Catarse 10 anos: PANCs soberania alimentar

Neste mês em que o Coletivo Catarse completa 10 anos, publicaremos no site alguns dos trabalhos que fizemos ao longo deste tempo. Sobre o projeto  “PANCs: soberania alimentar e biodiversidade palpável”, realizamos uma reportagem cinematográfica sobre plantas com grande potencial alimentício e de comercialização, mas que costumam ser negligenciadas.

Dia Nacional da Araucária

No dia Nacional da Araucária, 24, às 14h, haverá exibição do documentário Araucária, de Julia Aguiar/Coletivo Catarse, no Jardim Botânico de Porto Alegre e dia 25, às 19h, na Câmara de Vereadores de Canela. Ambas as sessões com debate sobre a conservação e o uso sustentável da floresta com Araucária.

Preservar é Resistir!

A Campanha “PRESERVAR É RESISTIR” – Em Defesa dos Territórios Tradicionais, pretende assegurar o acesso ao nosso território, avançar na regularização de nossas terras, dar visibilidade ao nosso modo de ser e viver e implementar políticas públicas diferenciadas.

Quanto vale a vida?

De acordo com o Resumo Executivo do projeto de pesquisa apresentado pelo prof. Wanderlei Pignati denominado “Impactos dos Agrotóxicos na Saúde e no Ambiente nos Municípios do interior de Mato Grosso, Brasil”, um dos maiores impactos da cadeia produtiva do agronegócio são as poluições ao meio ambiente e as intoxicações agudas e cronicas nas pessoas, todas relacionadas aos agrotóxicos.

Nota Pública do Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente

Demarcações de terras indígenas e reconhecimento dos direitos dos agricultores, já! O conflito agrário estabelecido na região Norte do Rio Grande do Sul, que redundou na morte de dois agricultores no dia 26 de abril, em Faxinalzinho, faz parte de uma tragédia anunciada, num contexto previsível de barril de pólvora ocasionado pela omissão dos governos.

Kátia Abreu é denominada "rainha da moto-serra" em reportagem do The Guardian

Entre outras coisas, em entrevista ao periódico inglês, ela mencionou que o movimento ambientalista é o atraso ao progresso brasileiro, demanda a construção de mais estradas cruzando áreas florestais – Amazônia – e afirma, mesmo admitindo não ter provas, que os movimentos indígenas, sem terra e ambientalista seguem interesses estrangeiros em suas ações.