Oficinas de inclusão digital trabalham com a salvaguarda de patrimônios culturais de Mostardas

De 19 a 24 de março, o município do litoral médio recebeu encontros de formação para jovens e adultos. As atividades incluíram ainda o registro do II Encontro Regional de Cantadores de Terno, contemplando aos oficinandos uma prática com noções básicas de fotografia e produção audiovisual. Também foi trabalhado o uso de ferramentas digitais como e-mail, “nuvem” de armazenamento e montagem de site para auxiliar na exposição de registros e segurança de dados como uma prática de salvaguarda de expressões culturais e até mesmo de arquivos pessoais. As aulas teóricas tiveram suas atividades na Escola Municipal Marcelo Gama na quinta (19), sexta (20), segunda (23) e terça-feira (24) durante a noite. Já a atividade prática foi a cobertura do II Encontro de Cantadores de Terno realizado no salão da Paróquia São Luiz Rei. O encontro reuniu cerca de 150 pessoas e teve apresentações de 5 grupos: o Resgatando a Tradição e o Grupo Amigos, de Mostardas, o Família Talibio, de Tavares, o Netos do Zé Pulim, de Capivari do Sul e o O de Casa, de Guaíba. O Terno de Reis é um festejo religioso de origem açoriana e com contribuição afrodescendente. No Rio Grande do Sul, a tradição é mantida principalmente pelas comunidades quilombolas, agricultores e pecuaristas familiares. Os festejos se organizam em torno de datas ligadas ao dia de reis e dos santos padroeiros. Composto por cantadores, tocadores e participantes, o cortejo vai passando de casa em casa, reunindo as famílias em um grande momento de celebração com comidas típicas de cada região. Ao longo do encontro na noite de sábado, a culinária também resgatou fazeres e saberes locais. O cardápio teve ingredientes provenientes da agricultura familiar e da pesca da Lagoa do Peixe, como o feijão sopinha com siri, camarão, polenta com milho catete, entre outros pratos. Além dos registros do próprio Coletivo Catarse, a cobertura em foto e vídeo do evento foi feita principalmente pelos oficinandos, pessoas da própria região. A maioria já tinha relações com os Ternos, tanto de forma direta, cantando e tocando em um grupo, quanto indireta por meio de lembranças ou histórias de familiares que vivenciaram esta tradição em suas comunidades. Terminado o encontro, os oficineiros e oficinando seguem organizando os materiais produzidos para divulgação e preservação dos registros. Em breve, os materiais produzidos estarão disponíveis em um site próprio, com fotos, vídeos das apresentações e um documentário. Tudo isso buscando divulgar e preservar a memória destas manifestações tão presentes no município de Mostardas Estas atividades e outros ciclos de oficinas realizados ao longo de 2025 e 2026 fazem parte do projeto Festejos e Encontros da Cultura da Tradição Popular das Comunidades Quilombolas da Península do Litoral Norte (Edital SEDAC nº25/2024 PNAB RS – Cultural Viva). O Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre vem atuando junto ao projeto desde outubro do ano passado (confira aqui e aqui). Oficineiros: Gustavo Türck e Bruno PedrottiTexto: Bruno PedrottiFotos: Bruno Pedrotti, Daniel Machado da Silva, Gislaine Souza da Rosa, Laé Terezinha MachadoRevisão: Gustavo Türck

‘Trazer de volta ao coração’ reúne público em torno da memória e cultura palestinas

No dia 21 de março, em uma noite em que a Garajona da Comuna do Arvoredo é ocupada pela Maria Maria Espaço Cultural, no Centro Histórico de Porto Alegre, aconteceu o evento de apresentação do projeto documental ‘Trazer de Volta ao Coração’, filme que apresentará a história de Abder Rahim Jbara Hussein El Jundi, um palestino nascido em 1937 na aldeia de Al-Mansi, expulso de sua terra em 1948, durante a Nakba – a “catástrofe” palestina. Organizada pelos diretores Najla El Jundi e Luís Gustavo Ruwer, pelo Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, em parceria com o Grupo Folclórico Palestino Terra e as famílias palestinas El Jundi e Baja, a atividade foi concebida como uma celebração da memória, da cultura e da resistência palestinas. A programação iniciou ao entardecer com uma emocionante apresentação da Dabke, dança folclórica tradicional do território. A calçada em frente à Comuna estava ocupada por dezenas de pessoas, atraindo vizinhos às janelas e fazendo o trânsito parar momentaneamente para acompanhar a performance do Grupo Terra. Fizeram-se presentes familiares, amigos e apoiadores da causa, incluindo a Frente Gaúcha em Solidariedade ao Povo Palestino.  No intervalo, formou-se uma longa fila para experimentar os pratos típicos árabes preparados pela família Baja. Esfiha, falafel, homus e tabule foram algumas das saborosas opções oferecidas. Ao fundo, uma trilha sonora árabe contribuia para a atmosfera, aproximando o público do universo cultural  retratado no documentário. Em seguida, todos sentaram, para assistir ao teaser e à apresentação do projeto, conduzida pelos diretores. Apesar do calor intenso e da chuva ao longo da noite, a garagem da Comuna permaneceu lotada. Mais de 50 pessoas acompanharam atentamente cada momento da programação, do acolhimento inicial ao debate com os protagonistas do documentário: Abder, Sami e Najla El Jundi. O clima era de intimidade e curiosidade. Ao longo da programação, o público alternou entre momentos de silêncio atento, reações emocionadas e manifestações de apoio à causa palestina. A atividade se configurou como um espaço de encontro entre a história retratada na obra e o público, marcado pela partilha de experiências, referências culturais e solidariedade à causa palestina. ‘Trazer de volta ao coração’ entrou em circuito de festivais e, em breve, estará disponível ao público. Acompanhe o Instagram @trazerdevolta para atualizações. Texto: Luís Gustavo Ruwer e Najla El JundiEdição: Anahi FrosFotos: Billy Valdez ASSISTA AO TEASER * O evento de divulgação deste projeto é parte da programação do eixo Maria Maria Espaço Cultural, sendo parte do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva.

Muito aquém da linguiça humana: animação sobre Crimes da Rua do Arvoredo vai lidar com fatos

Por mais que seja interessante e sedutora, a história do canibalismo “forçado” – dita como verídica pelo imaginário urbano de Porto Alegre – não vai estar presente nesta pequena obra, que se inicia produção em mais uma parceria da Cia Teatro Lumbra e do Coletivo Catarse. Este é um trabalho conquistado, que foi ao encontro das necessidades do Memorial do Judiciário do Rio Grande do Sul, em pregão público, numa possibilidade de se atualizar um material didático que este setor do TJRS vem se utilizando há muitos anos no projeto Formando Gerações. Como o produto audiovisual vai servir de ilustração e descrição de caso para a realização de uma simulação de um tribunal composto por jovens estudantes, as interpretações, ilações e teorias conspiratórias sobre a dupla José Ramos e Catharina Palse ficarão de fora, constando, apenas, uma narrativa baseada nos autos de processos que existem sobre o caso. E não é pouco. Em 1864, numa Porto Alegre de 30 mil habitantes, recebendo grande afluxo de imigrantes, foram encontrados restos mortais de 4 vítimas no porão da casa do casal, todos esquartejados (um alemão, dono de um açougue, um português, dono de uma taverna, uma criança de 12 anos e um cachorro). Ali, iniciou-se, portanto, uma grande sequência de eventos que, por um lado, culminaram com processos policiais e jurídicos praticamente inéditos para a época e, por outro, com a abertura de um portal para além da imaginação, que gerou centenas de publicaçõs ao longo dos tempos, desde contos em páginas de jornais até livros, roteiros, programas de TV e filmes em que mais se destacava a hipótese de que Ramos e Catharina usavam a carne de suas vítimas para fabricar linguiças. Neste caso, a equipe de produção, debruçada nos fatos e constantemente brigando com a própria imaginação, vai, mais uma vez, mesclar as técnicas de cinema e teatro de sombras para montar esta animação. Já em etapa de finalização da fase de roteiro, esteve presente no Ponto de Cultura Vale Arvoredo, interior de Morro Reuter, nesse último final de semana, consolidando a narrativa das cenas e montando o storyboard, que serão a base para toda a produção. O local também servirá de locação para as filmagens. “Crimes do Arvoredo” será, portanto, um curta-metragem baseado em fatos reais, de gênero suspense policial, com a duração de 10 a 15 minutos, que deve contar a história daqueles que são considerados os primeiros crimes em série da história do Brasil, ocorridos na Rua do Arvoredo (atual Rua Cel. Fernando Machado, no Centro de Porto Alegre, nos anos de 1863 e 1864. A pesquisa é baseada fundamentalmente no livro homônimo, de publicação do Arquivo Histórico do RS, com enfoque nas mortes de Januário e seu caixeiro e do açougueiro Carlos Claussner, e com fonte nos depoimentos de investigação e pré-julgamento dos crimes. O filme deve se sustentar na linguagem fantástica do teatro de sombras, combinando projeções de sombras corporais, figuras e retroprojeção, formando-se imagens com alguns elementos coloridos presentes nos cenários e detalhes a serem sublinhados na história, mas deve se afastar da incrível estória que comanda o imaginário daqueles que acreditam piamente na maior lenda urbana da cidade de Porto Alegre – que é, inclusive, o caso dos produtores desta obra… Fotos: Alexandre Fávero e Gustavo Türck

‘Trazer de volta ao coração’: Projeto de documentário sobre refugiado palestino será apresentado em Porto Alegre

No dia 21 de março, às 18h, em dia de Maria Maria Espaço Cultural, na Comuna do Arvoredo (Rua Fernando Machado, 464), acontecerá o lançamento do projeto de documentário Trazer de Volta ao Coração. O filme de 54 minutos apresenta a história de Abder Rahim Jbara Hussein El Jundi, um palestino nascido em 1937 na aldeia de Al-Mansi, expulso de sua terra em 1948, durante a Nakba — a “catástrofe” palestina. Trata-se de uma produção familiar e independente, dirigida por Najla El Jundi, que é palestina-brasileira, psicóloga e neta de Abder, e Luís Gustavo Ruwer, cientista social, integrante do Coletivo Catarse/Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre.   O documentário surge em um contexto íntimo e familiar, quando Najla decide investigar a memória de seu avô e gravar os depoimentos para registrar às próximas gerações. Durante esse percurso, Najla e seu companheiro Luís Gustavo aprofundam a história da vida de Abder, ouvindo relatos e resgatando fotos, cartas, fitas VHS antigas da família, além de uma coleção de selos guardada por Sami, pai de Najla.  Em diálogo com seu pai e seu avô, Sami e Abder, os dois entrevistados do filme, Najla reconstrói fragmentos dessa trajetória marcada pela diáspora, deslocamentos, e pelo recomeço. Entre lembranças pessoais e materiais de arquivo, o documentário percorre memórias que atravessam gerações e outras famílias. Embora parta de uma história particular, Trazer de Volta ao Coração toca uma experiência coletiva: a de um povo cuja história é marcada por perdas, mas também pela preservação de sua identidade e memória. O filme propõe um gesto de escuta sensível e de resistência, trazendo para o presente histórias que se recusam a serem esquecidas. ASSISTA AO TEASER ‘Trazer de volta ao coração’ está em circuito de festivais e em breve estará disponível ao público. Acompanhe o Instagram @trazerdevolta para atualizações. * O evento de divulgação deste projeto é parte da programação do eixo Maria Maria Espaço Cultural, sendo parte do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva.

Do Morro à Cordilheira: Documentário sobre o XV ELAOPA está disponível no YouTube

Antes tarde do que mais tarde! Após alguns meses de espera, está disponível para o público, na plataforma YouTube, o documentário Do Morro à Cordilheira, uma produção realizada em colaboração entre a rádio comunitária A Voz do Morro e o Coletivo Catarse. O filme registra a trajetória de uma delegação de moradores do Morro Santana, de Porto Alegre, que viajou até Santiago, no Chile, para participar do XV Encontro Latino-Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA) em janeiro de 2025. Além do documentário principal, é possível assistir o vídeo “Muralismo em Santiago”, que aborda a conexão histórica e estética entre o muralismo chileno e o muralismo brasileiro, revelando as pontes simbólicas e políticas que atravessam as Américas. Este projeto integra a rede Coletivos Reunidos da América Latina (CORAL), da qual fazem parte a Rádio A Voz do Morro (Porto Alegre – BR) e a Rádio JGM (Santiago – CL). Durante o encontro, também foi gravada uma entrevista bilíngue entre ambas as rádios, fortalecendo os laços de solidariedade e comunicação popular na América Latina. Assista agora: Do Morro à Cordilheira Documentário – 2025 – 18′ 19” Sinopse: O documentário acompanha a jornada de uma delegação de moradores do Morro Santana até o XV Encontro Latino-Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA), realizado em janeiro de 2025, em Santiago, Chile. A delegação partiu de Porto Alegre para se articular com movimentos sociais da Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador e Chile, fortalecendo as redes de apoio mútuo no Sul Global. Ficha técnica: Vitor Ramon (A Voz do Morro) O lançamento do filme ocorreu no dia 16 de agosto de 2024, na Maria Maria Espaço Cultural, que ocupa a garagem da Comuna do Arvoredo, integrando a programação do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)” contemplado no Edital Sedac nº 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS.

Fogo Ancestral lança nova fase da TROLL

O primeiro lançamento da nova fase da TROLL marca a entrada do guitarrista e produtor musical Bodão Arte Nula, mostrando uma banda mais visceral e com força no groove metal, com um metal brazuca ainda mais presente e fiel à temática que explora as místicas do universo, segredos e rituais em suas letras cantadas em português. E, para vir com mais força, o lançamento chegou acompanhado de um videoclipe gravado sob a lua cheia, em uma única noite, praticamente em forma de ritual, no meio do mato, no municipio de Viamão (RS) em novembro de 2025, produzido com apoio do Coletivo Catarse e da Bong Mofado Records e direção de Billy Valdez. A banda gaúcha de metal e hardcore, formada em 2017, faz um som bruto, pesado e groovado. “Metal brazuka nascido das entranhas da terra”, como a banda mesmo se intitula, com forte Influência de Sepultura, Soulfly, Brujeria, Fear Factory e Black Sabbath, unindo a intensidade sonora com uma profunda conexão com a natureza e as raízes humanas. Suas letras exploram temas como ancestralidade, escolhas e o impacto dos legados do passado, enquanto reverenciam a força vital da terra e seus elementos. “Fogo Ancestral” foi gravada, mixada e masterizada por Bodão Arte Nula. Já as baterias e vocais foram gravados no estúdio FromHellCords, com captação realizada por Henrique Fioravante. Formação atual da banda:Cássio Quines – BateriaRodrigo Ruinas – VocalBodão Arte Nula – GuitarraIsrael Bangardt – Baixo Texto e imagens: Billy ValdezRevisão: Anahi Fros

Filme, Cooperar é Resistir – Pedal Express

Vamos chegando na linha de chegada de 2025 e antes de encerrarmos esse ciclo conseguimos depois de percorrer um longo percurso disponibilizar de forma pública o filme Cooperar é Resistir – Pedal Express, que conta um pouco sobre a atual equipe que compões o coletivo Pedal Express e os desafios da autogestão em busca de um trabalho digno. Um pouco sobre o filme:Há 15 anos a Pedal vem oferecendo uma alternativa ecologicamente sustentável e socialmente justa para serviços de entrega em Porto Alegre. E nossa parceria é de longa data, tendo na nossa história a formação sobre cooperativismo que fortaleceu este coletivo de ciclo-entregadores no sentido da autogestão como modelo de organização.A campanha “Cooperar é Resistir!” foi construída através do apoio do Labora – Fundo de Apoio ao Trabalho Digno do Fundo Brasil, por meio do edital de apoio a trabalhadores informais na luta por direitos de 2024.A iniciativa busca promover o debate sobre trabalho digno e o cooperativismo de plataforma.Além de registrar a história da Pedal, o documentário aborda questões como a precarização do trabalho de entregas por plataformas digitais e apresentando o cooperativismo de plataforma como uma alternativa viável, justa e sustentável. Pedal Express no ano de 2025 é:Natã Moraes LinkGabriel Vanin EthurMiguel Hexel HerreraSaymon Machado AraújoLucas Escher Speroto Equipe de produção audiovisual: Coletivo Catarse Imagens adicionais: Trilha Sonora: Realização: Pedal ExpressProdução: Coletivo CatarseApoio: Labora – Fundo Brasil

2025 foi ano de Talk Exu!

Este ano foi de consolidação de uma proposta de talk show do Coletivo Catarse. Ainda com bastante espaçamento entre os episódios, estudos estéticos e da técnica a ser utilizada – além de investimentos no espaço onde se grava e transmite ao vivo -, se possibilitou a produção de conteúdos interessantes com os envolvimentos de parceiros e o apoio organizacional de um projeto contemplado nos editais PNAB/SEDAC-RS, na linha Cultura Viva. Foram 3 edições que movimentaram a Comuna do Arvoredo, em dias de Maria Maria Espaço Cultural, sob realização do Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre, versando sobre cinema de ativismo e produções audiovisuais com diálogo entre as artes; sobre teatro, economia solidária e autonomia; e destacando a cultura do povo negro no Rio Grande do Sul. Todos entremeados com apresentações musicais diversas, que divertiram os presentes e o público online, e finalizando sempre com um filme produzido pelo próprio Coletivo Catarse. A seguir, assista à última edição e às outras duas de 2025: Talk Exu #04 – Cultura Negra em DestaqueTambor de Sopapo, poesias e carnaval. Com Lilian Rocha, Edu do Nascimento e Paulinho do Areal. Atração musical “Meu Black É Rock”, de Matheu Corrêa. Ao final, uma versão reduzida do documentário “O Grande Tambor”. Talk Exu #03 – nós na economia solidária e NÓS em cia de teatroEconomia solidária e autonomia, com Gil Neves e Lisbet dos Santos, e os 18 anos da NÓS CIA DE TEATRO, com Everson Silva e Letícia Virtuoso, intercalado por intervenções musicais do artista Luís Valério e exibição ao final do curta-metragem P A R A L E L O. Talk Exu #02 – os filmes que lançamos no outono passadoAs três últimas produções audiovisuais do Coletivo, todas lançadas na segunda quinzena de junho: os documentários “Nóg kirĩg ãg tĩ / Nós, Guardiões da Mata”, sobre a retomada Kaingang no Morro Santana, e “Cooperar é Resistir”, contando a história da PedalExpress, um coletivo de entregas que se utiliza de bicicletas em Porto Alegre; finalizando com o curta-metragem de ficção “Enquanto a Luz Não Chega”, com bate-papo sobre os desafios de uma produção que mescla o audiovisual e o teatro de sombras, com exibição completa do filme ao final – também como parte do circuito de lançamento do mesmo. As entrevistas sobre as produções foram intercaladas por intervenções musicais da banda “Expresso Livre”, com Jéssica Nucci no vocal, acompanhada dos violões de Vicente Guindani e Nil Tavares. O Talk Exu, uma iniciativa autônoma do Coletivo Catarse, é parte do projeto “Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre – Um ano de programação na Comuna do Arvoredo (e mais)”, que foi contemplado pelo Edital Sedac n° 25/2024 Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) – RS – Cultura Viva.

Curta Ecopedagogia do Cuidado estreia na Cinemateca Paulo Amorim

Sábado 13/12 a cinemateca Paulo Amorim recebeu a estreia do curta “Trilhas na Natureza: Ecopedagogia do Cuidado”. A partir do acompanhamento do grupo de trilheiros do CMET, a obra reflete sobre a valorização da natureza por meio da prática de trilhas. A sessão recebeu cerca de 70 pessoas e teve um debate ao final. Mais do que apenas caminhar no mato, o grupo propões que as trilhas podem ser poderosas ferramentas para a educação socioambiental, divulgando a diversidade de paisagens e seres vivos que nos rodeiam. Para isso, além dos depoimentos dos professores integrantes do grupo e de guias de turismo, conta ainda com a participação especial de Paulo Brack, professor do Departamemto de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ficha técnica: Patrocínio: Bandeira Tur – Empresa de Transporte | Carlos Alberto Steil – Guia de Turismo de Aventura – Morros Gaúchos | [email protected] | Celso Alegransi – Guia de Turismo de Aventura da “Viva teu Rumo ” | [email protected] | Iara Welle – Condutora | Pousada das Pirâmides – Grão-Pará – SC | Trilheiros do CMET Paulo Freire | Imagens: Bruno Pedrotti | Giulia Sichelero | Trilheiros do CMET | Roteiro e Direção: Bruno Pedrotti | Trilheiros do CMET | Edição: Bruno Pedrotti | Finalização/Edição Final: Bily Valdez | Trilhas Sonoras: Eloy Fritsch | Músicas: Mermaids | Gently touch the sky | Depoimentos: Carlos Alberto Steil – Guia de Turismo de Aventura | Celso Alegransi – Guia de Turismo de Aventura | Hilário Bichels – Professor Coop CrêSer e CMET | Lauren Veronese – Ex-Professora CMET | Linda Naura Macedo Silva – Professora CMET | Monica Vier Loss – Professora RME Salomão e Loureiro da Silva | Vanessa Silva de Castro – Professora CMET | Participação Especial: Paulo Brack – Prof Dr Depto Botânica da UFRGS | Trilheiros do CMET 2025: Adalberto Porto Alegre | Alexandre Ferreira de Freitas | Catia Cristina Almeida Ramos | Carlos Vagner Garcia Schaun | Celso Alegransi | Cintia Korbes Rocha | Cláudia Bicca Marzano | Claudia Blando Mainieri | Damião Ubirajara de Oliveira | Dilvo Antunes Nunes | Hairton Ariel Freitas Cezar | Hilário Bichels | Iara Welle | Inês Cristina de Barros | Isabel Cristina Dalenogare | Jacimara Heckler | Janice Lucero | Julia Trevisan | Lauren Betina Veronese | Linda Naura Macedo Silva | Lucio Wisnieswski | Marcelo Vieira | Marcia Regina Mota | Maria Carmen Sestren Bastos | Miriam Pereira Lemos | Miriam Loff | Monica Vier Loss | Nara Rejane Garcia da Silva | Paula Bandeira Licht | Paula Chaves Carvalho | Oscar Octávio Moya Pinto | Raquel Beatriz Callegari Pacheco | Ricardo Sigaud | Richard Kümmel Lipke | Rosane Salete Ribeiro Pereira | Samuel Mello Anchieta | Sandra Marisa de Araujo | Simara Penha Farias Martins | Sonia Marly Porciuncula Fernandes | Tiárlei Ferreira Anchieta | Vanessa da Silva de Castro | Vera Elisa Fayette | Agradecimentos: José Dilsione Zeferino – Motorista Parceiro | Familiares e amigos DEZEMBRO DE 2025

Polem.ize na Rubem Berta

Nós do Coletivo Catarse estivemos ao longo do ano de 2025 apoiando e fazendo parte do projeto Polemi.ze Cohab Rubem Berta realizando registros audiovisuais que compilamos em um curta documental sobre o projeto e a realidade das pessoas envolvidas da comunidade. O projeto Polemi.ze Cohab Rubem Berta teve como objetivo valorizar a comunidade, suas histórias, fazeres e conhecimentos locais, gerando movimentos e diálogos entre a cultura periférica, artes integradas e matrizes ancestrais, nos seguintes espaços públicos: na Escola Estadual de Ensino Fundamental Julio Brunelli, Horta Comunitária e Praça México no bairro Rubem Berta.Para conhecer mais sobre o projeto acesse o site, https://ibiama.com/polemize/ O filme com acessibilidade em libras e legenda você pode conferir abaixo.