Estamos fazendo um filme!

Numa parceria com o Ponto de Cultura Vale Arvoredo, o Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre desenvolveu, ao longo do mês de abril, Vamos fazer um filme? oficina prática de produção audiovisual para crianças, através de projeto contemplado pela Lei Paulo Gustavo no município de Morro Reuter. Foram 5 encontros até o momento, quando crianças do 1º, 2º, 3º e 4º anos da EMEIEF Tiradentes tiveram a oportunidade de experimentar um pouco de como é a lida da produção de um vídeo mais trabalhado. Juntos, contamos histórias, assistimos filmes, trabalhamos em grupo, fizemos um roteiro e filmamos um pequeno curta-metragem – que está em fase de edição. “Num momento onde o audiovisual é onipresente em nossas vidas, a importância de um projeto como este é o desenvolvimento de um pensamento crítico a respeito do que é consumido como entretenimento ou mesmo como informação. Saber e viver os bastidores de um filme, a exemplo do que foi feito com essas turminhas, é desmistificar as produções, colocando em perspectiva o conteúdo que chega através dos computadores, televisões e, principalmente, celulares. É estimular a reflexão a respeito do que é verdade e do que é puramente ficção. Colocar os pequenos como produtores de um filme é dar voz ativa ao público que diante de uma tela, normalmente é passivo e, isso, é dar ferramentas para que possam decodificar as mensagens, tendo opinião própria sobre o que assistem”.Têmis Nicolaidis – Oficineira No dia 7 de maio, as crianças visitarão o espaço do Ponto de Cultura Vale Arvoredo, proponente deste projeto. Lá, conhecerão mais sobre este espaço cultural, que é uma referência no município, e participarão de uma sessão de cinema com filmes produzidos em Morro Reuter, culminando com a estreia do filme que produziram: Trio Parada Dura – e o mistério do brilho no mato.

Nova temporada da série O Ben para todo mal, nesta quarta-feira (24), no Music Box Brazil

O programa “O Ben para todo mal” conversa com pessoas ligadas à música para falar sobre parentalidade e som. Com vídeos inéditos sendo disponibilizados a partir de agora, o projeto segue destacando como criar um ser humano impacta a rotina dos convidados. Além de Jean Dolabella (Pitty / ex-Sepultura), estão entre os participantes: Vânia Cavalera (mãe de Iggor e Max, criadores do Sepultura), Marcello Pompeu (Korzus), Henrike Baliú (Blind Pigs / Armada) e a rapper Negra Jaque. Confira trailer da nova temporada de O Bem para todo mal aqui! São 13 produções prestes a entrar na programação do Music Box Brazil, sendo 11 filmadas em São Paulo e duas em Porto Alegre. O roteiro e a apresentação são feitos pelo jornalista Homero Pivotto Jr. (que idealizou o projeto em homenagem ao filho Benjamin), e a edição e direção são de Sérgio Caldas. Além da dupla, que está envolvida com a produção desde o começo, os novos vídeos têm ainda suporte de Luiz Argimon e Vinícius Lima na captação de som e de imagens. “O Ben para todo mal” é um trabalho iniciado em 2016. A primeira temporada, exibida no Music Box Brazil e disponível no Youtube (https://www.youtube.com/c/OBenparatodomal), conta com 17 episódios. Os entrevistados incluem nomes como João Gordo e Jão (Ratos de Porão), Julia Barth (Os Replicantes), Andreas Kisser (Sepultura), Fernanda Takai (Pato Fu), Iggor Cavalera (ex-Sepultura), CJ Ramone e Afro-X. A série de entrevistas O Ben para todo mal estreia nova temporada nesta quarta-feira (24), às 20h15min, no canal Music Box Brazil (canal 123 da NET, 145 da Oi TV ou 637 da Vivo TV). Quem protagoniza o primeiro episódio da fase inédita é o baterista Jean Dolabella (Pitty / ex-Sepultura e Ego Kill Talent). No papo, o músico — pai da Amanda, do João e do Theo — fala sobre a batida frenética para equilibrar trabalho e paternidade, recorda as dificuldades de ter filhos cedo e revela momentos marcantes envolvendo música e a prole. As reprises são exibidas nas quintas (8h15min) e sábados (15h).  Texto de Homero Pivotto Jr.

Show completo da banda Boca Braba hardcore no Bar Opinião

Último show do ano de 2023 para a banda Boca Braba hardcore foi a segunda passada da banda no palco do lendário Bar Opinião no festival promovido pelo Coletivo Preto no Metal, um pouco sobre esse evento você pode conferir aqui (https://coletivocatarse.com.br/2024/03/27/preto-no-metal-festival/) Nós realizamos a produção audiovisual dessa apresentação e a banda nos entregou um show, forte e potente, mostrando que ja “dominam” aquele apalco e certatemente irão retornar muitas vezes. Confira. Ficha Técnica:BOCA BRABA HARDCORE É:Douglas Cereja – Guitarra/BackVinícius Marques – VocalLuis Tiago – BateriaHígor Cavalheiro – Baixo/Back PRODUÇÃO AUDIOVISUAL:Coletivo CatarseCAPTAÇÃO VÍDEO:Billy ValdezMarcelo Cougo de SaBruno PedrottiEDIÇÃO/FINALIZAÇÃO:Billy Valdez Foto do destaque por Zé Luiz Dias.

A Viagem de Jacinto

Nos dias 27, 28 e 29 de abril, o Ponto de Cultura Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo (@vale.arvoredo) foi transformado no set de filmagem para a produção da minisérie A Viagem de Jacinto. Não é a primeira vez que o Clube da Sombra (@clubedasombra), realizador deste projeto, em parceria com o Coletivo Catarse e Vale Arvoredo, se juntam para fazer arte em Morro Reuter. No ano de 2021 o set foi para o projeto Criaturas da Literatura Em Movimento (com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do RS), que resultou em 6 curtas-metragens com a linguagem do teatro de sombras como principal protagonista para contar 6 histórias clássicas da literatura universal. Nesta nova empreitada, A Viagem de Jacinto ainda conta com mais dois parceiros importantes: Cia Pájaro Negro e Pablo Longo (@pajaronegro.sombras e @pablongol) – Mendonza – AR e Box23filmes (@box23filmes) – Dois Irmãos-RS. A minisérie terá estreia ainda este ano, por enquanto, acompanhe os bastidores desta jornada. Sobre o projeto:A Viagem de Jacinto é um projeto de minisérie ficcional que narra a história de duas crianças que vivem na zona rural e, em uma noite, brincando com uma lanterna, disparam um facho de luz para o céu escuro. Essa luz, antes de viajar pelo espaço, ilumina um boneco de papelão chamado Jacinto, que os dois construíram para brincar com teatro de sombras. Nesse instante em que Jacinto é iluminado, uma grande ideia surge na imaginação dessas duas crianças, abrindo um universo novo de dúvidas e descobertas onde a ciência e a imaginação se juntam para formar imagens surpreendentes. Jacinto está viajando na velocidade da luz pelo espaço. Mas e a sombra de Jacinto, está viajando junto? Onde estará esse nosso personagem? Conforme o tempo passa, Jacinto segue sua a aventura espacial, enquanto as crianças crescem, tornam-se adultos para finalmente descobrirem onde Jacinto está. Numa produção @clubedasombra, em parceira com @pajaronegro.sombras, @coletivocatarse, @box23filmes e Ponto de Cultura @vale.arvoredo e financiamento pela @leipaulogustavo no município de Dois irmãos (@prefeituradoisirmaos / @doisirmaos_cul_tur), A Viagem de Jacinto sai do papel e encontra este grupo de realizadores dispostos a embarcar na mesma viagem.

Preto no Metal Festival

Numa tarde de calor dômico, em um domingo dezembrino, no Bar Opinião, rolou o primeiro Festival Preto no Metal, organizado pelo coletivo de mesmo nome. Uma vitória das bandas e da galera que agiliza esse coletivo que tem por objetivo o combate à discriminação no universo da música pesada no Brasil. A festa contou com as presenças da R.E.D. (com participação muito especial de Rodrigo Ruínas), Inexistence, Código Penal, Boca Braba e Neptunn, numa diversidade de estilos que bem cabe na proposta do Preto, de contemplar a miscigenação, seja nas pessoas em cima do palco, seja no som que sai dos P.A.s, tudo embalado, no entre shows, pelo DJ Wander Porcher. Tudo muito bem organizado, com as trocas de bandas ocorrendo de maneira ágil e trazendo dinâmica ao Festival. A dimensão da importância foi dada pelo Éder Santos, vocalista da R.E.D. quando comemorou o fato das bandas de origens periféricas em relação à Capital estarem chegando pela primeira vez ao mítico palco do Bar Opinião. Só por esse fato o evento se justificou totalmente. Quando além disso o encontro carrega junto de si a bandeira antirracista e antifascista, todo esforço se traduz em agradecimento a quem faz dessa luta seu modo de estar no mundo. Vida longa ao Coletivo Preto no Metal, vida longa ao underground, vida longa à luta antirracista e antifascista!Texto: Marcelo Cougo. Confira o teaser que produzimos em apoio ao evento e na sequencia mais algumas fotos de Zé Luiz Dias.

A Viagem de Jacinto

Texto: Clube da SombraFotos: Clube da Sombrta e Cia Pájaro Negro A Viagem de Jacinto é um projeto de minisérie ficcional que narra a história de duas crianças que vivem na zona rural e, em uma noite, brincando com uma lanterna, disparam um facho de luz para o céu escuro. Essa luz, antes de viajar pelo espaço, ilumina um boneco de papelão chamado Jacinto, que os dois construíram para brincar com teatro de sombras. Nesse instante em que Jacinto é iluminado, uma grande ideia surge na imaginação dessas duas crianças, abrindo um universo novo de dúvidas e descobertas onde a ciência e a imaginação se juntam para formar imagens surpreendentes. Jacinto está viajando na velocidade da luz pelo espaço. Mas e a sombra de Jacinto, está viajando junto? Onde estará esse nosso personagem? Conforme o tempo passa, Jacinto segue sua a aventura espacial, enquanto as crianças crescem, tornam-se adultos para finalmente descobrirem onde Jacinto está. Numa produção Clube da Sombra, em parceira com Cia Pájaro Negro, Coletivo Catarse, Box23filmes e Ponto de Cultura Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo e financiamento pela Lei Paulo Gustavo no município de Dois irmãos, A Viagem de Jacinto sai do papel e encontra este grupo de realizadores dispostos a embarcar na mesma viagem. Esta história parte de uma pesquisa acadêmica, artística e real, em andamento, iniciada no interior do município de Morro Reuter, no Espaço de Vivência Artística Vale Arvoredo, que se desdobra em uma tese para a Universidad Nacional del Centro de La Provincia de Buenos Aires – Facultad De Arte, na carreira de Maestría en Teatro – Dirección escénica, com o título de: La espacialidad en el teatro de sombras contemporáneo de la Compañía Teatro Lumbra de Brasil. O diretor teatral Pablo Longo, integrante da Cía Pájaro Negro é o proponente responsável por essa investigação sobre a profundidade da sombra e suas manifestações no campo da percepção. O personagem Jacinto foi criado por Alexandre Fávero, associado do Espaço Vale Arvoredo, residente do munícipio de Dois Irmãos e diretor do filme Boitatá – (Argentina / Brasil – 2020/2021) Cía Pájaro Negro y Cia Teatro Lumbra. Nessa pesquisa de 2022 ele é utilizado como protótipo para ilustrar fotos e vídeos do processo de investigação para a tese de Pablo Longo, participando de diferentes experimentos com luz e sombra, sobre superfícies, como fumaça, água de rio, água de cascata, tecidos, árvores e espelhos. O argumento de “A Viagem de Jacinto” surge desses testes e suposições, que estão se desdobrando em teorias, perguntas e na tese que se apresentará em 2024. A proposta é desenvolver um roteiro, uma estrutura narrativa que possa se desdobrar em outras linguagens e produtos, como um filme, um livro ou uma peça de teatro. É uma obra de ficção que estimula a imaginação e o raciocínio lógico de crianças e adultos, de qualquer idade, sobre a nossa época, sobre aquilo que podemos perceber de nós mesmos, mas também daquilo que se distancia infinitamente de nós. Com um mundo tão repleto de tecnologias e virtualidade, talvez o importante não seja ver o que ninguém nunca viu, mas sim pensar o que ninguém nunca pensou sobre algo que todo mundo vê. Jacinto é um personagem criança que está viajando no espaço sideral e na imaginação, conectando o dentro e o fora de cada um de nós.

Vamos fazer um filme?

Numa realização Ponto de Cultura Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo (@vale_arvoredo), com a parceria do Ponto de Cultura Ventre Livre (@coletivocatarse), através do edital de audiovisual da Lei Paulo Gustavo para o município de Morro Reuter, no dia 26.03 inicia-se a Oficina Prática de Produção Audiovisual na EMEIF Tiradentes na cidade de Morro Reuter. O projeto busca desenvolver um olhar atento e sensível sobre a realidade, com o objetivo de registrar e editar um curta-metragem documental ou de ficção, tendo como suporte dispositivos celulares e, ainda, outros recursos disponíveis no dia a dia como ferramentas para ver, criar e produzir o conteúdo audiovisual resultante desta oficina. Esta produção se dará em formato de oficina para jovens dos 3º, 4º e 5º anos do ensino fundamental. Serão encontros que os jovens, de maneira prática, irão conceber, roteirizar, produzir, filmar e editar um pequeno curta-metragem, tendo noção de todas as etapas de produção de um audiovisual. Esta mesma oficina já foi realizada anteriormente em Morro Reuter, no ano de 2015 na Escola Estadual de Ensino Fundamental João Wagner, e resultou no curta-metragem O Livro. Também, foi realizada em Tapes, resultando dois curtas-metragens: A casa da última rua e A longa vida de Kameyo. O objetivo do projeto é aproximar os jovens das etapas da produção audiovisual, estimulando o pensamento crítico sobre a produção de conteúdo e construção de sentido; Realizar um curta-metragem inteiramente produzido junto aos jovens oficineiros, aproveitando as referências consumidas por eles, advindas das redes sociais, mas que, consiga, também, se aproximar da linguagem cinematográfica, estabelecendo um diálogo estético e narrativo e promover uma sessão de cinema com os realizadores do curta-metragem no Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo e uma sessão na escola para professores e estudantes, seguido de bate papo sobre a produção. Acompanhe, curta e assista!

Fortalecendo comunidades : Quilombo Vila Nova

Nos dias 20 e 21 de fevereiro, o Coletivo Catarse esteve junto de uma equipe de pesquisadoras parceiras do Núcleo de Estudos de Geografia e Ambiente da UFRGS (NEGA/UFRGS) no Quilombo Vila Nova, em São José do Norte/RS. A saída faz parte do trabalho do projeto “Quilombo Vila Nova : organização e soberania na defesa do território” que recebeu apoio do Fundo Casa Socioambiental.

Filmagem na U.S. Santíssima Trindade

Na tarde de 27 de fevereiro uma equipe do Coletivo Catarse na Unidade de Saúde Santíssima Trindade, zona norte de Porto Alegre, gravando para uma produção nova da Bombozila. A série fala sobre as mudanças na Atenção Básica em Saúde nacionalmente e tem apoio da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV Fiocruz).

Neptunn – The Hidden Self (Drums Playthrough)

Confira o novo lançamento audiovisual da banda Neptunn. Desta vez um “Drums Playthrough”, uma espécie de videoclipe, porém com imagens reais de captação da gravação da bateria, sem cortes, na execução precisa e pesada do baterista da banda Matheus Montenegro. A captação de som e mixagem ficou por conta do Rafael Siqueira do estúdio RR44 Artistic Complex, captação de imagens e edição pelo cooperado Billy Valdez. Para quem está conhecendo a banda por esta postagem, em julho deste ano (2023), produzimos o clipe de “Onward to Nothingness” e você pode conferir esta produção logo abaixo.