ativista antirracista, Denise Pessôa, deputada e presidente da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, Susana Kaingang, jurista, advogada, educadora e pesquisadora indígena e Richard Serraria, compositor, pesquisador sopapeiro e poeta, Rafa Rafuagi, rapper e gestor do Museu do Hip Hop RS e Negra Jaque, rapper, gestora do Galpão Cultural, secretária do Hip-Hop no RS e escritora. (…) – texto do site do MinC, leia a íntegra, acesse aqui.